"Com um bombardeio de mensagens no WhatsApp, todas com classificação 18 anos, a ordem mais marcante foi a obrigação de lamber seu corpo por inteiro antes de penetrá-la. Exatamente desse jeito. Essa é a Mel: uma mulher de 1,70 m, branca, peituda, dona de uma bunda linda e extremamente safada. Ela se define com a frase: 'Eu não sou normal, penso em sexo 24 horas por dia'. Começa o dia enviando fotos seminua, deitada de bruços ou de quatro para o espelho, sempre com o rabo em evidência e mensagens descrevendo seus desejos.
Eu, obviamente, adoro. Crio expectativa a cada sinal sonoro do celular; o tesão toma conta e a mente ferve com as putarias que leio. Conto os minutos até o encontro no final do dia. Devolvo na mesma moeda, inclusive com áudios informando como ela será tratada: os tapas, os puxões de cabelo e o boquete com ela agachada, olhando-me fixamente. Ela mama como uma bezerra.
Na hora do encontro, estou afiado. As ordens enviadas durante o dia são executadas com excelência. Exploro cada centímetro dela enquanto ela rebola; minha língua não cansa até deixá-la no ponto de bala. Quando começo a penetração, sinto o domínio total. Ela posiciona o celular, gosta de assistir depois. Eu encaro a câmera no melhor estilo ator pornô. Ela já está em transe, chupando os próprios dedos e fazendo caras e bocas enquanto o celular, preso ao suporte na parede, registra tudo. Os gemidos tomam conta e as ordens dela aumentam: 'me fode', 'come meu cu', 'não para!'.
Controlo meu ritmo para não gozar antes dela — um erro deprimente que evito. Prefiro o silêncio para me concentrar, embora os gemidos dela sejam um combustível à parte. Volto a me dedicar ao prazer dela com a boca e os dedos até que ela atinja o ápice, ensopada e vibrando.
Então, retomo o comando. Ela cavalga como uma amazona em busca de medalha de ouro. Sinto o meu gozo vindo, mas continuo a castigá-la com prazer. Coloco-a de ladinho na cama e ocupo seu espaço mais íntimo; ela aceita sem reclamar, o calor ali é indescritível. Sussurro no ouvido dela: 'Piranha, vou comer seu cu até gozar'. Ela empina, rebola, suada... o ar-condicionado não dá vazão ao nosso calor. Eu gozo gemendo, e ela grita: 'Goza dentro, fdp!'.
No banho, debaixo do chuveiro, o jogo continua. O sabonete cai com uma frequência suspeita, e a recompensa é sempre uma nova investida por trás. Sexo com a Mel é maravilhoso; ela é uma mulher incrível, sexy e atraente. Depois, o lanche é obrigatório, porque a fome que vem depois de uma entrega dessas é o próximo capítulo (risos). Temos a fantasia do caminhão na rua e garanto que será realizada em breve. Terei o maior prazer em relatar.
Beijos e até a próxima."
