"Após um ano sem me entregar ao homem mais cafajeste que já tive na vida, ontem eu cedi e fui à casa dele. Sim, aquele negro canalha e safado que já citei nos meus contos (o do banheiro do fast food e o da loja onde trabalhei). Não resisti à saudade e o procurei; desbloqueei o WhatsApp, mandei fotos e venci o orgulho, incentivada pelos amigos que já não aguentavam mais minhas lamúrias quando eu bebia.
Saí do trabalho, tomei banho, coloquei uma calcinha minúscula e, às 23h30, estava na porta dele. Mal entrei e, enquanto avisava minha filha que estava bem, ele já arrancou meu top, apalpou meus seios e abriu minha bermuda. Sem preliminares românticas, ele foi direto ao ponto: me colocou debruçada na mesa e usou a língua com uma vontade que me fez sair da órbita terrestre. Ele já tinha prometido isso nas mensagens, mas a realidade foi muito mais intensa.
O pau já estava enorme. Ele não perde tempo com beijos ou abraços; vai direto ao meu ponto fraco. Como eu estava há muito tempo sem esse contato, ele insistiu nas carícias íntimas com a língua até me preparar. Depois, veio a penetração bruta. Ele me segurava pelos braços, sem pena, como se estivesse testando meus limites. Eu tentava ditar o ritmo, mas ele assumia o controle total. Com a câmera do celular ligada, eu precisava silenciar meus gritos — ele prefere o silêncio — então chupava meus próprios dedos, fazendo caras e bocas que só vi depois no vídeo. Gozei várias vezes, sentindo cada estocada no fundo da alma.
O orgasmo nessa entrega é algo ímpar, transcendental. Meu ex-marido achava tudo isso sujo ou imoral, mas com esse cafajeste, eu descobri um prazer indescritível. Eu me tremo, me arrepio e sinto vontade de chorar e sorrir ao mesmo tempo.
Depois de uma trégua no banho, fomos para a cama com o ar-condicionado ligado. Mesmo exausta, ele me despertava falando baixinho no meu ouvido as palavras mais sujas: 'puta', 'vagabunda', 'vou te deixar marcada'. Essas palavras entram na minha mente e me deixam louca. Ele me possuiu de lado, alternando estocadas que me fizeram gozar umas quatro vezes seguidas.
Dormimos meia-noite, mas às quatro da manhã ele já estava me puxando novamente. Ele não entende a palavra 'chega'. Ele me maltrata, me deixa dolorida e cheia de hematomas de mordidas no pescoço e na bunda — e eu adoro cada marca. Às 4h40, ele saiu para a labuta e eu voltei para casa. Cheguei faminta, tomei café e já me preparei para a academia, torcendo para não ter nenhum exercício sentado hoje (risos). A dor existe, a pomada está no lugar, mas os orgasmos fizeram cada segundo valer a pena. Com certeza, eu faria tudo de novo.
Até a próxima aventura."
