Memórias de um casado bi do DF 1

Um conto erótico de Oscar
Categoria: Gay
Contém 1251 palavras
Data: 20/10/2021 16:15:59
Última revisão: 28/01/2026 04:30:36

Lá estava eu, casado, macho, num motel de Brasília, num quarto simples, com outro cara casado que eu conhecera há pouco mais de três horas, num bate papo gay online.

Eu estava de quatro na cama redonda, lençóis brancos, espelhos registrando nosso sexo gostoso. Eu estava apoiado nos dois cotovelos e nos joelhos, pernas abertas, bunda empinada, as duas mãos segurando firme o lençol enquanto meu corpo era empurrado pelo meu macho me comendo gostoso.

Atrás de mim, também de joelhos, me segurando forte pela cintura e me comendo gostoso, o cara casado que eu conhecera há pouco. Moreno, másculo, voz de macho, cabelo curto, olhos castanhos, barba rala, tatuado em todo o braço esquerdo, bem dotado, um tesão.

Pelo bate papo gay, horas antes, marcamos um primeiro encontro, num café da cidade. A conversa fluiu bem, tranquila, apesar do nervosismo da situação. Num dado momento, ele se vira para mim e, baixinho, olhando em meus olhos, me pergunta; "Quer dar pra mim?" Eu disse sim, apenas com o movimento afirmativo da cabeça, as palavras não saíram, um nó na garganta. "Safado..." ele me disse baixinho, em sinal de aprovação. Eu fiquei encabulado, abaixei os olhos, tímido, mas com um sorriso sincero no rosto.

Sentimos um desejo e um tesão mútuo naquele café. Química pura. Logo pagamos a conta e, no carro dele, fomos para o motel mais perto. Em mim, um sentimento de culpa, misturado com um tesão enorme. Silêncio no carro. Estiquei a minha mão esquerda e, de leve, apoiei-a em sua coxa, por cima da calça jeans. Ele me olhou, sorriu, segurou minha mão forte. Então, eu trouxe sua mão para a minha boca e a beijei, olhando em seus olhos. Depois, coloquei seu dedo médio em minha boca e o suguei de leve, sem tirar os olhos dos olhos dele.

Ele ficou sério, seus olhar se transformou, agora ele era um macho sedento por sexo. Esticou o dedo, meteu-o mais fundo em minha boca e se ajeitou de leve no banco. Eu olhei para baixo e não consegui deixar de notar o volume que se formou em sua calça jeans. Eu havia acendido o seu fogo...eu também já estava com o meu pau estourando dentro da minha calça, meu cuzinho piscando muito.

"Segura meu pau", ele falou para mim, enquanto abria o cinto e tentava abaixar ali mesmo a sua calça. Eu estiquei os braços e o ajudei a trazer sua calça para baixo da cintura. A cueca desceu junto, revelando seu pau, quase totalmente duro. Lindo, grande, grosso, pentelhudo, bolas bonitas pendendo para baixo.

Quando eu finalmente senti seu pau em minha mão, ele latejou gostoso e então eu o segurei com mais vontade. Um suspiro gostoso do meu homem e, num passe de mágica, seu pau cresceu mais e ficou duro como pedra, pulsando sem parar em minha mão. Tão bom perceber que eu estava dando prazer a outro homem, másculo, desconhecido, casado como eu.

Punhetei-o de leve, ouvindo sua respiração, seus suspiros fortes, acariciei suas bolas, trouxe a outra mão para ajudar na massagem. Ele gemeu baixinho, suspirou mais, abriu mais as pernas, subiu e desceu no banco, se ajeitou e tentou se concentrar no trânsito. Eu disse para ele olhar pra frente, e continuei acariciando-o até a chegada no motel. Tive certeza de que eu queria aquilo tudo para mim e me senti feliz, realizado por estar ali.

Agora, já no quarto do motel, depois de tirarmos nossas roupas e de algumas preliminares, fodíamos como um casal na cama redonda. Eu de quatro, olhava-o pelo espelho da cabeceira da cama. O pau dele já dentro de mim, num entra e sai lento, ainda lento porque eu tinha de me acostumar com aquele volume todo dentro de mim. Ele olhava para minha bunda e para a minha cintura, com desejo. Me elogiava, me chamava de puta, de cachorra, de safada...Eu aceitava e me abria mais, empinava mais minha bunda para ele. Suas mãos me seguravam, ora pela cintura, ora pelos ombros, me puxando para trás para enterrar novamente seu pau todo em mim.

Aos poucos, eu me acostumei com ele dentro de mim e comecei a sentir um tesão enorme. Então passei a gemer e dizer "hmmmm...delícia", "assim...", "me fode", "tesão", "isso", "vai"... E pelo espelho na cabeceira da cama, eu olhava para mim naquela posição e para ele me comendo por trás. Não acreditava que eu estava ali, tão realizado, tão fêmea.

Aos poucos, os movimentos dele se aceleraram e se intensificaram. Tive de me agarrar mais forte ao lençol da cama. Agora meu cu recebia estocadas fortes e precisas. Eu me sentia totalmente aberto e me contraindo inteiro, delirando mais e mais de prazer. Um sentimento de preenchimento, de plenitude, de realização tomou conta de mim. Me entreguei por inteiro àquela sensação maravilhosa. Me senti uma puta feliz.

Num dado momento, ele segurou meu pescoço com uma das mãos e com a outra passou a apertar meu glúteo e a me dar tapas fortes na bunda. Adorei. Eu, casado, boa pinta, nada afeminado, macho, estava descobrindo meu lado puta naquela cama, sendo fodido de quatro.

Eu já havia perdido a timidez e pedia mais, "mais forte", "vem", "delícia", "caralho que tesão"...Numa breve pausa, talvez para segurar o gozo um pouco mais, ele desacelerou e me disse: "Quer me dar toda semana? Hein, quer??" Adorei a proposta inesperada...me senti lisonjeada. Seu pau entrando e saindo devagar. Eu sorri de felicidade e, como uma moça que é pedida em namoro, respondi que sim. Ele não me escutou, ou fingiu que não me escutou, e me perguntou novamente: "Você quer que eu te coma toda a semana??" Desta vez, com a voz mais alta e grave. Eu sorri novamente e logo respondi mais alto: "Quero, sim!!". Ele então me deu um tapa estalado na bunda, me segurou mais forte, enterrou seu pau bem fundo e com ele todo dentro de mim me pediu pra falar mais alto. Eu, já completamente entregue e preenchido, comecei e falar alto: "Delícia...quero muito!!!" "Aaai, quero sempre..." "Sou sua..." "Me come forte de novo, vem...".

Ele voltou a bombar seu pau em mim, com mais e mais força. Ele já suava, pingava, da cor do pecado. Ele então se aproximou do orgasmo, passou a falar palavras ininteligíveis, cravou seus dedos em minha cintura e urrou pouco antes de gozar. Quando gozou, fechou os olhos, esticou a cabeça para o alto de forma que pelo espelho na cabeceira da cama eu vi seu pescoço viril todo esticado, cheio de veias. Gozou como um animal, dentro de mim, afundando seu pau novamente todo dentro de mim, até o talo, lá no fundo, até terminar os espasmos do seu orgasmo. Momento mágico para mim. Eu consegui satisfazer um outro homem de uma forma espetacular. Me senti poderosa, capaz de saciar qualquer macho por inteiro.

Logo, ele saiu de dentro de mim. Eu relaxei e estiquei minhas pernas, sentindo meu cuzinho todo aberto e molhado. Ele deitou-se ao meu lado, cansado, suado, e também feliz. Olhou para mim, sorriu, e disse: "Que gozada gostosa!". Eu sorri e disse: "Semana que vem tem mais...". Ele sorriu de volta, em cumplicidade. De repente, num movimento inesperado e espontâneo, juntamos nossas mãos levemente e entrelaçamos os nossos dedos, olhos nos olhos, como um casal apaixonado. Era nosso acordo. Ali, eu senti uma nova dimensão de vida se abrindo diante de mim: me tornei a fêmea de um macho, livre e feliz.

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Comentários

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Que delicia...Que metida mais gostosa...Podia ter relatado melhor vocês dois fisicamente, idade. Mas no geral ótimo conto.

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Viajar ao DF pra te conhecer passou a ser minha meta de vida!

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