Esta é a primeira vez que escrevo sobre minhas aventuras. Na verdade, é um relato simples sobre algo que todo casal vive: aqueles momentos de ajuste, a famosa DR. Fui à casa do "bonito" — um negão de 1,80 m, safado e com uma pegada de "cachorro" que sabe me deixar louca só pelo toque.
Eu sou a Ingrid: morena, dona de seios fartos, bunda grande e olhos claros que hipnotizam. Cheguei disposta a discutir, joguei tudo o que sentia na mesa, mas ele, como todo homem quando é cobrado, tratou o assunto com uma calma irritante. Terminei meu desabafo e, sem dizer uma palavra, ele simplesmente tirou a roupa e exibiu aquele pau monumental em cima de mim. Tentei me fazer de difícil, estava chateada, mas a verdade era uma só: eu estava no finalzinho da menstruação e, como toda mulher sabe, a libido estava nas alturas. Eu estava louca para dar.
Ele insistiu. Começou a me beijar e eu fui amolecendo. Ele abusava do meu corpo com uma mão boba e experiente, sussurrando no meu ouvido enquanto eu tentava, sem sucesso, avisar que "estava naqueles dias". O safado ignorou meus protestos, concentrado em me apertar, em sentir minha pele, até que levantou meu sutiã e começou a chupar meus seios com uma voracidade que é meu ponto fraco absoluto.
Fomos para o quarto. Quando tirou minha roupa, minha intimidade já estava ensopada. O pau dele, latejando de tão duro, roçava em mim aumentando o calor a níveis insuportáveis. Ele parou tudo por um segundo apenas para ligar o ar e o ventilador, e voltou com a mesma pressão avassaladora.
Ele começou a me chupar. Eu estava de absorvente interno (OB), e ele tem um jeito todo especial: foca no clitóris com uma precisão cirúrgica. Ele adora e sabe fazer um sexo oral delicioso. Gozei a primeira vez, gozei a segunda... e enquanto a língua dele trabalhava, seus dedos exploravam meu cu, me fazendo contorcer na cama. Ele parava, me olhava nos olhos a cada lambida e perguntava, com um sorriso cínico, se eu queria que parasse. Ele via meus espasmos e sabia que minha resposta era o silêncio do puro prazer.
De repente, um calor inexplicável subiu pelo meu corpo. Quando vi, estava esguichando. Um jato de líquido inundou a boca dele, molhando seu rosto como se ele fosse uma criança brincando em um chafariz. Pela segunda vez na vida, eu tive um squirt. Que sensação maravilhosa!
A essa altura, mandamos a menstruação para o espaço. Ele já tinha retirado o meu absorvente e eu montei no seu colo. Eu rebolava com uma fúria tamanha que, se estivesse num concurso de dança, levaria o troféu. Sentir aquele mastro dentro de mim enquanto ele me chamava de "puta", "vadia" e "safada" me deixava arrepiada. Meus seios estavam na boca dele, seus dedos estavam novamente no meu cuzinho e o tesão já controlava cada nervo do meu corpo. Quando finalmente nos levantamos, o cenário era de guerra: a cama estava toda marcada pelo nosso suor e sangue.
Tomei um banho demorado, passei meu creme e fui para o plantão noturno. A chuva que caía lá fora não conseguiu apagar o sorriso no meu rosto. Nem os pacientes mais difíceis tiraram minha alegria, afinal, uma mulher que fode gostoso não quer guerra com ninguém.
Espero que tenham gostado. Tenho outros relatos guardados, e o próximo será sobre o dia em que ele me fez uma surpresa... e eu adoro surpresas.
Beijos, Ingrid.
