Fui Flagrada Mamando o Colega No Estágio

Um conto erótico de Paty
Categoria: Heterossexual
Contém 572 palavras
Data: 06/11/2021 17:02:05
Última revisão: 16/03/2026 15:57:30

Esta é a primeira vez que escrevo um relato verídico. Depois de ler algumas histórias, me senti animada para compartilhar um flagrante inusitado que vivi. Hoje, olho para trás e dou risada do "supetão" que levamos.

​Vou me apresentar: sou Paty. Negra, peituda, dona de uma bunda arrebitada e, modéstia à parte, linda. Tenho 1,70 m e essa história aconteceu há uns 10 anos, quando eu tinha 26 e comecei meu estágio em radiologia no plantão de sábado, em um hospital público de grande porte no Rio de Janeiro.

​No início, tudo é novidade. A gente percebe rápido que a teoria da sala de aula não bate com a prática caótica de um hospital público. Você circula por tudo: exames no leito, centro cirúrgico... E em meio a essa rotina, havia um técnico. Ele era metido, grosso e até um pouco chato, mas tinha algo que me prendia. Também era negro, lindo e, apesar do gênio difícil, eu não conseguia parar de observá-lo a cada plantão.

​Certo dia, ele me pegou pelo braço — uma surpresa deliciosa — e me conduziu até a câmera escura, que ficava no subsolo do setor ambulatorial. Entramos e, sem dizer uma única palavra, ele me prensou e me beijou. Eu me entreguei na hora. Em uma conversa rápida entre carícias, ele confessou que também me paquerava e resolveu ser ousado. Estávamos no auge dos beijos quando o supervisor bateu na porta, perguntando se o "bonito" estava bem, já que ele tinha sumido do posto. Sem abrir, ele respondeu que estava tudo sob controle. Assim que o supervisor se afastou, voltamos ao que interessava: mão boba, boca boba e um sexo oral inesquecível, onde fiz questão de sentir o gosto do seu gozo pela primeira vez.

​A partir dali, meus plantões ganharam um novo sentido. Eu ia para o estágio com uma alegria renovada para "aprender". Nos encontramos fora dali, em motéis, mas o ápice da nossa história aconteceu no lugar menos provável.

​Eu sou apaixonada por chupar um pau, e o Marcos tinha uma piroca maravilhosa. O FDP era dotado; aquele mastro mal cabia na minha boca, e como eu adoro desafios, me dedicava com maestria. Éramos como corda e caçamba: onde tinha uma oportunidade, tinha safadeza. Até que, em um plantão, entramos no banheiro e ele colocou aquela jeba para fora.

​Ajoelhei-me instantaneamente. Estava ali, me deliciando, lambendo e chupando com vontade, ansiosa pelo leite que ele sempre jorrava na minha boca, quando a porta se abriu. Era o Léo, outro estagiário. Ele ficou paralisado, segurando a maçaneta, com os olhos arregalados, sem saber se entrava ou se corria. Eu? Dei de ombros. Continuei o serviço como se nada estivesse acontecendo. Ele recuou e encostou a porta. O Marcos, num reflexo rápido, trancou o trinco e, segundos depois, gozou fundo na minha garganta.

​Tive o prazer de deixá-lo limpinho, fazendo cada movimento com a cara de puta deslavada que o momento pedia. Saímos do banheiro com ele de saquinho vazio e eu com aquele sorriso de satisfação. O coitado do Léo veio até pedir desculpas depois, mas como ele ia imaginar que encontraria aquela cena? Foi uma loucura que jamais esquecerei.

​Eu faria tudo de novo, independentemente do flagrante. Reviveria cada segundo daquela tensão.

​E você? Já foi flagrado na hora H? Já viveu uma loucura inesquecível em pleno ambiente de trabalho? Deixe seu relato, quero muito ler!

​Espero que tenham gostado da minha pequena aventura.

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Fiz sexo oral no meu chefe no local de trabalho, depois de um tempinho nos casamos, rs rs rs

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