O Alívio Antes de Assumir o Plantão

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Heterossexual
Contém 583 palavras
Data: 14/05/2021 06:45:37
Última revisão: 16/03/2026 07:00:34

Meu dia começa no ritmo frenético de sempre: cuidando dos filhos, dando atenção ao marido — afinal, ele trabalha à tarde — e correndo para levar as crianças à escola. Sou morena, linda, sexy e sei exatamente o impacto que causo. Trabalho à noite, no regime de plantão 12x36, e confesso que, depois de um dia exaustivo como dona de casa, recarrego minhas energias observando os olhares no trajeto até o trabalho.

​Mas o que me faz vibrar de verdade é o que acontece nos bastidores. Tudo começou com uma notificação no WhatsApp: era ele, aquele negro alto e imponente, perguntando se eu estaria de plantão. Só de ler o nome dele na tela, minha intimidade já começa a pulsar. Respondi que sim e ele, com a autoridade de quem sabe que me tem nas mãos, mandou sua localização e ordenou: "Vem me ver antes de assumir o posto".

​Apesar de casada, tenho uma tara incontrolável nesse homem. Ele me "come" com os olhos toda vez que cruzamos o corredor, e o tesão entre nós é uma força da natureza. Cheguei à sala dele tentando manter a pose de profissional, mas assim que entrei, ele trancou a porta e o jogo mudou.

​Ele partiu para cima de mim como um leão faminto sobre a presa. Fui jogada contra a parede, encurralada e completamente entregue. Ele arrancou minha máscara e me calou com um beijo voraz, enquanto suas mãos grandes subiam por baixo da minha blusa, apertando meus seios com força. Ele levantou meu sutiã e começou a sugar meus mamilos com aquela boca quente e úmida, um prazer voluptuoso que me fazia perder o chão. Enquanto isso, eu chupava seus dedos, sentindo o gosto da dominação, enquanto ele sussurrava no meu ouvido: "Sua piranha, você é minha cadela de plantão".

​Ele me virou de costas, puxando meu cabelo com força e roçando aquele pau enorme e pulsante contra a minha bunda. Foi impossível não empinar para sentir o volume. Seus dedos invadiram minha calcinha, bolinando meu clitóris com uma perícia absurda, enquanto eu ouvia as vozes dos colegas passando a poucos metros da porta. O perigo de ser flagrada só aumentava o meu fogo. Meu celular não parava de vibrar no bolso — com certeza era meu maridinho — mas eu só conseguia focar naqueles dedos me levando ao limite. Gozei ali mesmo, sendo masturbada, lutando para abafar os gemidos e não denunciar nossa safadeza.

​O pilantra me sentou na cadeira, libertou aquele mastro negro que mal cabia na minha boca e eu não ousei dizer não. Lambi cada centímetro, chupei as bolas e me perdi naquele mastro. Ele começou a se masturbar, me beijando com fúria, até que ordenou: "Abre a boca!". Descarregou todo aquele leite quente e espesso direto na minha garganta. Engoli cada gota, sentindo o sabor da traição e do prazer.

​Limpei o piruzão dele com a língua, ajeitei o sutiã, fechei a roupa e recoloquei a máscara. Com as pernas ainda bambas, respondi à mensagem do "corno" dizendo que tinha chegado bem e pedi para ele deixar a casa arrumada. Dei um tchau malicioso para o meu negão e saí dali realizada, pronta para encarar as 12 horas de trabalho com um sorriso no rosto.

​No dia seguinte, em casa, meu marido me comia de quatro e eu só conseguia fechar os olhos e imaginar a pegada bruta do meu negão, que é infinitamente melhor. Eu realmente não tenho limites.

​Encontrei com ele de novo... mas isso eu conto no próximo relato.

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Comentários

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Eita levar uma mamada assim é tudo de bom...tbm tenho muita tara em femeas ousadas kkk.

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