Nunca escrevi sobre minhas experiências, mas, lendo outros relatos, criei coragem de contar algo que marcou minha vida para sempre. Fui criada em uma família rígida e casei-me muito cedo. Tive duas filhas e vivi anos com um homem que, com o tempo, tornou-se agressivo, ignorante e desrespeitoso. Construímos um patrimônio sólido vendendo lanches ao longo de 20 anos, mas minha alegria tinha se esgotado.
Eu sou a Mel. Naquela época, eu estava obesa e era constantemente maltratada com palavras que destruíam minha autoconfiança. Mas encontrei forças para mudar. Decidi provar que eu era capaz: emagreci, foquei na academia, mudei meus hábitos e o resultado não demorou a aparecer. Passei a despertar a atenção dos homens. Como dizem por aí: o que era "lixo" na mão de um otário, virou arte na mão de um cafajeste — e que cafajeste delicioso!
Tudo começou com um amigo de infância que, de repente, passou a notar cada detalhe da minha mudança. Ele curtia todas as minhas fotos e me enviava mensagens galanteadoras pelo Messenger, geralmente aos domingos. Aquilo mexia comigo. Eu voltava a me sentir gostosa, algo que o "ogro" que eu tinha em casa nunca me permitiu sentir — ele só me procurava para descarregar a bolsa escrotal, deixando-me com a sensação de ser um objeto usado.
Eu me permiti envolver. Ele conhecia o traste do meu marido e passou a frequentar meu comércio, algo que nunca tinha feito antes. Sempre cortês e exalando um perfume que tomava conta do ambiente, ele chegava e pedia seu lanche com uma voz grave que fazia minha ppk "bater palmas" assim que ele anunciava o pedido no balcão.
Em um dia de movimento tranquilo, a ousadia falou mais alto. Perguntei se ele teria coragem de me beijar ali mesmo, na loja. A resposta foi um "sim" imediato. No meu craziness day, convidei-o para entrar na área interna da lanchonete e o beijei em cima da mesa onde eu cortava os vegetais. Sentir as mãos dele em mim, naquele ambiente proibido, me fez sentir viva novamente. As fantasias saíram da mente e viraram realidade — e que realidade palpável!
Uma semana depois, a temperatura subiu. Pedi que ele fosse à loja e o recebi com um vestido tubinho preto, uma calcinha bege de renda e saltos altos — sempre trabalhei de plataforma, mas naquele dia eles pareciam me deixar ainda mais poderosa. Chamei-o para os fundos, deixei os funcionários no balcão e ele entendeu o recado na hora. Sem qualquer cerimônia, ele levantou meu vestido, puxou minha calcinha para o lado e me possuiu ali mesmo, de pé.
Aquele pau enorme invadindo minha buceta me deixou louca. Era mais do que sexo; era a renovação da minha autoestima. Eu era desejada, poderosa e insaciável. Ele gozou fundo dentro de mim e, pouco depois, eu voltei ao trabalho com a ppk transbordando o leite daquele fdp. Imaginem o sorriso estampado no meu rosto enquanto eu atendia os clientes, sentindo o calor dele escorrendo pelas minhas pernas.
Enfim, tomei coragem e me separei. Fui morar com minhas filhas e logo conquistei meu próprio espaço. Ele, claro, continua sendo minha visita favorita. Ainda terei o prazer de contar nossas aventuras ao ar livre e o dia em que recebi uma pirocada inesquecível no banheiro do Subway, mas isso fica para a próxima.
Sinto-me amada e desejada. Não permita que ninguém diga que você não é capaz ou que você não presta. Sempre haverá alguém disposto a desejar exatamente quem você é.
Espero que tenham gostado!
