Após quatro meses sem encontrar o meu cafajeste favorito — embora nos falássemos todos os dias —, ele me convidou para nos vermos no diaem um motel. Fiquei animada, é claro. Passando por problemas de saúde, qualquer notícia positiva sempre faz bem, e eu não nego que amo aquele FDP.
Ditei o que queria: nada de agressividade. Como eu disse, estou "dodói" e pedi para ele atender quando eu mandasse parar. Ele, como sempre canalha, aceitou tudo só da boca para fora; na hora H, a história é outra. E lá fomos nós.
Cheguei à suíte e a internet não funcionava; não conseguia pagar o motorista de aplicativo. Pedi ajuda a ele, que havia chegado primeiro. Subi enquanto ele pagava e, quando ele voltou, o canalha partiu para cima de mim. Jogou-me contra a parede e foi conferir o meu rabo — ele é viciado em me chupar. E lá estava a surpresa: o plug enterrado.
Ele voltou, beijou minha boca e disse no meu ouvido, puxando meu cabelo, que eu era uma puta mesmo por ter vindo com o plug para já ir alargando. Eu ri e disse que estava "fechado" por conta de tanto tempo sem dar.
Ele agachou, mordeu minha bunda, tirou o plug e enfiou a língua. Imagine uma língua quente entrando no seu rabo... Eu estava de cara para a parede, com as mãos para o alto, e só me restava empinar. Rebolei na cara dele enquanto ele lambia, enfiando a língua no meu anel e, às vezes, passando pela minha ppk. Eu estava louca para dar. Ele levantou e enfiou o pau; é um misto de tesão e dor. Pedi para ir devagar e o cachorro foi obediente. Chupei um pouco o pau dele — amo quando ele tira do meu rabo, põe na minha boca e depois volta para o rabo. Ele encaixou e o resto vocês já sabem: gritos, frases como "não para que vou gozar", "me fode com força" e muitos gemidos.
Não sei quantas vezes gozei, só sei que eu precisava sentir tudo aquilo. Aquele negão — que negão! — me jogou na cama. Eu tentava voltar à Terra, mas estava em órbita. Ele caiu de boca na minha ppk e começou a chupar de uma forma inusitada. Deu cinco lambidas e parou; depois deu dez e perguntou se eu queria mais. Óbvio que aceitei. Ele continuou com vinte lambidas, depois de uma pausa deu trinta, alternando os ritmos.
Molhei a cama várias vezes. O squirt é uma realidade quando estou com o Marcos; ele sabe onde tocar no meu corpo. Penetrada na posição de papai e mamãe, sendo enforcada e levando tapas na cara... qual mulher não chega ao ápice do orgasmo? Os palavrões ajudam a apimentar ainda mais o momento. Voltei a dar o cu de quatro, debruçada na cama, e ele tirou do meu cuzinho e enfiou na minha boca, gozando seu leite espesso.
Fizemos tudo isso eu ainda de vestido. Ele mamou meus seios — tenho uma sensibilidade maravilhosa neles — e eu olhava para aquela boca maravilhosa... senti até um arrepio.
Depois de duas horas, voltamos para casa. Enquanto esperava o carro, o garçom veio liberar o quarto e conferir o frigobar. Ele fez as palhaçadas dele, eu aproveitei e introduzi o plug novamente. Retornei com o brinquedo lá dentro; o foda é o balanço do carro! Já na rua, ele me beijou e passou a mão na minha bunda, tocando no plug. FDP!
E assim foi meu último dia de 2022: um Réveillon marcante. Mal consigo sentar, meu rabo arde e dói, mas se ele chamar, eu volto e daria tudo de novo. Até a próxima.
