Sou a Margarida — uma mulher branca, alta, elegante, cheirosa e dona de um belo corpo. Nunca imaginei ser voyeur, embora a ideia sempre tenha sido excitante. Esta história eu levarei para sempre em minha memória; nem o Alzheimer me faria esquecer.
Minha amiga Rô é uma loira de seios fartos e bunda grande. Fomos criadas juntas e ela sempre foi muito vaidosa, cuidando muito bem do corpo. Ela sempre gostou de "negões". Quando recebi o convite, ela estava com um homem de 1,80m, forte, atraente e com uma cara de safado irresistível. Ele está sempre cheiroso. Já tínhamos saído antes em outras resenhas, eu sempre sozinha, e eles já estão juntos há algum tempo.
O convite surgiu em um bate-papo descontraído de happy hour, numa sexta-feira após o trabalho. Duas mulheres sempre têm assunto e, naquele dia, o tema principal era sexo. Apesar de eu ser reservada, adoro ouvir e provocar. Nessas conversas aleatórias, rolou o convite estranho e picante. Afinal, quem nunca desejou ver outros transando? Minha amiga me chamou para assisti-la com seu "boy". No início relutei, mas ela insistiu e eu aceitei, acreditando que seria apenas "fogo de palha" da conversa.
Na segunda-feira seguinte, ela enviou uma mensagem confirmando: iríamos na quinta-feira. Ela passaria na minha casa às 20h. Eu gelei, mas mantive a palavra e concordei. No dia marcado, escolhi a roupa a dedo: uma blusinha solta e curta, sem sutiã (meus seios, firmes e sem próteses, mereciam estar soltos), umbigo de fora, saia curta, fio dental e salto alto.
Eles chegaram e eu entrei no carro. O Marcos me cumprimentou e a Rô me abraçou, me fazendo dar uma voltinha. Ela me olhou de cima a baixo e comentou: "Tá gata, viada!". No motel, pediram uma suíte. Ao subir as escadas da garagem, fui na frente propositalmente. Como minha saia era muito curta, meu rabo com certeza ficou todo à mostra. Marcos veio atrás, em silêncio; deve ter ficado louco com o que viu.
Entramos, fui direto ao frigobar e abri uma cerveja. Sentei no sofá à espera do show. Marcos me "comia" com o olhar, nem disfarçava. Rô também abriu uma cerveja e partiu para cima do seu negão. Começaram a se beijar enquanto eu observava. Ela usava um vestidinho preto, curto e colado, que desenhava cada curva. Ele a beijava enquanto levantava o vestido dela. Ela empinou na cama, e ele, agachado, começou a lamber seu cu. Ele arreganhava a bunda dela enquanto ela me encarava pelo reflexo do espelho.
Eu bebia minha cerveja sentindo um calor tomar conta de mim, apesar do ar-condicionado ligado. Ele enfiava a língua com vontade; ela gemia e me olhava com os olhos virados. Eu estava excitadíssima. Abri outra cerveja. Quando ela começou a chupá-lo, de costas para mim, ele me olhava com uma cara de "pidão". Minha amiga engolia o mastro dele até engasgar. Ele dizia "engole, puta", enquanto batia com a jeba no rosto dela.
A cerca de 1,5m de distância, no automático, abri as pernas e comecei a me tocar. Ele observava enquanto eu colocava a calcinha de lado, alternando os dedos no clitóris. Ele lambia os lábios vendo a cena. Ele a puxou, colocou-a de quatro na cama e a possuiu com força. Os dois me olhavam. A cerveja tinha acabado e eu já alisava meus seios com uma mão e me masturbava com a outra, totalmente arreganhada no sofá. Eu adorava ouvi-lo xingando-a de puta e vagabunda enquanto socava com força. Gozei forte; estava louca para dar também.
Ele parou a penetração e voltou a usar a língua na Rô. Ela dizia para mim: "Amiga, ele está chupando meu cu de novo!". A essa altura, eu já estava sem blusa, roçando a garrafa de Heineken ainda gelada no meu clitóris para aliviar o incêndio, intercalando com as dedadas na minha "grutinha" encharcada. Novamente em pé, Marcos a pegou por trás. Ela gritava: "Me rasga, come meu cu, fdp!". Ele puxava o cabelo dela e batia em sua bunda. Ela gritava que ia gozar e ele aumentava as estocadas. Eu já tinha gozado umas três vezes só de olhar.
Tirei o resto da roupa, ficando apenas de salto e fio dental. Abri mais cervejas para nós. Ela foi tomar banho e ele ficou sentado na cama, ainda teso. Sentei no sofá; a vontade era sentar naquele pau, mas me contive. Ele não tirava o olho de mim enquanto alisava o próprio mastro. A amiga voltou, batemos uma foto nuas juntas e ela perguntou se eu estava gostando. Respondi que sim.
Eles voltaram a se pegar e a cena foi transcendental. Ele tinha uma pegada forte, abusava do corpo dela, o que me deixava louca. Ele a colocou contra a parede, penetrando-a enquanto ela estava com as mãos para o alto, como se estivesse sendo revistada. Ele apalpava e apertava os seios dela com força. Quando ele gozou, soltou um gemido que me deixou toda arrepiada. Que som maravilhoso!
Ela chupou o pau dele após o gozo e ele foi tomar banho. Ficamos ali bebendo e tirando fotos. Ela perguntou se eu tinha gostado da experiência de voyeur e eu respondi que estava louca para foder. Saímos do motel por volta das 23 h e terminamos a noite em uma boate.
Foi difícil ficar só assistindo. Eles já me convidaram para repetir a dose. Ainda não decidi, mas foi uma experiência incrível.
E você, já foi voyeur? Deixe seu relato!
