Me chamo Rô. Tenho 38 anos, sou loira, linda e, com 1,70m de altura, faço questão de manter tudo em cima. Casei-me muito cedo e, com o desgaste natural dos anos, hoje vivo um casamento de aparências. Meu marido é o provedor perfeito, faz todas as minhas vontades, mas falha miseravelmente no quarto. A ejaculação precoce dele, somada à resistência em buscar ajuda, transformou nossa vida sexual em uma sucessão de frustrações. Ele diz que "não aguenta" porque eu sou gostosa demais, mas a verdade é que eu estava faminta por algo real.
Trabalho na área da saúde, em um regime de plantão de 24x120 em uma unidade de pronto atendimento. Uma escala generosa que me permite cuidar da casa e da faculdade, mas que também me trouxe o destino em forma de homem. Em um certo plantão, conheci o novo técnico, transferido da Zona Oeste. Ele era negro, alto, exalava um perfume importado que preenchia o corredor e tinha um porte que intimidava e atraía ao mesmo tempo.
A "política da boa vizinhança" foi o meu pretexto para me aproximar. As conversas no corredor evoluíram para trocas em redes sociais e, em pouco tempo, o jogo de sedução estava armado. O papo ficou íntimo, as confissões sexuais surgiram e, quando finalmente o beijei, senti que estava lidando com um profissional. O cara tinha uma pegada bruta, mãos que pareciam um polvo, explorando cada centímetro da minha pele. Não demorou para marcarmos o motel.
Lá, o mundo lá fora deixou de existir. O ritual começou com beijos vorazes e roupas que voavam pelo quarto. Quando fiquei nua, senti o olhar dele me devorando. Ele me puxou para a sala do frigobar, me debruçou sobre a mesa e agachou atrás de mim. Sem pressa, ele começou uma lambida intensa que subia do meu cu até a minha xoxota em um ritmo hipnotizante. Eu rebolava no rosto dele, perdendo os sentidos, até que gozei pela primeira vez.
Ele se levantou, roçou aquele pau enorme e pulsante na entrada da minha intimidade e me levou no colo para a cama. Eu já estava completamente desorientada. Ele mergulhou entre minhas pernas e chupou minha buceta como eu nunca imaginei ser possível. Aquela língua quente encontrava o ponto exato, explorando cada dobra da minha "grutinha". Gozei mais duas vezes seguidas, sentindo meu corpo tremer em espasmos que eu já tinha esquecido que existiam.
Chegou a hora do que realmente interessava. Chupei aquela jeba monumental com vontade, sentindo o sabor do perigo, e coloquei o preservativo. Ele me posicionou de quatro e invadiu minha buceta encharcada com uma força animal. Puxava meu cabelo, batia no meu rosto com leveza e sussurrava as maiores baixarias: dizia que eu era uma puta e que meu marido era um corno. Eu olhava tudo pelo espelho, vendo aquele contraste de cores e a força das estocadas, e concordava com cada palavra.
Ele gozou com um gemido grave e profundo, um som que me preencheu por inteira. Não paramos por ali; exploramos diversas posições. Ele até tentou o caminho de barro, mas mantive o controle e neguei — afinal, o fdp já tinha levado minha dignidade embora com tanta competência que eu precisava segurar algo para mim.
Voltei para casa com a ppk ardida, o corpo moído e um sorriso que eu mal conseguia esconder. A alegria é tão intensa que, por um segundo, dá vontade de contar para o "corno" o que é uma pegada de verdade.
Beijos e até a próxima!
