Sou a Rô, loira, 38 anos, mãe, casada e vivendo um desejo avassalador por um dos homens mais safados que já cruzou meu caminho. Sou profissional da saúde e hoje quero compartilhar uma das maiores loucuras que já cometi. Aconteceu há cerca de três anos e, sendo bem sincera? Não me arrependo de absolutamente nada. Faria tudo de novo, exatamente igual.
Era feriado de 13 de junho, dia de Santo Antônio. O "negão" que mencionei anteriormente — aquele com a pegada de tirar o fôlego — também é casado e morava a cerca de 100km de mim. Como nossa conversa era diária e carregada de segundas intenções, ele me contou que a esposa, devota fervorosa do santo, viajaria com a família para o Rio de Janeiro para pagar uma promessa. Ele ficaria sozinho e "abandonado" em casa até o dia seguinte.
O convite implícito estava ali, brilhando na tela do celular. Minha mente disparou. Sugeri que eu poderia fazer companhia a ele. Afinal, quem nunca sentiu o frio na barriga de planejar uma noite na casa de um homem casado, ocupando o espaço que não é seu?
Ele aceitou na hora. Inventei um "plantão extra" para o pessoal lá em casa, deixei meu carro no estacionamento do hospital e peguei a estrada. Eu precisava daquilo. Ao contrário do meu marido, cuja ejaculação precoce e falta de atitude me deixavam sempre na mão, com esse "cachorro" eu sabia que gozaria várias vezes. Eu me sentia viva, desejada e perigosamente livre.
Cheguei à cidade dele após algumas horas. Ele me recebeu com aquele olhar que me despe. Fomos para a casa dele e, ao cruzar o portal, senti um misto de pânico e um tesão avassalador. Passeamos como namorados, visitamos pontos turísticos e chegamos a transar ao ar livre, na cachoeira Furna da Onça — um cenário lindo para um pecado tão gostoso.
Ao voltarmos para a casa, a profanação continuou. Tomei banho no chuveiro dela, usei o sabonete dela e, para apimentar ainda mais a situação, vesti uma de suas camisolas de seda. Deitei na cama do casal e o que se seguiu foi uma maratona de prazer. Nos beijamos com uma fúria acumulada; transamos no sofá da sala, na mesa da cozinha, mas nada superou o que aconteceu no quintal.
Havia um carro velho na garagem coberto de poeira. Eu não me importei com nada. Tirei a camisola, encostei no capô e empurrei minha bunda para o alto, oferecendo-me por inteira. Ele me penetrou por trás sem qualquer piedade. Comeu meu cuzinho com uma fome que me fazia perder os sentidos. Não me fiz de rogada: gemi alto, gritei seu nome e pedi para ele me foder com toda a força que tinha. Entreguei meu rabo com vontade, enquanto o risco de um vizinho ouvir tornava tudo ainda mais excitante.
Depois, voltamos para o banheiro da suíte. Ele me pegou por trás, debruçada na pia, enquanto eu assistia a tudo pelo espelho, rebolando e vendo o contraste da minha pele clara com as mãos grandes e negras dele me apertando. Após o banho, mandei uma mensagem para o meu "maridinho", dizendo que o plantão estava agitado e que eu estava exausta. Desliguei o aparelho e dormi de conchinha na cama onde eles dormem todas as noites.
No dia seguinte, peguei a estrada de volta. Ele ficou para trás, tentando desesperadamente apagar os vestígios — o que imagino ter sido difícil, já que meu perfume é marcante e impregna em tudo. Vale a pena fazer loucuras; afinal, se não formos um pouco insanos de vez em quando, não teremos histórias para contar.
Até a próxima!
