O Encontro Proibido na Mesa de Jantar

Um conto erótico de Penélope
Categoria: Heterossexual
Contém 479 palavras
Data: 05/10/2021 18:15:48
Última revisão: 16/03/2026 14:35:37

Sou Penélope. Uma mulher negra, mãe e profissional da saúde que aprendeu, com o tempo, a importância de despertar para os próprios desejos. Casei-me cedo, mas hoje celebro minha liberdade. Sem entrar em detalhes sobre o passado, prefiro narrar uma das loucuras que me fez sentir mais viva do que nunca.

​Tudo começou com um colega de plantão — um negão imponente, com um aroma que impregna o ambiente e uma postura de puro "cachorro". Quando ele passa por mim, seu olhar é tão denso que me sinto instantaneamente nua sob o jaleco. Já tínhamos um histórico de beijos roubados e toques furtivos nos corredores, até que uma "rapidinha" na sala dele quebrou de vez o gelo. Lembro-me dele me debruçando na mesa, baixando minha calça e me penetrando a seco. Aquele pau grosso e enorme invadindo minha intimidade de surpresa me fez virar os olhos e abafar um grito. Gozei no susto, entregue àquela urgência bruta.

​Mas o ápice aconteceu no dia em que tomei a iniciativa. Mandei uma mensagem logo cedo: "Estou indo para a sua casa". Ele, que mora sozinho, me esperava no que eu chamo de sua "arapuca". Assim que entrei, fui prensada contra a parede. Ele me devorou em beijos enquanto arrancava minha roupa, seus lábios encontrando meus seios com uma fome insaciável.

​Novamente, a mesa foi o palco — desta vez, a de jantar. Fui colocada de quatro, sentindo o ar frio da sala em contraste com o calor do corpo dele atrás de mim. Ele posicionou o celular na parede, ligou a câmera e começou a gravar nosso espetáculo. Sem avisar, ele me sodomizou. Meu cu, pequeno e apertado, foi colonizado por aquela anaconda. Eu gemia para a lente, vendo minha própria expressão de prazer e dor deliciosa, enquanto ele perguntava se eu estava gostando. Confirmei entre arquejos, enquanto ele puxava meu cabelo e apertava meus seios com força, até que senti o jato quente do seu gozo inundar meu rabo.

​Após uma breve pausa, ele me sentou na borda da mesa. Sentado em uma cadeira à minha frente, ele mergulhou entre minhas pernas. Aquela língua quente e experiente trabalhava meu clitóris com uma precisão cirúrgica, enquanto ele me encarava com um olhar de puro desejo e malícia. Eu fiquei trêmula, com espasmos que percorriam minha espinha, implorando por arrego enquanto minhas pernas perdiam a força.

​Quando achei que não poderia ser mais surpreendida, ele me ergueu de cabeça para baixo. Senti-me em um set de filme adulto. Nessa posição acrobática e indescritível, iniciamos um 69 em pé. Eu mamava aquela piroca deliciosa enquanto ele continuava a me lamber, explorando cada milímetro do meu prazer sob um ângulo totalmente novo.

​Com ele, me sinto intensamente desejada. É uma conexão que transcende o racional e mergulha no carnal. Vou continuar me entregando a esse fogo e, assim que a próxima loucura acontecer, voltarei para contar.

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