O Melhor Remédio para a DR

Um conto erótico de Ingrid
Categoria: Heterossexual
Contém 581 palavras
Data: 23/10/2021 15:58:03
Última revisão: 16/03/2026 14:38:30

Esta é a primeira vez que escrevo sobre minhas aventuras. Na verdade, é um relato simples sobre algo que todo casal vive: aqueles momentos de ajuste, a famosa DR. Fui à casa do "bonito" — um negão de 1,80 m, safado e com uma pegada de "cachorro" que sabe me deixar louca só pelo toque.

​Eu sou a Ingrid: morena, dona de seios fartos, bunda grande e olhos claros que hipnotizam. Cheguei disposta a discutir, joguei tudo o que sentia na mesa, mas ele, como todo homem quando é cobrado, tratou o assunto com uma calma irritante. Terminei meu desabafo e, sem dizer uma palavra, ele simplesmente tirou a roupa e exibiu aquele pau monumental em cima de mim. Tentei me fazer de difícil, estava chateada, mas a verdade era uma só: eu estava no finalzinho da menstruação e, como toda mulher sabe, a libido estava nas alturas. Eu estava louca para dar.

​Ele insistiu. Começou a me beijar e eu fui amolecendo. Ele abusava do meu corpo com uma mão boba e experiente, sussurrando no meu ouvido enquanto eu tentava, sem sucesso, avisar que "estava naqueles dias". O safado ignorou meus protestos, concentrado em me apertar, em sentir minha pele, até que levantou meu sutiã e começou a chupar meus seios com uma voracidade que é meu ponto fraco absoluto.

​Fomos para o quarto. Quando tirou minha roupa, minha intimidade já estava ensopada. O pau dele, latejando de tão duro, roçava em mim aumentando o calor a níveis insuportáveis. Ele parou tudo por um segundo apenas para ligar o ar e o ventilador, e voltou com a mesma pressão avassaladora.

​Ele começou a me chupar. Eu estava de absorvente interno (OB), e ele tem um jeito todo especial: foca no clitóris com uma precisão cirúrgica. Ele adora e sabe fazer um sexo oral delicioso. Gozei a primeira vez, gozei a segunda... e enquanto a língua dele trabalhava, seus dedos exploravam meu cu, me fazendo contorcer na cama. Ele parava, me olhava nos olhos a cada lambida e perguntava, com um sorriso cínico, se eu queria que parasse. Ele via meus espasmos e sabia que minha resposta era o silêncio do puro prazer.

​De repente, um calor inexplicável subiu pelo meu corpo. Quando vi, estava esguichando. Um jato de líquido inundou a boca dele, molhando seu rosto como se ele fosse uma criança brincando em um chafariz. Pela segunda vez na vida, eu tive um squirt. Que sensação maravilhosa!

​A essa altura, mandamos a menstruação para o espaço. Ele já tinha retirado o meu absorvente e eu montei no seu colo. Eu rebolava com uma fúria tamanha que, se estivesse num concurso de dança, levaria o troféu. Sentir aquele mastro dentro de mim enquanto ele me chamava de "puta", "vadia" e "safada" me deixava arrepiada. Meus seios estavam na boca dele, seus dedos estavam novamente no meu cuzinho e o tesão já controlava cada nervo do meu corpo. Quando finalmente nos levantamos, o cenário era de guerra: a cama estava toda marcada pelo nosso suor e sangue.

​Tomei um banho demorado, passei meu creme e fui para o plantão noturno. A chuva que caía lá fora não conseguiu apagar o sorriso no meu rosto. Nem os pacientes mais difíceis tiraram minha alegria, afinal, uma mulher que fode gostoso não quer guerra com ninguém.

​Espero que tenham gostado. Tenho outros relatos guardados, e o próximo será sobre o dia em que ele me fez uma surpresa... e eu adoro surpresas.

​Beijos, Ingrid.

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