Continuando nossa história de quando comecei a trair meu corninho, se quiserem saber como eu sou, como o Rodrigo é, leia nossos contos anteriores.
--- UMA SEMANA INESQUECÍVEL ---
Como relatei no conto anterior, Rodrigo falou que ia conseguir vir para passar a semana inteirinha comigo, aproveitar que meus pais estavam viajando pra SP e o meu corninho (adoro chamar ele assim) estava em uma filial da empresa em outro estado.
No dia seguinte, acordei já era por volta de 9 da manhã, levantei rapidamente pois perdi noção da hora e sabia que o Rodrigo viria e tinha que me preparar para esperar ele deliciosamente.
Fui pra cozinha, pois saco vazio não para em pé (a não ser o dele quando eu deixo todo vazio rs), preparei um café da manhã leve, afinal, tinha alguns planos para aguardá-lo. Após isso, fui pro banheiro do meu quarto me arrumar, eu faço depilação a laser, então passei apenas um creminho após meu banho, fiz praticamente um checklist do meu corpinho, se estava tudo ok e fui organizar o quarto pra gente.
Eu tenho alguns brinquedinhos, nada demais, algo que a maioria das meninas tem ou teve vontade de ter. Não, eu não comprei nenhuma rola de borracha, não vejo graça em brincar (não via até então) com de mentira se posso brincar com um de verdade. Eu tenho um pequeno vibradorzinho, algemas (aquelas com pompom em volta), uma venda de seda linda na cor vermelha e alguns outros itens. Deixei todos organizador na mesa de cabeceira, de modo com que Rodrigo pudesse escolher usar algo em mim.
Com exceção do vibradorzinho, que volta e meia eu brincava sozinha, os outros itens havia comprado para apimentar a relação, mas como falei, o Miguel, meu esposo e corninho, não sei porque, sempre foi tradicional desde o namoro, então nunca ele experimentou nada comigo (o que é uma chateação). Fora os brinquedinhos, deixei umas loções e cremes bem posicionados para que talvez Rodrigo utilizasse algo.
Por volta de 11:30 Rodrigo me liga, disse que já estava a uma quadra de minha casa, então deixei o portão aberto e assim que ele entrou eu o fechei.
Rodrigo desceu do carro segurando apenas uma mochila, eu estava na porta apenas com meu pijaminha transparente, com um pé apoiado no canto da porta, ele chegou perto de mim, me abraçou apenas com uma mão, instintivamente eu pulei em seu colo, e cruzei minhas pernas para não cair, ele apenas largou a mochila e começamos nossa pegação. Que homem mais cheiroso, que pegada deliciosa, eu sabia também que muito era por ser “proibido e escondido”, mesmo assim me entreguei inteira para ele, para que fizesse o que quisesse comigo.
Ele me levou pra dentro de casa, ainda me beijando, empurrou a porta, que bateu até com certa força e me disse:
Rodrigo: “Portas fechadas para abafar o som, quero ver minha putinha, minha cadelinha gemer bem alto mas ninguém vai poder escutar”
Eu: “Para Rodrigo, não me chama assim”
Rodrigo: “Assim como?”
Eu: “Com esses termos”
Rodrigo: “E você é o que então?”
Eu: “Não sei, mas assim não”
Eis que ele me deu um tampa forte na bunda, doeu, mas, ao mesmo tempo, fiquei com muito tesão (me molhei na hora) e me deu um beijo que fiquei literalmente sem ar.
Rodrigo: “Me responde, o que você é então?”
Eu: “Sua…”
Rodrigo: “Minha o que?”
Eu: “O que você quiser”
Rodrigo: “Não te dei essa liberdade, você é o que?”
Eu: “Sou sua Rodrigo, sua… sua… putinha”
Rodrigo: “E o que mais?”
Eu: “Precisa de mais?”
Nisso ele me deu outro tapa na bunda, nos ainda estávamos em pé, então após o tapa ele apertou muito meu bumbum e perguntou novamente:
Rodrigo: “Quero saber, o que mais?”
Eu já não tinha mais forças, estava completamente entregue, ele mal havia chegado e estava toda trêmula, pingando de tesão, e pelo volume em sua calça ele também estava. Sem perceber fiquei de quatro e falei pra ele.
Eu: “Sou toda sua Rodrigo, sua putinha, sua cadelinha, sou o que você quiser que eu seja”
Ele veio e me deu um tapa na bunda, fiquei sem entender nada, falei o que ele queria, eis que ele fala:
Rodrigo: “Muito bem putinha, mas ficou de quatro porque? Não te dei ordem nenhuma, agora, levanta, espero que tenha feito algo bem gostoso de almoço, você também está com fome?”
Eu: “Fiz sim, tinha uma lasanha, deve estar pronta, pode almoçar pois não estou com fome.”
Rodrigo: “Mesmo que estivesse, quem disse que ia comer comida?! Enquanto eu almoço, você vai me chupar bem gosto, entendido?”
Apenas concordei com a cabeça, e lá estava eu, Rodrigo sentado almoçando e eu embaixo da mesa chupando aquela rola deliciosa, cheirosa, e ele me tratando assim, algo que nem um outro casinho que tive antes de casar nem meu marido havia feito, fiquei completamente entregue.
Rodrigo não almoçou muito, forçou minha boquinha até a base de seu pênis, depois me afastou, levantou e me levantou, deu um beijo em minha testa e falou que ia escovar os dentes, que era para eu esperá-lo no quarto, completamente peladinha pra ele. Apenas obedeci e aguardei a chegada dele.
Ele entrou no meu quarto, estava aguardando ele peladinha, de quatro em minha cama, ele apenas sentou na poltrona ao lado e ficou observando até me perguntar:
Rodrigo: “Bella, tudo bem agirmos assim?”
Eu: “Assim como gostoso?”
Rodrigo: “Da forma que cheguei, o que achou?”
Eu: Então, de começo achei muito pesado, quando me deu o tapa então…”
Ele me interrompeu
Rodrigo: “Me senti mal por isso, queria…”
Interrompi ele
Eu: “Me deixa terminar. Então, nos primeiros tapas achei muito estranhos, doeu de verdade, mas, ao mesmo tempo, me deu um fogo enorme, então, do jeito que me chamou, de sua putinha, sua cadelinha, também foi estranho, mas, ao mesmo tempo, excitante, então tudo bem, gostei de ser chamada e usada assim”.
Rodrigo: “Que bom então, fico tranquilo, mas e ai, qual era a surpresa que iria me mostrar?”
Eu: “Você realmente não viu?”
Rodrigo: “Eu por acaso tenho cara de Charada?
Eu: “Chega mais perto, olhe bem…”
Nisso Rodrigo se levanta, ao olhar bem ele ficou praticamente possesso, tirando eu estar totalmente nua, depiladinha, um dos meus brinquedinhos era um plugzinho, era pequeno, porém como nunca havia feito isso, foi complicado de colocar. Como eu estava de quatro, Rodrigo ficou louco, caiu de boca no meu cuzinho e bucetinha, eu tinha espasmos de prazer, ele então me chupava e enfiava o dedinho na minha bucetinha, não demorou muito e gozei bem gostoso, ele que bobo não era nada e percebendo que havia gozado, apenas tirou sarro da situação.
Rodrigo: “Já?”
Eu: “Pra você ver como me deixa”
Rodrigo: “Mas é mesmo uma putinha, está doida pra dar esse cuzinho né?”
Eu: “Quero muito, sempre tive vontade mas nunca consegui”
Rodrigo: “Isso quer dizer que…”
Eu: “Isso mesmo, você que vai tirar a virgindade do meu cuzinho”
Achei que não havia como ele ficar mais tarado, estava enganada, e como estava, mesmo ele ainda de roupa, o volume na calça era considerável. Ele me pediu pra que eu ficasse em uma posição mais confortável pra mim (ao mesmo tempo que era dominante, ele também era carinhoso e cuidadoso, isso mexe até hoje comigo quando estamos juntos). Eu disse que gostei dessa posição quando fizemos, porém ele disse que ainda ia abusar muito de mim antes de me comer, queria me ver completamente entregue, então ele me colocou de barriga pra cima. Ele percebeu que eu tinha alguns brinquedinhos, então ele perguntou:
Rodrigo: “E isso tudo ali?”
Eu: “Falei que ia fazer uma surpresa não era? Então, está tudo ao seu dispor, para usar como quiser em mim”
Ele não falou mais nada, aproximou da mesa, achei que ele pegaria o vibrador mas não, a primeira coisa que pegou foi a venda, fiquei surpresa, porém muito excitada.
Rodrigo: “O que acha?”
Eu: “Não tenho que achar nada, sou apenas sua putinha”
Rodrigo: “Pois bem então”
Rodrigo me sentou na cama, veio passando o tecido da venda por todo meu corpinho, passou em meus biquinhos, que a essa altura estava completamente rígidos, ele percebendo, apertou levemente e soltei um gritinho, ele continuou seguindo até me vendar. Delicadamente, ele segurou meu pescoço e me guiou até me deitar na cama.
Rodrigo: “Já que é assim, quero brincar muito com você antes de qualquer coisa”
Eu: “Isso, brinca que eu adoro”
Rodrigo: “Quem te permitiu falar?”
Eu: “Eu achei que…”
Rodrigo: “Você não acha nada, putinha obedece e cadelinha não fala, onde fica suas calcinhas?”
Eu: “Primeira gaveta”
Rodrigo pegou uma de minhas calcinhas, veio com seu lábio de encontro ao meu, quando abri minha boca para beija-lo ele colocou toda calcinha em minha boca.
Rodrigo: “Agora sim, vai gemer bem caladinha, abafada”
Concordei com a cabeça, não sabia o que ele faria comigo, estava vendada, praticamente imobilizada (achava que sim). Então sentido Rodrigo puxando meu braço, então tive certeza que estava sendo imobilizada. Ele pegou as algemas e prendeu meus braços pelas costas, agora sim, estava vendada, amordaçada e algemada, não havia muito o que pudesse fazer.
Rodrigo: “Então minha putinha, como vou te punir e tratar por ser infiel? Trair o ser marido, o pai de sua criança?
Senti Rodrigo se aproximando de minha bucetinha e algo entornando sobre ela. Ele pegou um dos cremes e começou a passar por todo meu corpo, começando lá embaixo e subindo bem devagar, acariciando completamente. Desceu até meus pés e fez uma massagem muito gostosa. Do nada ele parou, fiquei uns 5 minutos, não tenho certeza do tempo, quando senti que algo me penetrou. Ele havia colocado meu vibradorzinho em mim e ligou no máximo. Rapidamente o vibrador escorregou entre minhas pernas, eu estava muito molhada.
Rodrigo: “Até essa minha bucetinha é teimosa, igual à dona, vamos resolver isso”
Senti que ele estava me vestindo, ele disse que colocaria uma calcinha em mim, eu tinha que ser punida antes de qualquer coisa, assim que ele terminou de me vestir, puxou a calcinha pro lado e novamente enfiou todo o vibrado em mim e voltou a calcinha para o lugar, agora sim o vibrador não saia mais.
Rodrigo: “Vamos ver quantas vezes você aguenta gozar sem implorar pra que eu coma seu cuzinho, vamos ver se realmente está entregue a mim.”
Eu realmente estava, não conseguia falar pois estava com uma calcinha dentro da boca, não demorou muito e gozei muito forte, me contrai toda, não conseguia mexer minhas mãos, única coisa que consegui fazer ao gozar foi me revirar na cama.
Estava voltando a mim quando escutei um celular tocar, puta merda, era o meu, logo agora?
Rodrigo: “Que tal apimentarmos um pouco mais? Não se preocupe, deixa eu tirar isso de você”
Rodrigo então retirou a mordaça de minha boca.
Eu: “Meu telefone, cadê?”
Rodrigo: “Você manda em algo?”
Eu: “Pode ser importante?”
Rodrigo: “É seu corninho, iai, o que quer fazer?”
Era hora do Miguel me ligar? Mesmo assim, falei que teria que atender, pedi pra ele tira a venda e as algemas, porém ele disse que não.
Rodrigo: “Negativo”
Eu: “Como assim, tenho que falar com ele”
Rodrigo: “Vai falar assim, desse jeito, e agradece que tirei a calcinha de sua boca para não responder apenas gemendo.”
Quando ele falou isso, me veio um tesão e angustia incrível, como assim ia ter que falar com meu marido, estando algemada, vendada, com um plugzinho e um vibrador ligado? Perdi a primeira tentativa de ligação.
Eu: “Tá vendo, eu não atendi, e agora?
Rodrigo: “Não se preocupa, o corninho vai ligar novamente”
Eu: “E se ele não ligar?” (nem completei a frase e lá estava ele ligando)
Rodrigo: “Vou colocar no viva voz, então tente não fazer muito barulho”
Eu: “Não, pera” (ele já havia atendido o telefone e colocou ao meu lado”
Miguel: “Oi amor, com quem está falando?”
Eu: “Oi, hmmm, era sozinha, tudo bem ai?”
Miguel: “Tudo sim, e por ai?”
Eu: “Tuuu...do bem também”
Miguel: “Tudo mesmo? Está com voz estranha, ofegante”
Eu: “Tôo simm, ai” (levei um susto, o Rodrigo chegou minha calcinha pro lado e começou a me chupar muito gostoso, com meu vibrador ainda dentro)
Rodrigo: “Quero ver falar putaria pro corninho” (ele falou sussurrando em meu ouvido)
Eu: “Tá doido, ele pode perceber” (falei sussurrando de volta)
Rodrigo: “Apenas obedece putinha” (disse sussurrando)
Antes de concordar, ele enfiou pelo menos 2 dedinho na minha bucetinha e começou a movimentar o plug que estava em meu bumbum. Soltei um grito de susto muito alto.
Miguel: “Amor, tudo bem ai, fala comigo”
Eu: “Tudo sim” (quase gozei com ele fazendo isso)
Miguel: “Que grito foi esse?”
Eu: “Era...hmm...era, uma barata, levei um susto”
Miguel: “Percebi”
Eu: “Amor?”
Miguel: “Oi anjo”
Eu: “O que vai fazer comigo quando chegar?”
Miguel: “Minha gatinha está fogosa é?”
Eu: “Uhnn...hmmm” (me contorcendo enquanto o Rodrigo brincava comigo)
Miguel: “Vou te pegar bem gostoso, te encher de leite, e você, o que vai fazer comigo?”
Eu: “Nada, vou dar pra outro e te chamar de corninho” (falei sem pensar)
Miguel: “Então vai imaginar outro enquanto estou te comendo?”
Eu: “Não, eu literalmente vou te fazer virar corninho, você só vai poder me tocar se meu dono deixar”
Miguel: “Safadinha, não sei o que está acontecendo mais você me deixa com muito tesão”.
Eu: “Eu sou uma putinha e uma cadelinha que apenas obedece e fala quando o dono dela deixa” (senti que Rodrigo havia removido o vibrador)
Miguel: “Nossa amor, para, estou no meu do serviço, como vou fazer pra me aliviar agora?”
Eu: “Não vai, só vai quando eu deixar” (Rodrigo soltou as algemas, achei que ele ia deixar eu conversar normal com meu marido)
Miguel: “Agora é assim então, só posso ter prazer se você autorizar?
Eu: “Isso mesmo, apenas se sua dona deixar” (Rodrigo me colocou de quatro novamente e puxou o plugzinho de uma vez do meu cuzinho, deu tempo de apenas dar um grito)
Miguel: “Amor, que isso, que grito foi esse?”
Eu: “A barata amor, voltou, vou matar ela” (senti Rodrigo jogando algo molhado buraquinho e passando a cabeça na entradinha)
Miguel: “Mais tarde te ligo, vou deixar você com a caça barata”
Eu: “Ok, beijos, te amo corninho”
Deu apenas tempo de desligar a chamada, Rodrigo puxou o laço da venda, ele já estava posicionado atrás e começou a enfiar toda sua pica em meu cuzinho, bem lentamente, até chegar na base. Estava completamente preenchida, quando senti que a pica acabou de entrar, eu que estava de quatro, apenas fiquei com meu bumbum empinado para que ele fizesse o que quisesse, soltei um grito de dor e prazer, a dor logo passou e ficou apenas o prazer.
Rodrigo: “Então minha putinha agora está autorizada a falar, tá muito excitada gostosa?”
Eu: “Hmmm, tô sim, acaba comigo, come meu cuzinho, seja meu primeiro e único a comer ele”
Rodrigo: “Isso é verdade putinha, vou ser o único que pode comer ele”.
Ele se aproveitando da situação, puxou meu cabelo, como se fosse uma rédia da égua que eu era, começou a me dar alguns tapas no bumbum, gozei muito, não imaginava ser possível que isso ocorresse. Ele me deitou com a barriga pra cima, sentida meu cuzinho latejando quando ele tirou sua rola, ele tirou a camisinha e partiu comer minha bucetinha, chupar meus peitos, me apertar inteira.
Rodrigo: “Vem por cima”
Mais que prontamente, ele se deitou e não perdi tempo, encaixei sua rola dura na minha bucetinha e comecei a cavalgar gostoso, ele me puxou de encontro ao seu corpo e começou a bombar muito forte, percebi que ele estava quase gozando, até que ele parou.
Eu: “Porque parou?”
Rodrigo: “Porque você vai encaixar meu pau em seu cuzinho e vou encher ele de porra”
Eu: “Sim senhor”
Levantei uma das pernas, tirei aquela rola dura da minha bucetinha e comecei a sentar bem devagar na sua rola, do nada, eu estava começando a descer, ele me puxou com tudo pra baixo, parecia que eu iria ser empalada, entrou tudo de uma vez, urrei de dor e prazer. Ele aguardou um tempo até eu me acostumar, ficou alisando meus cabelos, até que me levantei e comecei a rebolar bem lentamente.
Eu estava quase gozando, Rodrigo então me puxou para perto de seu corpo e tomou conta da situção, falou em meu ouvidinho pra gozarmos juntinhos, apenas acenei com a cabeça concordando, então começamos a nos beijar freneticamente, senti que nossa respiração acelerou, comecei a gemer bem alto de prazer, senti que iamos gozar, me levantei e continuei cavalgando, ele puxou meu cabelo para trás e apenas senti os jatos invadindo meu buraquinho, senti seu pau latejando muito e a porra dele tomando conta.
Deitei em seu peito, extremamente cansada, exausta e ele também, ficamos assim nos acariciando por uns 30 minutos, nos beijando, foi uma das melhores sensações que já tive, depois disso fomos tomar um banho juntinhos, fizemos um sexo muito carinhoso, mas fica para uma próxima a continuação dessa semana maravilhosa que tivemos.
Beijinhos da Bella s2
E então meus amores, o que estão achando da minha história? Ainda temos muito para contar, esse é apenas o começo de quando me tornei submissa do Rodrigo, já tivemos várias outras situações que também vamos contar pra vocês. Beijinhos.
