Minha irmãzinha

Um conto erótico de Suzan
Categoria: Grupal
Contém 1656 palavras
Data: 06/03/2022 15:52:06

Tenho uma meia irmã por parte de pai, mas quase não tivemos muito contato.

Ela é morena 1,55m de altura, magrinha, peitos redondinhos e pequenos. O que eu posso de dizer é que o corpo dela é lindo e tem 18 aninhos.

No Natal chamei ela para passar o Natal com a gente e ficar até o Ano Novo, se ela quisesse. O meu marido só tinha visto ela por fotos, até aquele exato momento que ela chegou e viu ela pessoalmente.

Deu para ver a cara de surpresa que ele fez. Ela estava usando uma calça legging preta colada que marcava todo seu corpo, dava para ver o volume inchado na frente e sua bunda redonda atrás.

Ela me abraçou, me beijou e apresentei ela para ele.

Juro: me arrependi na hora que eles se abraçaram 😭. Dava para ver na cara dele o quanto ele gostou dela e vice e versa, porque ela foi logo ficando cheia de intimidade com ele.

Nossa, como você é grandão. Deve malhar muito. Por isso que falam que minha maninha morre de ciúmes de você, pois até eu ficaria.

Que garota, FDP. E ele só ria todo bobo, o mal de todos os homens safados.

No dia 24 de dezembro, na véspera do Natal, estava fazendo uma ceia lá em casa com toda a família.

Ela com um vestidinho vermelho solto, dançando toda hora, queria dançar com ele.

Quando ele olhou pra minha cara, ficou sério, disfarçou e veio para o meio lado, ficando agarradinho. Senti seu pênis duro encostando na minha bunda, não sabia se ficava com raiva ou excitada, mas o desgraçado me conhecia.

Ficou sarra do apertando o pau no meio do meu rabo, parecia que ele ia rasgar meu short e entrar no meu rabo.

Falei que ia buscar mais carvão na garagem com ele.

Mal chegamos na garagem, ele me colocou apoiada no carro, puxando meu short para baixo com calcinha e tudo.

Beijou meu pescoço e socou de uma vez na minha buceta, me deixando ainda mais ensopada, eu mordia os lábios para não gemer.

Ele tirou da minha buceta, enfiou meu cuzinho e foi empurrando e me puxando junto, entrou tudo até o fundo, me agarrou forte e começou a falar sacanagem no meu ouvido.

— Fiquei com ciúme da irmãzinha, foi ver sua cara de brava, me deixou mas louco ainda. Será que ela me aguenta ou vai chorar igual uma safada no pau que nem a irmã?

Quero gozar na boquinha dela. Você deixa? Vai deixa eu gozar na boquinha dela. Depois eu te dou uma recompensa, te dou uma noite de puta com carta branca.

Ele não parava de falar e enfiava cada vez mais forte. Senti o frio na barriga, minhas pernas começaram a tremer... Aí, ai, amorzinho vou gozar, goza junto comigo, vai, amor, ai.

Ele gemeu e empurrou com força, enchendo meu cuzinho de esperma.

Ele não deixou eu limpar, falou que ia ficar com cheiro de sexo o resto da madrugada.

Como passar da noite, todos já tinha ido embora.

Todos nós tomamos banho. Meu marido colocou uma bermuda, eu fiquei de baby doll, ela estava com a calça leg branca com a calcinha preta enfiada na bunda, que dava para ver tudo pela calça branca dela, deitada de bruços no sofá.

Meu marido não parava de olhar para aquela bunda, ficou de pau duro latejando dentro da bermuda. Sentou no sofá quase perto da cabeça dela, colocou uma almofada em cima, em cima da perna para disfarçar. Como ela não me viu, deitou a cabeça em cima da almofada, ele devagarzinho foi tirando almofada, ela ficou praticamente com rosto colado no pau, os dois esperavam fortes, ela mais ainda até que ele tirou o pau para fora e colocou bem perto da boca dela, ficou espantada com o tamanho e a grossura, dava para ver na expressão no rosto dela.

Sem falar nada, ela começou a chupar ou tentar colocar na boca. Ele segurando a cabeça dela forçou na garganta dela, tadinha ela quase vomitou, então eu desci as escadas vem devagar. Quando ela me viu, ficou espantada, parecia que ia chorar, então rapidamente eu abaixei, enfi o pau dele todinho na minha boca, engoli tudo, chupava com vontade. Levantei, segurei as mãos dela e começou a chupar o pau dele juntos. Ele gemia, se contorcia de tesão.

Eu levantei, tirei minha roupa toda, ele também ficou pelado, começamos a tirar a roupa dela juntos, os peitinhos pequeninhos dela. Ele caiu de boca, chupava, mordia, eu chupava o outro. Ela estava toda arrepiada, então fui tirando a calça junto com a calcinha. A calcinha estava grudada na buceta de tão molhada que ela estava. Meu marido jogou ela no sofá, abriu a perna dela e começou a chupar a bucetinha. Eu também queria chupar. Dividimos a bucetinha nós dois, enfiava a língua nela, ela segurava em nossas cabeças, gemia, se contorcia, falava coisa de 100 sentidos, chamava o meu nome, até que sentir o corpo dela tremendo, ela apertou nossas cabeças juntas, deu um grito e mijou e gozou na nossa boca, ficando quietinha e parada no sofá.

Meu maridão sentou no sofá e pediu para que ela sentasse em cima. Ela comentou que só tinha transado umas três vezes com ex namorando e não sabia muito que fazer.

Eu fui ajudá-la a sentar, segurando o pau dele bem na xaninha molhadinha e mesmo assim quando forçava ela gemia, isso ai fora. Fui até o meu quarto, peguei um vidro de vaselina. Vamos ela todinha e encaixei o pau novamente, segurando ela e forçando ela para baixo até o pau entrar todinho na buceta. Ela deu um grito: ai, ai, ai, ai, ai, mordeu o pescoço dele, ficando deitada em seus ombros. Ele começou a puxar ela, forçando ela a se movimentar e eu ia ajudando empurrando ela.

Ela arranhava ele, mordia, ele não conseguia falar muito, começou a se movimentar sozinha cada vez mais rápido, sabia que ela ia gozar.

Ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai. Ai, ai, ai, ai tá machucando minha buceta, ai, ai, ai, ai que gostoso, até que ela deu uma mexida mais forte, deu um grito: ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, ai, amor, amor, amor, e ficou quietinha respirando forte. O pau dele tava todo branco melado.

Fiquei de quatro, ele veio socar com força no meu rabo, fazendo gritar, gemer, dando tapas, puxando meus cabelos. Ela ficou parada olhando.

Ainda sem força, pedi para ele tirar um pouco, peguei duas almofadas e coloquei embaixo da cintura dela, joguei mais vaselina na barriga, na buceta, no seu cuzinho, deixando tudo lambuzado, meti um dedinho dentro, ela se contorceu, tirei, coloquei dois, ela deu um grito e empinando a bunda, passei vaselina no pau dele.

Ele sorriu, aquela cara de satisfeito.

Quando ele encostou a cabeça do pau no cu dela, ela abriu a boca, deu um grito sem som. Eu segurei as mãos dela e comecei a beijar lá. Ela me arranhou, disse que tava doendo muito, parecia que tava sendo partida ao meio, tava queimando, tava ardendo, pediu para tirar. Pedi para ela ficar de quatro, joguei mais vaselina. Ele voltou, encaixou novamente, eu abri a bunda dela com as mãos, quando a cabeça passou ela deu um baita grito: ai, ai, ai, ai, ur, tira, tira, tira, tira, tá doendo, tá doendo. Mas ele sabia o que fazer, ficou parado esperando ela se acostumar. Eu fiquei masturbando grelo dela até que ele começou a se movimentar só. Tinha entrado até metade e ela já estava desesperada. Percebi que ela realmente não estava aguentando, então mandei ele tirar. Para minha surpresa, ela empinou a bunda para trás, empurrou contra ele, fazendo o pau entrar tudo: aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii não tira deixa.

Ele começou a socar bem devagar no seu rabo conforme ela ia se acostumando, ele aumentando a velocidade no seu rabo. Ela gemia, gritava, suas pernas tremiam, ela chegava para frente para trás, me chamava até que pediu para parar, pois já não aguentava mais, não precisava ir no banheiro. Olhei para o pau dele, vi que tava com marcas de sangue e bosta. Ela tava cagando no pau dele, isso deixa ele ainda mais excitado. Aí que ele começou a socar mais forte no rabo dela.

— Você tá cagando no meu pau, quer que eu pare?

Ela sacudiu a cabeça que não, até ele deu um grito só conforto no rabo dela, enchendo o cu dela de porra. Tadinha ela tava toda mole com a bunda toda suja sem força nenhuma. Ele catou ela no colo, levou para banheiro no andar de baixo e dei um banho nela.

Colocando ela no quarto dela e dormimos até umas 3 horas da tarde. Acordei e fui lá ver como minha irmãzinha estava. Ela ainda estava dormindo igual a um bebê, pois até babava.

Acordei ela perguntando se estava tudo bem. Ela me puxou e me deu um beijo de língua, coisa que eu não esperava. Começamos nos beijar, chamei ela para irmos na farmácia comprar um remédio injeção para tomar.

Ela só falou para aguentar só um pouquinho, pois ela mesma não estava aguentando nem respirar, ela toda inchada. Então peguei a pomada e passei no seu cuzinho e na bucetinha dela.

Meus pais chegaram umas 5 horas da tarde, ela ainda tava deitada no sofá bem calminha. O nossos pais chamaram ela para ir embora, pois tinha que passar na casa do nosso tio ainda.

Olhei para a cara dela, vi que ela não queria ir embora. Sugeri que ela poderia ficar conosco se ela quisesse até depois, eu não vou, que o mesmo eu a levarei embora é claro. E na mesma hora ela concordou e vem logo me chamando:

— Você deixa maninha eu ficar com você então?

— Claro, mana. Temos muito que conversar ainda.

E como conversamos, kkkk.

Bjsss.

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Comentários

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Nossa vcs estruparam a maninha em kkk.

Ela é guerreira aguentou tudo bem safadinha 😋🤩.

antevio25@gmail.com

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Delícia de conto, contas mais o que o ocorreu depois

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Que delícia, és maravilhosa demais, simplesmente o máximo, o tipo de gata que adoro.

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