Confesso que demorou um tempo para que eu pudesse colocar a cabeça em ordem depois do que aconteceu. Era um fim de semana qualquer, daqueles sem muitas expectativas. Estávamos a sós em casa, eu e minha esposa, e resolvemos sair para nos divertir um pouco, afinal de contas estávamos exaustos da semana agitada.
Ela disse que queria se divertir muito e por isso iria beber um pouco. Como eu não bebo, pensei em ir de carro, mas ela reclamou e disse que beber sozinha não seria muito legal. Precisava se divertir e queria que eu a acompanhasse. Concordei e optamos por irmos de transporte por aplicativo.
Inicialmente, combinamos de jantar num restaurante que já havia prometido levá-la há muito tempo e até o momento não havia cumprido a promessa. Por se tratar de um local refinado, ela decidiu ir muito bem vestida, o que a deixou estonteantemente linda e gostosa. Morena baixa, mas com um corpo acentuadamente curvilíneo, onde o quadril era um convite à admiração, ela não se escondia; ela celebrava cada curva, cada centímetro de sua feminilidade, brotando erotismo e desejo por onde passa. Tudo isso harmonizado com um rosto perfeito, que se ajusta ao corpo, com um ar de insinuação e permissividade, sem ser promíscua, além de lábios e uma boca para lá de desejáveis, onde um beijo pode significar paixão à primeira linguada. Apesar de ser da minha altura, seu corpão a destaca de mim e quem nos vê, não consegue imaginar que dou conta do recado. Sempre contemporânea, fala de relacionamentos modernos com uma naturalidade espantosa, mas nunca admitiu ir muito a fundo nisso.
Como sempre fui e ainda sou apaixonado, sempre que lança essas conversas, dou um jeito de me esquivar e sair pela tangente, permitindo esses diálogos transgressores apenas nas horas em que estamos trepando, o que confesso a leva às alturas, mas como só acontece na trepa, nunca tive certeza de sua seriedade. Na verdade, confesso que se desse uma escapulida, não jogaria fora nosso casamento e estabilidade de anos, mas nunca digo isso pra ela, pois ao mesmo tempo em que a perdoaria, sinto ciúmes e fico imaginando se já não pulou a cerca alguma vez (só de imaginá-la beijando de língua outro e sendo enrabada fico com muita raiva). Certa vez disse que gostaria de morar em um apartamento só seu, mas manter o casamento, com cada um dormindo, quando quisesse, em seu próprio apartamento. Brinco que desde que eu pudesse visitá-la para comê-la, não haveria problema, ao que ela responde: - desde que me avise com antecedência, não haveria problema nenhum. Penso nesses momentos que ela é uma mulher casada, mas que na verdade nunca largou um certo jeito de puta que esconde em sua intimidade.
Como naquela noite estávamos sem carro, aproveitamos para conversar mais abertamente e quanto mais ela bebia, mais à vontade ficava para falar sobre relacionamentos modernos, imaginando situações para lá de eróticas e profanas, até que num certo ponto da conversa lhe fiz uma pergunta direta:
- Se ficar só por uma noite e tiver uma boa oportunidade com alguém desejável, transaria? Teria coragem?
- Claro que sim. Não só tenho coragem, como já transei quando tive oportunidades.
A resposta, confesso que não me surpreendeu, mas tinha que manter o padrão e por isso respondi:
- Quer dizer que a putinha já aprontou comigo uma vez?
- Só uma vezinha, mas faz tempo, nem vale a pena lembrar ou discutir. Você já me perdoou, né ?
- De certa forma, ainda que não sabia, mas desconfiava, se fiquei com você e nunca cobrei é por que perdoei, né ?
- Mas agora só treparia com outro se você permitisse, o que tecnicamente não seria uma traição, não é meu amor ?
- Tecnicamente não.
- Amor, antes de irmos para casa, quero trepar contigo em um motel. Como vamos de Uber, se ele for gostoso, você deixa eu dar pra ele ?
Não acreditei que ela estivesse dizendo isso na minha cara, mas sabendo que é bem chata para padrões de beleza e também só gosta de pessoas inteligentes, pensei que não seria tão simples ela encontrar alguém com essas características e disse - tudo bem, aceito o desafio.
Ela sorriu, respondendo - desde que eu não veja... não é ? mas como sabe que sou exigente e por isso a chance de vir um Uber que eu curta, talvez não seja tão fácil. Então vou entrar no seu jogo e arriscar. Quem sabe não será o meu dia de sorte - respondeu com um sorriso safado.
Pensei, já estou no barco, vamos ver até onde essa doida vai.
Pedimos o Uber e quando ele chegou, de cara notei seu interesse pelo motorista, percebendo que eu tive muito azar. Ela me deu uma risadinha e percebi naquele momento que as coisas poderiam dar uma desandada.
Entramos no carro os dois e pedimos que ele nos levasse até o motel, ao que ele atendeu prontamente, sem esticar a conversa.
Como a distância entre o restaurante e o motel era de cerca de dez minutos, foi inevitável que conversássemos um pouco, afinal tudo aquilo pareceria muito estranho.
Entre uma conversa e outra, perguntei a ele quanto custaria ficar parado nos aguardando, pois assim não precisaria solicitar outro carro para nos levar para casa.
Neste momento, minha esposa interrompeu e deu uma risadinha, dizendo que não duraria mais do que dez minutos. O motorista também não aguentou e acabou também sorrindo, mas levei numa boa.
Ele disse que não haveria problemas, mas que se pudesse demorar um pouco mais seria melhor, pois assim ele relaxaria um pouco.
Chegamos no motel e pedimos logo um quarto, pois minha esposa, ainda estava no veículo, mas já havia tirado a parte de cima da roupa, de tão louca que estava. Chegando na garagem do quarto, tratei de tirá-la do carro o mais rápido possível, pois embora jovem, o motorista não tirava os olhos dela. Descemos do carro na garagem do quarto e ela, de topless, virou para agradecer a corrida, o que me deixou um pouco constrangido.
Entramos no quarto e logo veio um desejo de "socar tudo" como resposta àquela sua postura imoral, que cheguei inclusive a questionar, mas a sua disposição em abraçar o inesperado, em se entregar à correnteza da noite, pareceria já ter sido tomada. E se, no meio dessa entrega, sobrasse um "cuzinho" – uma oportunidade inesperada, cairia muito bem.
Logo eu senti um desejo louco, com o endurecimento progressivo do meu pau, a firmeza que prometia a satisfação que ela tanto buscava. O pinto estava tenso, pulsante, pronto para a investida. O olhar dela encontrou o meu, um misto de apreensão e excitação pura. Passei a comê-la na posição frango assado, uma das que ela mais gosta.
Depois da primeira gozada, que acabou sendo rápida, ela disse que queria mais. Pensei: agora vou comer esse rabo e ordenei que ficasse de quatro, ao que prontamente ela atendeu, em uma postura onde o seu cuzinho não possuía mais defesa. Seria enrabada, pois já estava entregue. Comecei a comer seu cu e estava uma delícia, mas sabia que a segunda gozada deixaria eu sem forças, pois o cu é bem apertado. Aliás, quem vê o seu rabo não consegue imaginar que cu seja tão pequenininho. Enfim, depois da gozada, disse a ela que precisava tomar um banho e me recompor, mas ela disse que queria ainda mais e já que eu não tinha mais rola, pediu para eu tomar banho no quarto enquanto ela fazia charme para o motorista para ver se rolava algo.
Não acreditei muito na história dela e fui para o banho, mas percebi que ela se levantou de toalha e foi até a garagem falar com o motorista. Não acreditei no que ela estava fazendo, mas como não retornaram, pensei que estivessem só conversando.
Quando terminei o banho, incomodado, saí para ver e peguei-a em flagrante acariciando o cacete do motorista. Sinalizei com ar de reprovação e ela me mostrou o dedo do meio. Percebi naquele momento que tinha rodado e foi quando ela me chamou.
- Oi, amore, deixa eu te mostrar uma coisa.
Fui na direção do carro e ela me apontou a rola do sujeito dizendo que ela era bem grande e roliça, e poderia medir, seguramente, algo em torno de 18 cm. Perguntou se eu ainda dava conta dela ou se ela podia continuar com o menino que estava bem excitado. Disse a ela que meu pau precisava de descanso e seria muito ruim da parte dela, iniciar uma punheta em um homem e não finalizar.
Eles agradeceram a compreensão e se dirigiram para o quarto. Perguntaram e eu queria assistir e disse a eles que talvez fosse melhor não, pois assim não veria a reação dela em outra rola, o que poderia me deixar frustrado. Eles entenderam e entraram no quarto.
Resolvi aguardar no carro, onde tirei um breve cochilo aliviado, pois meu pau não sairia esfolado como das outras vezes, ao mesmo tempo que imaginava que tudo isso poderia ser irreal. Depois de um tempo, algo em torno de duas horas, eis que o casal safado resolve sair do quarto, já de banho tomado e completamente recompostos. Retornamos para casa e desde então lhe pergunto quantas fodas eles deram e ela disse no dia que estava tão louca que não se lembra, mas seguramente mais de três, mas nos outros dias posteriores passou a negar que isso tenha ocorrido e que ficaram apenas conversando pois ele estava carente, além de me dizer que tecnicamente eu não a vi dando para outro, além de eu ter permitido a entrada dele com ela no quarto, o que tecnicamente descaracteriza qualquer possibilidade de traição.