Sou a Fê: morena, 1,60m, peituda, linda e atraente. Formada em Radiologia, comecei no meu primeiro emprego com a ajuda de um amigo que já era da área; através dele, pude debutar no setor. Como eu não tinha experiência, ele era sempre atencioso e me ajudava muito.
Fiz uma reciclagem com esse amigo por cerca de um mês e logo assumi o plantão fixo de 24 horas na sexta-feira — o sonho de qualquer profissional. Como eu ainda não me sentia totalmente à vontade, falei com o gerente. Ele pediu ao técnico de sábado para me auxiliar no meu primeiro dia. Eu ainda não o conhecia: era um homem alto, negro, extrovertido, "ogro", falante, bem atencioso e muito cheiroso. Ele foi bastante solícito, deu várias dicas, macetes e mostrou detalhes que eu nem sequer tinha aprendido no estágio.
Como ele me rendia no plantão, a conversa fluía dia após dia. Até nos horários de folga nos falávamos para tirar dúvidas. Eu vivia um casamento ruim e fui me deixando seduzir pela atenção e pelo carinho que ele dispensava. Ele tinha cuidados comigo até na rotina da sala de exames, alertando sobre homens abusados. Ele era solteiro, morava sozinho... tudo propício para algo novo com um negão. Eu nunca tinha ficado com um negro antes, e pensei: por que não?
Nossa primeira vez foi exigência minha: transamos na sala de exames, na hora da passagem de plantão. Adiantando o relato, ficamos outras vezes depois disso. Passamos um Réveillon juntos; pleno dia 31 de dezembro, com fogos colorindo o céu e eu quicando no colo dele. Dispensei família e amigos para rebolar gostoso; entrei o ano "tomando paulada", literalmente.
Apesar de não termos engatado um namoro, mantemos uma amizade colorida. Em uma visita à casa dele, nos beijamos logo no portão de entrada. Ao chegar à porta, em uma vila de casas, ele tirou minha bolsa — fiquei toda boba com o cavalheirismo. Mas aí, ele me debruçou no patamar da escada de entrada, arriou minha calça e, caramba, eu fiquei sem ação pela agilidade. Aquele cretino tem um domínio absurdo! Ele me comeu ali mesmo, com o risco de alguém chegar.
Eu já estava na vibe do "foda-se". Ele me penetrando, a buceta molhada, o cachorro falando putaria e o som alto (que é irritante, até se tornar conveniente) tocando o funk "Rebola pro Pai". Entrei no clima! Eu já tinha tomado umas cervejas em casa e rebolei mesmo. Ele segurando minha cintura, o receio de ser flagrada já tinha ido para o caralho; o tesão era bem maior que o medo. Gozamos juntos. Tirei a calça ali mesmo e entramos na casa dele para terminar o serviço, pois ele ama chupar meus seios.
Adoro ele, mas não presta: é um cretino.
Até a próxima!
