"Sou a Mel, e você já deve ter lido meus relatos: no banheiro da loja de fast food, na loja onde trabalhei e o desafio dos trinta dias de entrega total. Quero fazer uma retrospectiva dos momentos com meu algoz do sexo — um homem negro, cafajeste e canalha que virou minha vida do avesso. Morando sozinha, eu o recebia quase todas as noites; ansiava por ele. Aquele pilantra arrancava minha roupa já na entrada; era tão automático que eu só descobria a cor da minha calcinha no final do ato.
Ele chegava com tanta volúpia que, quando eu percebia, já estava de cabeça para baixo no 69 em pé — uma posição deliciosa. Fizemos em todo lugar: na escada, no sofá, na área de serviço, debruçada na pia, no colo, contra a parede da geladeira ou no box com o chuveiro ligado. O sabonete caía 'de propósito' (risos). Até a urina dele em mim me causava um tesão absurdo; sentir os jatos no rosto e no corpo enquanto ele me penetrava com voracidade diante do espelho da pia. Meu corpo sofria, mas eu amava.
Ele debochava do meu jeito de gozar — eu grito mesmo, é transcendental. Com ele, descobri o squirt, descobri o prazer de ser explorada e o êxtase dos orgasmos múltiplos. Acordo com a intimidade encharcada, sendo despertada na madrugada por carícias que eu nunca vivi no casamento. Hoje, falo abertamente sobre isso com minhas filhas e dou conselhos às minhas amigas; algumas acham que é fantasia, mas é minha realidade.
Uma das cenas marcantes foi quando ele chegou por trás enquanto eu estava de top e calcinha. Ele apertou meus seios — meu ponto fraco — e ordenou: 'Vai fazer meu café da manhã assim'. Fui sodomizada enquanto passava o café, tentando me concentrar para não me queimar enquanto ele me possuía por horas. Gozei cinco vezes seguidas, minhas pernas tremiam. Já dei para ele até no portão da vila onde moro, no escuro, com medo de alguém chegar. No dia seguinte, mal consigo sentar; a região fica inchada e preciso usar pomada para aliviar, mas o desejo nunca acaba. Homem goza com qualquer uma, mas mulher precisa dessa conexão visceral. Eu me permito e foda-se as críticas."
