Amante da minha esposa passando uma semana em nossa casa.

Um conto erótico de Hero sexy
Categoria: Heterossexual
Contém 1388 palavras
Data: 24/02/2023 18:01:59
Última revisão: 14/04/2026 13:45:41

​O Primo do Interior.

​O amante da minha mulher passando uma semana na nossa casa, se passando por um primo do interior. Meu nome é Claus, tenho 46 anos, casado há mais de 20 anos com a Anna, de 47 anos — uma linda coroa maravilhosa.

​Certo dia, cheguei em casa duas horas mais cedo. Quando abri a porta, ouvi um barulho na cozinha e achei que era a Ana. Fui bem devagarinho para dar um susto nela e me deparei com uma cena muito forte: ela estava de quatro na mesa e um cara metendo no seu cuzinho. Um lugar que nem eu podia meter, pois ela dizia que não gostava. Fiquei ali parado, atrás deles, enquanto ela gemia e dizia: "Mete, meu macho gostoso, mete..." O cara atolava nela até as bolas. Quando percebi que eles iriam mudar de posição, eu saí.

​Nesse momento, era para eu ter ficado nervoso, irado, bravo ou enlouquecido, mas acabei indo para a sala e fiquei ali sentado ouvindo o que rolava na cozinha. Logo ouvi uma conversa e percebi que haviam terminado. Saí discretamente para a rua, fingi que estava chegando e gritei: "Amor, cheguei! Amor, amor..." Me atirei no sofá da sala e fiquei fingindo que estava com muita dor de cabeça.

​Após uns três minutos, ela aparece me dando um beijo e perguntando por que eu estava em casa tão cedo. Disse que estava com muita dor nos olhos e pedi para ela pegar um pano molhado para eu colocar no rosto. Ela tirou meus sapatos, trouxe uma toalha de rosto molhada e colocou sobre meus olhos. Meus ouvidos estavam extremamente ligados para ouvir qualquer ruído; foi quando ouvi um barulho de borracha no piso... Com certeza era o grandalhão saindo.

​Quando ouvi a porta se fechar, retirei a toalha e a chamei: "Amor! Amor!" Ela gritou dizendo que já estava indo, pois foi buscar um remédio. Me deu o comprimido e eu perguntei se alguém veio em casa hoje. Ela disse que não. "Não?", disse eu. E ela: "Sim, ninguém veio aqui, mas por quê?". E eu: "Por nada, só achei estranho o cheiro que está na casa, cheiro de perfume masculino". Aí ela: "Ah, sim, amor! Faltou gás e um senhor veio trazer e instalou para mim". E completou a frase: "Um senhor tão velho e fraquinho trabalhando com peso, que pena me deu dele".

​Eu perguntei: "Velho?". E ela: "Sim, bem velho, aparentava ter uns 65, 70 anos". "Sério, amor?", perguntei. "Sim", disse ela. Então falei: "Ana, vou subir para o quarto e dormir um pouco. Você poderia me dar meu remédio de dormir? Um não, dois, pois quero apagar e só acordar amanhã para trabalhar". Ela estranhou: "Dois, amor? Você não acha que é muito?". "Não, dois me apagam". "Então é você quem sabe", disse ela. Subi para o quarto, ela me alcançou dois comprimidos, fingi que tomei, dei um beijo nela e disse: "Boa noite, amor". Ela respondeu: "Boa noite, meu gostoso".

​Ela desceu para a sala, eu bati a porta do quarto e logo a abri lentamente. Fui descendo as escadas e me tranquei no quartinho da bagunça. Passados uns 15 minutos, ouço ela no telefone. As palavras dela foram:

​"Oi, tudo bem aqui... Que susto, né? Ele nem percebeu... Eu disse que era o entregador de gás... Não, não... Disse que era um velhinho fraquinho, kkkk! Ele está no quarto... Dei dois remédios de dormir para ele e agora ele só acorda amanhã. Sim, pode... Agora... Te espero."

​Logo ouvi a porta da frente se abrir. Era ele: um alemão forte, musculoso, de calça e sapato de EPI de borracha. Ouvi estalos de beijos e do sapato dele no piso. Logo eles passam pela porta onde eu estava; ele encosta ela na porta e eu só vejo pela fechadura ele baixando as calças. Vejo o seu pauzão — pau não, uma tora, o tronco tinha uns 19 centímetros e era muito grosso. "Porra", pensei eu, "é por isso que ela arrumou este cara, pois o meu mede 12 e é bem fino". A glande do cara era rosada, parecia um cogumelo; na verdade, era um membro bonito.

​O cara meteu pelas costas e ela se firmava na porta do quartinho, fazendo um barulho louco. Eu estava lá dentro e meu pauzinho estava estourando de tesão. Foi quando ouvi ela dizer: "Júlio, Júlio, mete nesta sua puta, mete como você sempre fez... Me faz ser feliz, meu macho!" Pessoal, nesse momento fiquei paralisado e percebi que esse caso é muito antigo.

​Após uns 20 minutos, ele anuncia com um grito de prazer: "Ah, ah, puta do caralho! Estou gozando, sua puta!" E ela: "Goza, goza, meu macho!" Ouvi mais estalos de beijos e vi ele pegar ela nos braços e se dirigir para a sala. Esperei um pouco, saí e fui discretamente para um local onde não poderiam me ver. Ele se sentou no estofado que ficava de costas para mim, ela sentou no colo dele, também de costas, e aí eu só via ela levantar e abaixar no pau do cara. Ficaram fudedo em várias posições por um bom tempo. Saí e voltei para o quarto.

​Nisso, fui na sacada do quarto que dá para a sala maior e gritei: "Ana, Ana!". Ela apareceu só de roupão: "Oi, amor, eu já estava indo deitar, só estava olhando se estava tudo em ordem aqui, mas o que você quer?". E eu: "Traz água para mim! Tive um pesadelo muito ruim, sonhei que tinha um ladrão na casa, que ele pegou você e estava te estuprando no chão da sala... Amor, que sensação ruim". Ela respondeu: "Amor, foi só um sonho... Vai deitar que eu já levo a sua água".

​Voltei para o quarto e ainda consegui ouvir eles se falando. No dia seguinte, fui para o trabalho e fiquei o dia todo com aquilo na cabeça. Quando cheguei em casa, ela me apresentou o seu "primo" que veio do Rio Grande do Sul. Disse que ele ficaria uma semana, pois estava resolvendo problemas de saúde da sua mulher. Eu apertei a mão dele, dei as boas-vindas e disse que a casa seria dele por essa semana e sempre que precisasse. Mas ela nem imaginava que eu já sabia que o cara não era primo nenhum; era o entregador de gás que fode com ela. Deixei pensarem que estavam me enganando.

​À noite, ele perguntou se poderíamos fazer um churrasco e tomar umas cervejas. Eu disse que sim, que estava a fim de beber até cair, pois não fazia isso há muito tempo. Acrescentei que poderíamos tomar um banho de piscina enquanto cuidávamos da carne. Ele disse: "Fechado, mas as despesas são comigo; na próxima você paga". Ele saiu e logo voltou com a carne e as cervejas — dois fardos de latão — e trouxe para ela uma garrafa de Malibu, que ela gosta muito.

​Nos preparamos e, enquanto ela fazia a salada, colocamos a carne na churrasqueira elétrica e fomos para a piscina. O Júlio estava de bermuda e eu disse: "Cara, eu tenho sunga, você quer? Bermuda jeans molhada é horrível". Ele aceitou e eu fui buscar; era uma sunga branca box. Ele foi ao banheiro e, quando voltou, fiquei apavorado de ver ele daquele jeito. O cara era perfeito. Quando ela chegou na piscina, olhou para ele, mas percebi que nem se importou — claro, já o conhece de todos os jeitos. Eu disse a ela: "Amor, seu primo está em forma, hein?". E ela: "Verdade, amor". Ele comentou: "Nem tanto, só faço musculação uma vez por semana".

​No dia seguinte, saí às 7 horas. O Júlio se levantou, se arrumou e disse que sairia às 8 horas. Que nada! Ele ia ficar lá e fuder com ela o dia todo. Mas eu sou corno, mas não tão manso. Na saída, eu disse para ela que um amigo estava me devendo uma grana e, como não tinha como pagar, me deu um sistema completo de segurança que eu instalaria hoje na casa. Ela nem se importou, pois a ficha não tinha caído; na ideia dela, seria só um alarme. Mas não, era um sistema de câmeras por toda a extensão da casa e do jardim.

​A partir desse dia, o Júlio nunca mais foi lá em casa mas nós vamos na sua casa.

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Foto de perfil de  Gipsy sexy Gipsy sexyContos: 109Seguidores: 235Seguindo: 23Mensagem Casado, 45 anos, branco, hetero, tenho boa criatividade, tenho um filho gay, não tenho problema de escrever nem um tipo de conto..

Comentários

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Que maravilha amigão, ter uma esposa assim é ter muita sorte e ser um privilegiado. Deixar ela ser feliz e se te fizer feliz, vendo ela em atividade com outro homem, ver ela se acabando de gozar em outro caralho, deixa acontecer e vida que segue. Incentive, se for possível participe também. Belo e excitante conto

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Pessoal veja aí a minha visão sobre o conto.... O cara estava impotente a muito tempo... Não tinha tesão... Quando aconteceu a traição,ele Vivificou novamente.... E assim seu casamento se renovou... Ele apenas necessitava criar um fetiche... Pense bem... Não fuder mais ou ser corno por uma vez?

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Contos fictícios kkkkkkkkk

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Bom nessa estória ainda que não pareça a esposa e seu amante tem mais respeito pelo Claus que ele mesmo tem por si.

Pois ao dizer das câmeras o pelomenos em casa ela não mais o chifrou , mas isso porque ela não imagina que seu marido seja capaz de saber da sua traição tao sórdida e não tomar nenhuma atitude .

Nem ela imagina isso .

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e ficou por isso mesmo????

vc gostou, confessa!!!!

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Não... Eles voltaram a transar.. ele se recuperou da vida de brocha .. Após o fato ele se recuperou e viveram felizes...

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pensei que vc teria coragem de acabar com essa traição

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É, seria legal, mas é uma história de putaria não conto de fadas

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Que lixo de conto

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Legal responder.... Mas e uma história que acabou tudo bem para o cara que era brocha... Ele se recuperou...

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Cara vc é incrível, seus contos são diferentes dos tantos iguais que já li, não dê importância pras críticas de pessoas que querem histórias de cinderela

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