A Mulher do Meu Tio - Parte 1

Um conto erótico de Pietro Ward
Categoria: Heterossexual
Contém 1571 palavras
Data: 16/08/2022 20:11:48
Última revisão: 15/04/2026 21:12:23
Assuntos:

Hoje em dia, morar no interior tem suas vantagens. Exceto pelo fato de que meu trabalho fica em uma cidade e Júlia — minha namorada — mora em outra, a trezentos quilômetros. Sempre que viajo, tenho conexão obrigatória na segunda maior cidade do estado, que fica no meio do caminho.

Numa dessas viagens, precisei pernoitar na cidade grande e lembrei dos parentes que moravam ali, que não via desde a adolescência. Não era inteligente ficar fazendo horas na rua, pois os noticiários só mostravam violência. Medroso como sou, não facilitaria e, um carro de aplicativo me levou à casa dos tios. Pelo pouco que lembrava e muito que minha mãe falava, tio Marcos era casado com Roselena e tinham um casal de filhos gêmeos, pouco mais novos que eu.

— Se tivesse vindo dois dias antes, teria visto João Marcos — afirmou meu tio.

— Terei outras oportunidades, tio — respondi com atenção.

A verdade é que não me importava com a ausência do primo, já que a prima estava — e que prima! Ana Paula era morena, baixa e curvilínea, mesmo num vestido longo e largo, era uma ode à feminilidade.

Segundo o pai orgulhoso, ela cursava medicina numa universidade do Sul e só voltava para casa em feriados longos e datas especiais. Tio Marcos, com barriga de cerveja e pele curtida pelo sol, parecia bem mais velho que seus cinquenta e tantos; homem rígido, forjado pelo trabalho no campo, vivia tranquilo se a família e a fazenda estivessem bem. Tia Rose, três anos mais nova, era vaidosa e passava mais tempo na cidade do que na roça; cuidava‑se com esmero e tinha uma sensualidade nata que chamava atenção.

Em poucas horas, entre risos e histórias, conheci a trajetória deles; algumas versões batiam com o que minha mãe contara, outras não. O assunto que dominou a noite foi a decepção com o gêmeo de Ana Paula que abandonara os estudos e engravidara a namorada.

— Sorte dele que o compadre não lhe deu uma surra! Eu teria dado, se fosse com minha filha! — disse Marcos, mexendo‑se na poltrona.

— Credo, homem! — exclamou tia Rose, fazendo o sinal da cruz.

— Pelo meu pai eu viraria freira — riu Ana Paula, e seu sorriso iluminou a sala.

— Claro que não, minha filha — o velho fingiu irritação. — Quero que seja feliz e me dê netos.

Fiquei calado, mas percebi que tia Rose tratava o assunto com certo desdém; imaginei que mimava demais o filho e, por isso, era parte culpada da irresponsabilidade dele. Ouvi tudo com atenção, embora meus pensamentos estivessem sempre em Ana Paula: o jeito como ela mexia no cabelo, o perfume sutil, o riso que demorava a desaparecer. A ninfeta morena mexera comigo.

Tio Marcos bebia bem e eu, temendo perder o controle, não quis acompanhá‑lo à altura; as bravatas embebidas em álcool e as respostas bem‑humoradas de tia Rose ajudaram a disfarçar o calor que eu sentia. Até porque, nossos olhares se cruzavam e, às vezes, se demoravam um no outro de modo inusitado. Eu não entendia o propósito daquilo, mas aceitara o desafio.

Lá pelas tantas, para meu alívio — pois o sono batia —, tio Marcos se deu por satisfeito. Ana Paula já tinha se recolhido e tia Rose me guiou até uma suíte de hóspedes, muito bem decorada. Ela tinha se banhado e usava um roupão longo e felpudo. Mesmo sem se aproximar muito, podia sentir a fragrância do perfume suave, que se mesclava ao hidratante, e sua presença hipnótica mexeu mais do que devia com meus sentidos.

— Seu tio dorme como uma pedra, mas meu sono é leve — ela disse com suavidade. — Se precisar de algo, é só chamar, meu quarto é o último do corredor.

— Obrigado, tia. Está tudo perfeito.

— Me chame de Rose, querido — ela sorriu e, mais uma vez, seus olhos se prenderam aos meus por um tempo que pareceu desproporcional. Quando finalmente desviou o olhar, concluiu: — “Tia Rose” me faz parecer velha.

— Imagina! Você é muito jovem e… muito linda.

Me dei conta que meu comentário poderia ter parecido insolente, e devo ter ficado vermelho.

— Obrigada querido, você é gentil e muito lindo também.

A resposta de tia Rose me tranquilizou. Simpática, ela alargou o sorriso e, pela primeira vez pareceu meio insegura, ao se aproximar e beijar meu rosto, quase nos lábios.

— Boa noite, querido.

— Boa noite tia… Quero dizer: Rose.

Ela saiu do quarto, puxando a porta atrás de si. Eu estava cansado e levemente embriagado, mas decidi por um banho. Sob a ducha morna, bati uma longa e deliciosa punheta, imaginando Ana Paula ali comigo, de quatro. Sentindo-me limpo e aliviado, dormi rapidamente.

— Acorda, dorminhoco — ouvi muito longe.

Qual minha surpresa ao reconhecer tia Rose na penumbra do quarto. O que inicialmente pareceu um sonho, se tornara real. Ajoelhada na beirada da cama, ela beijava meu rosto e uma das mãos apalpava minha bermuda, em busca do falo mole.

— Shssssss… — ela levou o indicador aos lábios e continuou, sussurrando: — Não diga nada, só me deixe sentir você.

— M-mas… são quantas horas? — indaguei baixinho, completamente estupefato.

— Já é madrugada e todos estão dormindo profundamente, não se preocupe.

— Mas… tia…

— Apenas Rose, por favor. E sei que você me quer, senti nos seus olhos!

Ela ficou de pé e fez o roupão deslizar para o chão, deixando à mostra o corpo moreno — cujas formas voluptuosas mal eram cobertas pela curta camisola de seda lilás, semi-transparente. Sem reação, deixei que tomasse a iniciativa. Senti o gosto de enxaguante bucal, quando a boca cobriu a minha. Já não tinha jeito — e àquela altura — eu nem queria que tivesse. Correspondi ao beijo longo e, enquanto nossas línguas se enroscavam, senti o pau reagindo à mão atrevida.

— Você é louca, Rose! — sussurrei no ouvido dela.

— E o que é a vida, sem umas loucurinhas gostosas, querido!?

A mulher mudou de posição e libertou o colosso aprisionado. Visivelmente ela tinha pressa e logo começou um boquete voraz. Tive que abafar os gemidos na garganta, para não correr maiores riscos. Rose adivinhou minha intenção, quando tentei puxá-la, e moveu o quadril, deixando o corpo sobre o meu e deixando a buceta depilada ao alcance da minha boca. Ataquei a vulva molhada, lambendo o grelinho duro e sugando o néctar espesso. A maestria da coroa no boquete era tamanha que, não fosse a punheta que tinha batido no chuveiro, eu já teria gozado.

Nossos movimentos causavam barulho na cama de casal e logo passamos para o chão. Sentado na beira da cama, o cacete pulsando, observei a bunda morena que a camisola mal cobria quando ela se inclinava para pegar mantas no armário. Uma vez estendidas no chão, ela me fez tirar a bermuda e deitar de costas. Após se certificar que a porta estava trancada, veio por cima e com a mão guiou meu pau meio curvo para seu interior molhado e quente. O tarugo de carne entrou facilmente, ela tirou a leve camisola e debruçou para a frente, firmando com as duas mãos em meu peito. Iniciou um vigoroso movimento de sobe e desce e ambos contínhamos a custo os gemidos. O suor brotava da pele morena e seus cabelos negros caiam sobre o rosto bonito, quando ela começou a estremecer num longo e desvairado orgasmo. Eu sentia a gruta apertando meu falo, nos espasmos do gozo. Não demorou, ela soltou seu corpo sobre o meu, respirando descompassado, o pau todo atolado.

Beijei longamente a boca da minha tia e notei seus olhos lacrimejados. Com carinho e cuidado, tirei meu pau de dentro e a guiei para que ficasse ajoelhada, com o dorso e os belos seios apoiados sobre a cama e a bunda redonda empinada. Dei um beijo de língua na buceta melada e lambi o cuzinho com força. Rose se encolheu toda. Pincelei a cabeça inchada entre os grandes lábios e enfiei tudo de uma estocada, fazendo-a gemer baixinho. Segurei sua cintura com força e passei a bombar com vigor. Os barulhos no quarto — embora ao máximo contidos — pareciam muito altos e, para meu alívio, senti a corrente elétrica do esperma deixando os testículos.

— N-não goze dentro, querido! — Rose sussurrou, entre gemidos.

Acho que parte do primeiro jato ficou dentro, mas puxei o tarugo para fora e punhetei com vigor. Sentindo a gala espirrando sobre as costas e cabelos, a mulher do meu tio se virou rapidamente e abocanhou o falo, punhetando, espremendo e sugando com força. Ela olhou nos meus olhos e sorriu, com meu pau ainda na boca. Parecia uma atriz pornô, experiente e devassa.

— Que delícia de leitinho jovem! — ela sussurrou, aumentando o sorriso.

Ficamos um tempo abraçados, nos beijando, sorrindo e sussurrando palavras gostosas. A claridade que entrava pela janela envidraçada aumentou, num sinal claro que amanhecia. Rose, deliciosamente nua — com os generosos lábios da buceta expostos —, dobrou as mantas e guardou no armário. Observei que seus seios eram fartos, porém firmes para uma mãe na casa dos 50. Aliás, tudo nela era deliciosamente harmonioso.

O quarto todo cheirava a sexo e Rose abriu a janela para renovar o ar. Vestiu a roupa, me deu um último beijo, abriu a porta com cuidado — se certificando que o corredor estava vazio, e saiu. Vesti a bermuda e estirei-me sem camisa na cama; sentia calor, apesar do friozinho da manhã. Sentia um misto familiar de medo e satisfação, e meu último pensamento antes de adormecer foi se deveria, ou não, ir embora naquele mesmo dia.

CONTINUA…

pietroward@gmail.com

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Comentários

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Que tesão de conto, brother! Com essa narrativa você quase conseguiu me fazer gozar só lendo. Mulher de tio é sempre especial mesmo. Já vivi isso com uma e foi uma foda inesquecível. Acho que somos parecidos, já que comi a filha dela também, minha prima. Só que ela está grávida e sei lá se eu tenho alguma coisa com isso. Voltarei para ler tuas histórias excitantes. Mil estrelas, valeu!

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Fico feliz que tenha gostado, Newton19. Agradeço pela leitura, comentário e por ler os outros contos.

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Essa tia estava mesmo bem à frente do seu tempo. Já vivia tempos atuais na década de 60. Rsrs. Narrativa primorosa nesta experiência excitante entre um jovem e a tia emprestada. Merecia mais que 3 estrelas. Bjs babados.

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Leila, meu amor, na verdade a história com a mulher do meu tio é contemporânea. Tive que adaptá-la aos anos 60 para participar de um evento temático aqui na 'Casa', mas na verdade não gostei. Mas, independente disso, a tia Rose é mesmo uma mulher à frente de seu tempo.

Estou tarado em vc LEila, mande mais fotinhas.

Beijos melados.

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Cara, este conto está muito bom e excitante. O que mais gostei foram os diálogos com essa tia que acabou sendo provocante e desafiadora sem perceber. Uma foda de tirar o fôlego! Ainda mais dessa mulher fogosa que deve estar fantasiando até com o cacetão do Black. Brigadão pela leitura do meu com a mamãe. Sugiro que leia as continuações. Assim como estarei apreciando os teus. Abs.

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Obrigado por ler o conto e, mais ainda por ter gostado! Continuarei lendo os seus também. Valeu!!!

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Realmente, a primeira coisa que vem à mente depois desta leitura é a exclamação ¨Que conto!¨. Simplesmente fantástico, envolvente e escrito bem demais! Extremamente excitante a narrativa com essa tia tão a frente do seu tempo. Adoro ler textos assim, com riqueza de detalhes e que provocam ereção pela alta temperatura erótica contida. Serei obrigado a ler os outros. Três estrelas é pouco. Abs.

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Eita porra,a mulher quer dar pro cavalo,bem que desconfiei a admiração dela pelo animal.

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Existe todo tipo de tara, né... para nosso deleite, pois mulheres que curtem sexo fora do convencionam dão o maior tesão!

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Verdade. Geralmente é o convencional que torna a união enfadonha e promove a infidelidade.

Obrigado pelo comentário!

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