​O Caminhão da Meia-Noite : Sem Calcinha na Madrugada

Um conto erótico de Mel
Categoria: Heterossexual
Contém 375 palavras
Data: 28/11/2021 11:14:50
Última revisão: 18/03/2026 07:50:08
Assuntos: Anal, Fantasia, Fetiches, Oral

"Oi, aqui estou eu de novo, a Mel. Você com certeza já leu algum relato verídico que postei. Hoje, quero registrar uma fantasia que tenho — aliás, quem não tem fantasias sexuais? Quem nunca se masturbou imaginando algo diferente, louco ou fora da rotina? Confesso que tenho várias, mas a que vou transcrever agora ainda não realizei, embora pretenda fazer exatamente do jeito que vou reportar.

​O cafajeste, esse meu 'negão' safado que me introduziu no mundo da libertinagem e do sexo anal, transformou-me em uma viciada. Hoje, confesso: prefiro a entrega total. Sou mulher, morena, com seios fartos, 1,75 m, mãe, avó, separada e, sim, muito gostosa. Tenho um tesão enorme e indescritível em me entregar por completo. Ele me domina, explora cada limite e abre minhas nádegas com vigor. Quando ele usa a língua para me preparar, sinto-me no terceiro céu; gozo com uma facilidade absurda. Adoro a posição clássica, mas o ápice no sexo anal é muito mais intenso.

​Já vivemos de tudo: no banheiro do fast-food, com o rosto marcado pelo sêmen no caminho de casa, na praça atrás de uma árvore, na portaria da casa da mãe dele e até no portão da vila onde eu morava. Mas o desejo que realizarei em breve é este: quero ser possuída na rua, de preferência atrás de um caminhão, no silêncio da madrugada. Estarei de vestido, sem calcinha, levando na bolsa apenas o celular e lenços umedecidos.

​Ao chegar, não quero carinho; quero ser dominada. Quero sentir o peso das mãos dele, o puxão de cabelo e a urgência do momento. Vou me agachar para satisfazê-lo até quase engasgar, deixando a saliva lubrificar o caminho. Então, levantarei o vestido e pedirei que ele me tome. Ele o fará sem pena, segurando minha cintura para que eu não escape, enquanto me vejo contorcer de prazer. Ele vai me possuir até que eu atinja o ápice. Depois, quero que ele deposite tudo em mim. Quero voltar para casa sentindo o rabo 'cheio de leite', como costumamos dizer, sentindo o líquido escorrer pelas pernas enquanto tento controlar o tremor dos meus passos.

​O que achou da minha fantasia? Você já realizou as suas? Deixe seu relato, quero conhecer sua história. Beijos e até a próxima!"

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