Olá, sou a Kelly. Sou uma morena de 37 anos, atraente, gostosa e mãe solteira. Trabalho como auxiliar administrativa em um regime de plantão 12x36 diurno em uma unidade de saúde. Nesse vai e vem de corredores e madrugadas, as amizades se formam rápido, e o desejo... bom, o desejo surge onde menos se espera.
Em uma dessas pausas para o café, o assunto entre o grupo de colegas esquentou e acabou caindo em preferências sexuais. No calor do momento, soltei a frase que mudaria tudo: "Eu adoro sexo anal". Foi automático. Na mesma hora, senti o olhar do colega do RX queimar sobre mim. Ele não disse nada, mas os olhos dele gritavam que tinha adorado a confissão.
O tempo passou e o "negão do RX" foi cercando o território. Elogios picantes, mensagens constantes e almoços lado a lado no refeitório. Eu sentia uma atração absurda por ele, e a chama só aumentava. Chegamos a ter um encontro rápido na sala dele, onde o clima ficou "caliente" com beijos e mãos bobas, mas ele foi transferido para outra cidade antes que o prato principal fosse servido. A vontade, porém, não morreu; ela ficou hibernando, alimentada por fotos proibidas e conversas safadas via WhatsApp.
Meses depois, recebo a mensagem que fez meu corpo inteiro vibrar: ele estava cobrindo um plantão na filial bem próxima à minha casa. Chovia muito naquele dia e, por uma coincidência deliciosa, eu estava de vestido. O expediente dele terminou e eu fui ao seu encontro, enfrentando o trânsito só para sentir aquele beijo de novo.
Não houve muita conversa. O reencontro foi marcado pela urgência. Ele me debruçou sobre a mesa de trabalho, levantou meu vestido e começou a alisar minha bunda, alternando carícias com tapas estalados que me faziam arrepiar inteira. Olhando por cima do ombro, eu via o volume na calça dele e sentia o perigo: vozes e passos ecoavam no corredor, mas o tesão era maior que o medo.
Ele sacou a camisinha do bolso e sussurrou no meu ouvido com aquela voz grave:
— Hoje você vai dar esse cu. Você não disse que gostava?
Ele agachou atrás de mim e, com uma voracidade que me tirou o fôlego, lambeu minha entrada proibida. Fui ao céu e voltei. Sem mais avisos, ele posicionou a cabeça do pau — enorme e grosso — e foi empurrando. A dor inicial se misturava a um prazer proibido. Eu gemia baixinho, mordendo os lábios, enquanto ele mandava eu ficar quieta.
Foi um "massacre" delicioso. Ele me segurava firme pela cintura, me maltratando com estocadas fundas e deliberadas, aproveitando cada centímetro do meu aperto enquanto eu me agarrava à mesa para não gritar. Ele entrava e saía sem pena, focado em dominar cada fibra do meu corpo. Não aguentei: gozei ali mesmo, sentindo minha intimidade ensopar.
Para finalizar o "atendimento", ele tirou a camisinha e descarregou todo aquele leite quente direto na minha boca. Eu adoro um leitinho fresquinho. Me limpei rápido, vesti a calcinha com a ppk ainda babada e saí dali com um sorriso no rosto, embora o cu estivesse "arrebentado". No dia seguinte, sentar na cadeira do escritório foi um desafio físico, mas as mensagens dele perguntando quando seria o próximo round faziam cada ardência valer a pena.
Temos outras histórias, mas essas eu guardo para o próximo plantão...
