COLOQUEI ESTIMULANTE SEXUAL NA BEBIDA DA MINHA ESPOSA E DO MEU AMIGO.
Meu nome é Marcos, tenho 38 anos, sou um cara bonito, tenho um corpo malhado, meu pau mede 16 centímetros, grossinho. Amo minha esposa, uma loira linda, peituda e gostosa pra caralho. Ela se chama Márcia, tem 36 anos e somos casados há 12 anos.
O que vou contar hoje pra vocês é um caso muito louco que eu armei. O fato ocorreu ontem à noite e está acontecendo neste exato momento no quarto de hóspedes, eles estão fudendo feito animais lá dentro há horas.
Vou contar como foi.
Há um tempo eu percebi que a coisa estava esfriando entre nós, ela não estava mais curtindo nossas transas como antes. O tempo foi passando, eu decidi investir pra mudar isso. Comprei géis, filmes, brinquedos, lia muito sobre fantasias... mas infelizmente nada mudava muito.
Foi quando comecei a ler uns contos de cuckold e traição armada na internet. Nossa, aquilo acendeu um fogo danado em mim! Achei que isso seria o caminho para salvar o nosso casamento e apimentar de vez a nossa relação.
Certo dia, bebendo com o pessoal, o Ronaldo, o Naldão, um amigo meu que é grandão, negro, forte, falou que usou um estimulante com uma mulher e a coisa ficou absurda de boa.
Achei a solução! Comprei dois frascos pela internet, baratinho, custou 180 reais. Agora era só escolher com quem fazer. Lembrei do Naldão, ele é todo mundo sabe que é um pavio curto, e sempre ficou olhando pra minha Marcinha com aquela cara de cachorro querendo carniça.
Resolvi: Vou convidar ele pra cá, colocar o remédio na bebida dos dois e deixar a natureza tomar conta.
E não me arrependo de nada, nem do que fiz, nem do que estou vendo agora.
Ele chegou umas 19h30. Márcia o recebeu muito simpática e levou ele pra área da churrasqueira.
— E aí Naldão, beleza?
— Tranguilo parceiro, e você?
— Melhor agora, cara. Vamos beber uma?
— Bora, to precisado.
Fui buscar a primeira cerveja, dessa vez sem nada. Ela apareceu e disse:
— Deixa eu servir vocês, senão o Marcos só sabe trabalhar... kkk
— Nada disso amor, hoje eu que sou o garçom.
— Naldão, você vejo todo arrumado cara, camisa social, calça... nesse calor de 35 graus vai derreter! Quer uma bermuda minha e um chinelo?
— Putz, verdade Marcos, to sentindo muito calor mesmo. Valeu parceiro.
— Márcia, leva ele lá no quarto pra ele pegar uma roupa minha mais leve.
Eles foram e demoraram uns 15 minutos. Quando apareceram, ele estava de bermuda cinza que marcava tudo e camiseta regata. Dava pra ver já o volume do pau dele começando a crescer ali.
— Agora sim! disse ele.
— Agora sim pra caralho! pensei eu.
Deixei ele cuidando da carne e fui lá na cozinha. Abri o frasco, coloquei uma dose generosa no copo, enchi de cerveja e levei.
— Segura aí parceiro, agora serve você mesmo, to ocupado.
— Valeu mano!
Ele bebeu todo rápido. Depois foi a vez dela.
— Amor, quer uma?
— Quero sim, bem gelada.
Coloquei a dose nela também, servi e entreguei.
— Nossa, essa cerveja tem um gosto diferente, mais forte... disse ela.
— É marca nova, comprei no atacado, respondi.
Passados 20 minutos, a coisa começou a esquentar. Os dois estavam suando muito, o clima ficou pesado. Coloquei um som mais alto, funk meloso. Márcia começou a rebolar sentada.
— Naldão, quanto tempo hein? Sumiu!
— É que a vida tá corrida Márcia, problema de mulher é o que não falta pra ele! falei brincando.
— Sério? Nossa, então você tá mesmo é um garanhão! disse ela olhando pra ele com uma cara que eu nunca vi.
— Nada disso, to sozinho há meses... respondeu ele passando a mão na coxa dela disfarçando.
— Mentira! Você com esse corpo todo? disse ela rindo e passando a mão no peito dele.
Eu vi que o pau dele já estava duro feito pedra na bermuda. Falei que ia no banheiro, dei uma sumida e quando voltei eles estavam dançando coladinho, rosto colado, ele apertando a bunda dela por baixo da blusa.
— Pessoal, que tal uma mergulhada na piscina? O calor tá de matar! falei.
— Boa ideia! gritou ela.
— Vamo Naldão? Vou pegar uma sunga pra você.
— Pode ser, mas vergonha não, parceiro?
— Vergonha nada cara, tu é um monstro! kkk
Ela riu e falou:
— É verdade, ele é um gatão mesmo, todo trabalhado...
Ele foi se trocar. Quando voltou de sunga, meu Deus... o cara tem um pau de quase 21 centímetros, parecia uma arma na frente da sunga preta.
Ela ficou olhando, boca aberta. Se jogou na piscina e gritou:
— Vem Naldão, vem gatão gostoso!
Ele pulou logo. Os dois ficaram se jogando água, se esfregando... eu falei:
— Putz, esqueci do carvão novo! Vou ali no mercado comprar, já volto já já.
— Amor, já comprou tudo isso e esqueceu o carvão?
— É, mancada minha. Vou rápido.
Peguei o carro e saí. Uns 15 minutos depois liguei pra ela:
— Amor, to vindo já, comprei até mais bebida.
Ela atendeu ofegante, voz toda falhada, parecia que estava correndo uma maratona...
— Tá... bem... amor... vem logo...
Quando cheguei, buzinei. Ela veio me atender na porta, toda molhada, cabelo bagunçado.
— Me ajuda aí com as compras amor.
Olhei pro Naldão na cadeira, todo largado, sorrindo pra mim.
— Valeu parceiro, o sal grosso faz toda diferença mesmo...
— Claro né, só o grosso que serve! disse Márcia olhando pra baixo e rindo, olhando pro volume dele.
Depois do churrasco, o clima estava insuportável de tão quente. Os dois se tocavam o tempo todo. Fui na cozinha, coloquei mais uma dose forte nos copos, dei pra eles. Ele bebeu tudo de uma vez.
Uns minutos depois falei:
— Acho que vou dormir, to cansado. Vamos subir amor?
— Vou só tomar um banho rápido e já vou, disse ela.
— Eu vou ficar aqui só mais um pouco, terminando essa bebida, disse Naldão.
Subi, tomei meu banho e me deitei. Fingi que dormi. Passados 20 minutos, ela entrou no quarto, mexeu um pouco e saiu de novo, fechando a porta devagar.
Fiquei esperando, desci quieto na ponta dos pés. Da escada dava pra ver tudo na sala.
Ela estava sentada no sofá, ele se levantou, o pau dele estava estourando a sunga. Ela nem hesitou, se ajoelhou na sua frente, puxou a sunga pra baixo e aquele pau gigante saltou pra fora. Ela abocanhou tudo de uma vez, mamou feito louca, engasgou mas não saiu.
Ele levantou ela, beijaram-se com muita fúria, ele tirou o biquíni dela, apertou aqueles peitos grandes que são só meus, chupou os mamilos dela até ela gritar.
Ele virou ela de quatro no sofá, passou a cabeça do pau na buceta dela que já estava toda aberta e molhada, e enfiou tudo de uma vez só.
— AAAAAH NALDÃO!!! QUE PAU BOM!!! gritava ela sem nem se importar se eu ia ouvir.
— TOMA GOSTOSA! TOMA TODO ESSE PAU! É GRANDE NÉ? ENCHE TUA BUCETA? gritava ele socando sem piedade.
— ENCHE TUDO!!! METE MAIS FORTE!!! ME COME!!!
Eu estava do lado, vendo tudo, meu pau duro pra caralho. Ela gritava pedindo mais, ele metia que fazia o sofá todo bater na parede.
— VOU GOZAR!!! VOU ENCHER TUA BUCETA DE PORRA!!!
— GOZA DENTRO!!! GOZA TUDO NA MINHA BUCETA!!!
Ele deu um berro, encheu ela toda, gozou muito. Ela ficou toda molhada, sentada gozando também. Mas ele não parou, limpou o pau na cara dela, virou ela de barriga pra cima, levantou as pernas dela e começou a passar a cabeça do pau no cuzinho dela.
— Não Naldão... ali não... doi...
— Relaxa amor, vai ser bom... vai dar gostoso...
Ele foi colocando aos poucos, ela fez cara de dor mas depois foi gemendo de prazer. Quando ele enfiou tudo fundo no cuzinho da minha esposa, ela gritou:
— AI MEU DEUS!!! QUE SENSAÇÃO!!! ENTRA TUDO!!!
— TOMA PUTINHA! ESSE CUZINHO É APERTADO PRA CARALHO!!!
Ele ficou fudendo o cuzinho dela uns 30 minutos, ela pedia mais, pedia pra ele não parar.
— GOZA NO MEU CUZINHO!!! ENCHE MEU CU DE PORRA!!!
Ele gozou tudo dentro do cuzinho dela, muito mesmo, ficou lá parado sentindo o calor. Depois ele saiu, ela ficou toda babada e cheia de porra, lambia o que escorria.
— E o Marcos? Será que ele desconfia? perguntou ele ofegante.
— Deixa ele dormir... hoje eu sou toda sua... disse ela se jogando em cima dele.
Voltei pro quarto. Minutos depois ela veio se deitar, toda cheirosa, limpinha, mas com o cheiro de sexo forte ainda no corpo. Ela me abraçou.
— Que noite boa né amor?
— Melhor impossível... você curtiu?
— Claro amor, você sabe fazer tudo ficar perfeito... amo você.
— Eu te amo muito, minha putinha gostosa.
Ela sorriu, me beijou e dormimos.
E PESSOAL, AGORA NESTE EXATO MOMENTO, JÁ SE PASSARAM HORAS E ELES AINDA ESTÃO LÁ DENTRO FUDENDO!
Eu ouço os gritos dela, o barulho da cama batendo, ele mandando ela tomar tudo, ela pedindo pra não parar... E eu aqui, escrevendo essa história enquanto vejo minha mulher sendo comida que nem nunca vi, realizada por outro homem graças a mim.
MANHÃ SEGUINTE...
Acordei bem cedo, o sol já estava raiando. Levantei devagar, passei pela cozinha e fui até o quarto de hóspedes pra ver como ele estava.
Quando abri a porta, dei de cara com a cena: ele estava lá, pelado, completamente nu, arrumando os lençóis bagunçados da cama.
Nossa, que visão! O cara tinha um corpo enorme, todo malhado, e aquele pauzão de quase 21 centímetros estava ali, mole mas ainda enorme, balançando enquanto ele arrumava a cama.
E o que mais me chamou atenção foi que as costas dele estavam todas cheias de arranhão fundo, marcas de unhas roxas e vermelhas... Dava pra ver que ela tinha segurado ele com força total enquanto ele metia nela!
Ele me ouviu chegar, virou o rosto rapidamente, olhou pra trás, me encarou e abriu um sorriso largo, daqueles de quem sabe que fez um estrago danado.
— Bom dia, parceiro! disse ele com a voz grossa.
— Bom dia Naldão! respondi olhando pra ele todo pelado e reparando naquelas marcas. Dormiu bem? Parece que caiu bêbado duro na cama heim...
Ele deu uma risada alta, se virou pra mim de corpo inteiro, nem se importava de estar nu na minha frente, e falou:
— Cai nada cara... Pelo contrário! Eu fudi a noite toda!!!
— Nossa senhora! Dá que show, hein pai! falei eu já sentindo o pau começar a endurecer só de imaginar. Eu tô na seca danada aqui...
Ele me olhou de cima a baixo, passou a mão no próprio pau e perguntou:
— Tem certeza que tá na seca, Marcos?
— Ah, mas claro que tô! respondi. Faz dias que não pego ninguém, nenhuma mulher não tá afim de me dar...
— Então por que não fica aqui com a gente essa noite? disse ele se aproximando, todo safado. Eu tô afim de beber muito de novo, e com certeza muita gente vai cair duro aqui de novo...
— Ah, com certeza!!! falei eu animado pra caralho. Vamos ficar sim! Vou arrumar um jeito de ficar aqui com vocês mesmo, e quero que seja duplamente maior do que ontem!
Ele sorriu, bateu no meu ombro e disse:
— Poha parceiro... será perfeito!
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