Era comum eu ser interrogado por alguns membros de minha família sobre estudos. Todavia, houve uma vez que não respondi, pois minhas atenções voltavam-se a cena de um tecido finíssimo de short de seda alojado na racha vaginal da minha irmã Phoebe, que estava deitada em minha cama. Eu estava de frente para ela e pior aconteceu quando Phoebe olhou para minha virilha. Então ela exclamou:
– Mano, é sério que seu pau bateu continência perto da minha buceta?
Eu não conseguir responder. Mesmo porque Phoebe arriou meu short e foi incrível ver seus olhos se arregalarem ao ver meu virgem cacete endurecido apontando para cima. Eu até tentei cobrir usando minhas mãos, porém fui impedido de tal ato.
– O pau sempre bate continências para mim?
– Não é por você, nunca será por você – eu mentir.
Phoebe se levantou da cama e trancou a porta e olhou nervosamente para os lados, mesmo sabendo que estávamos sozinhos e voltou sua atenção para mim.
– Tu me respeitas, moleque.... mas pra não dizer que sou escrota, eu nunca contarei pro papai e mamãe que teu pau fica apontando pra mim.
Meu pau deu contrações involuntárias, Phoebe não faz nada de graça. Então foi surpresa vê-la tirar sua blusa.
Então fiquei indeciso sobre o que deveria fazer. Então tive a nuca segurando pelas mãos de Phoebe.
– Estamos sozinhos no quarto, chupa aqui, chupa.
Foi forçado a mamar em um dos bicos das mamas enquanto a mão direita de Phoebe acariciava pentelhos e bolas de meu pau endurecido, sem punheta-lo.
– Então, o que você acha de praticarmos incesto? – Phoebe pediu rindo e já iniciando cadenciadas masturbações com mãos de manivelas.
Coisas que pareciam acontecem em filmes pornôs e contos eróticos baratos estavam acontecendo comigo na vida real. Continuei verbalmente inerte quando Phoebe iniciou uma forte e injusta batalha dos cinco contra um. Levando-me, em puro deleite, a fechar meus olhos.
Eu estava curtindo o tal incesto concedido, entretanto, Phoebe parou e segundos depois, algo incrível aconteceu algo que me fez reabrir meus olhos.
Era o toque suave da língua de Phoebe rodeando meu pênis. Observei espantado quando os lábios pintando de batom rosas cintilantes deslizaram suavemente e envolviam meu pau com hálitos quentes e agradáveis.
Quebrei silêncio do incesto afirmando que minha irmã ficava elegante com a minha pica na boca. Ela rebateu o comentário resvalando o pau em suas coradas bochechas antes de voltar a degustar do mesmo.
– Você nunca pensou que sua irmã poderia ser uma chupadora de pica? – Phoebe falou sem tirar o pau da boca.
Leitor, é errado foder a boca da irmã. É pior, com os pais dentro da casa. Então, para escapar de um possível incesto flagrante movimentei meus quadris para frente, forçando a irmã mais a praticar mais rapidamente a valsa oral.
Não é certo denegrir minha irmã. Mas acho que Phoebe teve ter mamado muito leite de rolas. Pois os lábios pressionavam gradativamente sobre o pau, culminando numa garganta profunda, o voltando a reaparecer com brilhos de salivas.
Não sou um super-homem/ fodão, então aguentei pouco mais que um minuto de chupetas pra produzir uma enchente que fez os lábios de Phoebe se borrarem.
Ficou parecendo que Phoebe utilizará batom ‘leite de gala’. Então, após estalar os lábios, ela deitou-se na cama e tirou o short para expôs a calcinha azul marinho de seda, suas mãos se abaixaram para removê-las.
Por mim, eu podia sair e ficaria feliz da vida. Mas sendo um cara virgem, fiquei surpreso olhando a bucetinha com roseados lábios semiabertos rodeados por sedosos pentelhos castanhos encaracolados.
Foi a primeira vez que fui audacioso, pois Phoebe permitiu que meus dedos tocassem os grandes lábios de um rosado brilhante por dentro. Meu coração acelerou quando toquei seu clitóris úmido e avantajado que umedecido apontando graciosamente para cima.
– O que espera? Quer que mamãe apareça? Cheque perto e mama a buceta, – Ordenou Phoebe, abrindo as pernas.
Meus lábios trêmulos tocaram a pequena pérola sobre o capuz clitoriano. A ferina língua absorvendo o odor do sabor almiscarado. Tento usar o nariz como se fosse um incansável aspirador de pó nas profundezas da carne rosada. Talvez em três minutos houve gotejamento vazando daquela extravagante buceta.
– Ahhh, eu vou gozar, vai, vai maninho taradinho, chupe meus seios e peque os orgasmos, seu incestuoso chupador de buceta… –, Phoebe tagarelou alguns insultos enquanto seu corpo tremia sem controles.
Acelerei meus movimentos e fui sentindo seus espasmos frenéticos, seus lábios abrindo o túnel da buceta ainda mais para que eu pudesse acoplar minha boca. Eu ainda estava com medo de flagrante dos pais. Embora estivesse com a porta trancada, bem, talvez fosse neuras de chupar minha primeira buceta.
– Agora estamos quites. Eu gozei também em sua boca. - Ela falou com um sorriso sacana.
Quem já recebeu o gozo de uma irmã sabe que estará enraizado eternamente na mente. Então pequei pesado.
– Tu se achas? Eu te desafio a me deixar foder sua periquita. - Falei esperando um sonoro “NÃO” como resposta.
– Então dê logo as bombadas, antes que mamãe e papai apareçam.
Neste momento não havia muito sangue em meu cérebro para perceber que eu estava prestes a foder uma bucetinha proibida. Phoebe se aproveitou da minha inércia guiando meu pau até sua latejante abertura úmida.
Uau, simplesmente uau, uau e uau. Foder o pau numa buceta da maninha é tudo de bom....
A gruta dos prazeres incestuosos se alargou gradativamente dando as boas-vindas, permitindo nossos sedosos pentelhos de membros da mesma família se unirem.
Eu soquei forte em sua gostosíssima buceta incrivelmente apertada. Nunca imaginei que incesto mega consentido fossem tão bombombom. O melhor de tudo era sentir os frágeis músculos vaginais apertando meu pau.
Concluindo a situação, a respiração de Phoebe acelerou muito rápido como se estivesse tendo orgasmos.
Eu estava tentando entender do porquê de seu gozo rápido. Então a ficha caiu. Phoebe é mulher o sonho de consumo de todo homem hétero. Não falo da qualidade estética, e sim por ser mulher trepadeira multiorgásmica. Talvez isso explique a ânsia em foder e gozar.
De minha parte eu era um touro raivoso depositando sêmen naquela futura putinha gostosa. É incoerente chamar a irmã de puta. Mas juro chamei Phoebe de puta, e galinha depravada, todavia, em troca recebi uma leve tapa na cara.
– Vamos concluir esse incesto misturando nossos gozos?
– Eu, eu não sei. - falei timidamente.
– Caralho. Martele com força nessa periquita aberta. Vai mano.
Convém dizer que eu não estava preparado pra tantas promiscuidades, mas Phoebe forçou as mãos em minha cintura, fazendo o pau entrar mais profundamente de seu corpo. Eu tentei tirar. Porém, minha cintura foi entrelaçada por suas pernas.
–Luiz, não interrompa o gozo. Eu tomo pílulas e não vou engravidar.
Phoebe usou pés e mãos em minha cintura e requebrou seus quadris, demonstrando estar totalmente fora de controle emocional, eu esperei seus múltiplos orgasmos terminarem. Então tive uma repressão.
– Mano, praticamos o incesto, e gozamos, você não vai tirar de dentro?
Ela estava certa, meu pau permaneceu duro. Esta deve ser a magia da buceta da minha irmã. Então quando tirei, acabou vazando fluídos de espermas em cima de seus pelos pubianos.
– Ei, o que acha de foder o perseguido da maninha? - ela me perguntou rapidamente.
Embora estivéssemos fazendo sexo, considerei até aquele momento que Phoebe era um anjo e pruo inocente e nunca daria a linda bunda fofa pra ninguém. Tolo sou eu, pois amargamente entendi que Phoebe já deve ter dado o cuzinho por puro prazer.
Pensei indeciso na imoral cena anal por alguns segundos. Eu precisava de um descanso, mas aquela situação era única na vida.
– Cara. Vamos, eu deixo você afrouxar meu rabiquinho.
Dane-se meu medo de nossos pais no flagrasse. Minha resposta foi um acelerado sim.
–Tá mana, mas deixa eu gozar bem dentro do teu cu.
– Então come gostoso. Mas se contar pra alguém de encho de pancadas e nego tudo.
Ela levantou da cama e ficou de joelhos em uma cadeira. Meu pau ficou duro quando vi sua pequena bunda fofa exposta. Phoebe passou salivas e eu mirei no alvo rodeado pro pregas roxas.
Foi a sensação mais gostosa quando o esfíncter se abriu para agasalhar a cabeça do meu grosso invasor.
Comecei alargando lentamente as pregas enquanto, graças a claridade, eu assistia a abertura anal expandir. Agora não havia mais volta, eu era um herege arrombando a rosquinha da irmã a pedido da própria.
Phoebe mostrou que sabia dar prazer a um homem se utilizando de contrações das pregas com intuito de ‘acariciar’ meu pau enquanto rebolava para ambos lados os quadris bem moldados.
Phoebe gritou quando enterrei mais fundo, mas ela se segurou e perdemos vários minutos até meu pau deslizar completamente para dentro do seu rabo guloso. Ela me pediu para ficar quieto e deixasse a “abertura anal.” Com ela
Você leitor entende a situação? Não era eu neste momento que estava fodendo, e sim Phoebe que estava dando o cuzinho por prazer. E entre reboladas e metidas demorou alguns minutos.
– Pode foder, as pregas já estão meio alargadas. Mas não tenha pena de mim – Phoebe pediu olhando para trás.
Meti com tantas forças, como que castigando aquele adorável cuzinho. Mas meu pau saiu e me impressionei com a elasticidade do cuzinho se fechando rapidamente. Neste momento houve um baque na porta do quarto. Era papai avisando que sairia de carro com a mamãe. Phoebe respondeu que estávamos estudando.
A realidade é que Phoebe além de jovem e bonita também sabia leva um pau na bunda. E melhor de tudo, ouvimos o motor do carro dando partida.
Nosso medo passou e Phoebe pedia através de gritos para eu não gozar logo e aproveitar o máximo foder seu rabinho guloso. Mas logo ela queria posições diferentes.
Então logo estávamos sentando na beirada da cama, olhando para o grande espelho no quarto, ambos observando o meu pau invadindo seu orifício anal, fazendo seus peitos médios balançarem nos ritmos das estocadas. E não apenas isso, ela utilizava dedos, tocando o prazer da mulher numa acelerada siririca.
– Já estamos aqui há muito tempo, você já pode encher minha bunda com seu esperma.
Então soquei violentamente, fazendo seu corpo subir.
Phoebe, enquanto dava o cu, também tocava siririca sentada no meu colo. Então ela abriu os lábios vaginais com os dedos, como se me mostrasse gotejamento de gozos:
– Vindo de novo. Vindo de novo, eu vou gozar, maninho incestuoso, agora sabemos que tomar – Phoebe ofegou abrindo as pernas para oferecer a mim a visão de sua buceta e cuzinho recém deflorado.
– Bora mano, preencha o interior de meu rabinho.
Pedido feito, pedido aceito. De forma alucinada descarreguei espermas nas profundezas de sua pequena bunda fofa. Quando a levantei de meu colo as pregas frouxas de Phoebe fecharam-se lentamente.
No entanto, poucos segundos depois… Phoebe me dispensou. Mostrando a diaba que ela é.
– Espalha que dei o cuzinho e tu apanha. Outra coisa, passa algum dinheiro da mesada que recebeste...
Como posso negar um pedido para Phoebe? O certo é que os dois sentem prazeres... Afinal, uma mão lava outra e juntas lavam a louça quando nossos pais não estão.
Valeu!㋡
