A GORDINHA GOSTOSA, OU GORDELÍCIA QUE BRUTALMENTE RASGUEI A BUCETA
Parte 1
ADVERTÊNCIA: Texto orgânico, sem IA, tudo aqui foi tirado da minha cabeça de cima. Segue uma versão mais enxuta, palavriado fluido e mais puteresco.
Conheci uma gordinha boazuda na parada de ônibus em março do ano passado. Ela sempre pegava o bonde no mesmo ponto que eu. Já tinha reparado que me comia com os olhos há um tempo. Eu? Me chamo Oliveira Belo de Paula Tejano, faço calistenia, corpo atlético, treino, tenho tanquinho, 1.72 de altura e aprox. 70 kg; cabelo cacheado preto.
Belo dia, notei quando a pequena ficou andando pra lá e pra cá: pressenti que o priquito coçava. Fazendo um charme, meti as mãos no bolso e olhei pra longe, sabendo que ela mo olhava; estudava meu comportamento: que ônibus eu pagava, o que fazia. Arrumei a bola de cachos na aba do boné. Vendo aquilo, ela (vamos chamá-la de Sabrina Hibisco Trindade) chegou:
— O Bonde Tal já passou?
— Já, já…
Num reflexo, peguei o rosto dela pra tacar um beijo. Ela esquivou.
— Eu te conheço? Perguntou.
— Não. To conhecendo agora, aventurei.
Puxei as bochechas pra mim de novo. Beijei fundo a bochecha esquerda. Na hora de beijar os beiços, esquivou de novo.
— Eu te conheço?
— Não; to conhecendo agora, po.
— Tu costuma beijar assim as pessoas depois de conhecer?
— Sim. Pra mim é normal (não era, menti)
E conversamos sobre um monte de coisa: cigarro, escola etc. Fazia o Técnico em Edificações e odiava o curso, queria trocar; eu fazia faculdade.
Daí o bonde dela veio. Isso foi de manhã.
Puxei o rosto pra mim uma última vez:
— Vem cá, me dá um beijo...
O beiço dela estalou no meu.
— Amanhã tu descobre meu nome, disse-me a novinha misteriosa indo embora.
Posteriormente, pela mãe, soube que não parava de falar do “Menino da Parada”.
— Ai, mãe ele me beijou e… ahr..., falava de mim como que sonhando.
Mulher gosta de atitude, e atitude é diferente de assédio.
Isso foi na quarta. Comi ela domingo.
Quinta-feira. Cheguei no ponto. Lá estava ela me esperando. A cumprimentei. Logo fui dando um carinho nela. A brisinha fria da manhã mexeu de leve nossos cabelos.
No amasso, beijando-a contra a parede, meu pau ficou duro.
— Vai: pega.
Enfiou a mão e sentiu-o duro que nem concreto.
— Caralho, mano…
Dei umas pulsadas enquanto segurava. Ela sentiu. Gostou.
Era gordinha. Fazia academia, então era uma chubby bem delicinha. O cabelo era de tigela-curto. Cacheado. Mas por estar curto, parecia liso. Coxuda. Cuzuda. Peituda. Óculos. Exalava sensualidade por todos os poros. Mesmo assim, julgava-se feia, coisa meio corrente entre novinhas dessa idade. Eu, à época, tinha 22. Sempre curti novinhas desde então.
— Eu me acho fora dos padrões…
— Padrões? Porra de “padrões”. Isso aqui, ó (pegando nos peitos enormes, como que avaliando-os para compra), isso que é PADRÃO. Eu gosto assim: de cheinha, de ter onde pegar. Isso...(massageando os peitos e sussurando ao pé do ouvido) que é mulher...
Era uma putaria só e tudo isso ao ar livre. Lembro de brincar com peitos dela e um senhor que passava na rua ver. Eu nem. Abraçava ela de frente, a trazia pra mim; meu pau, rijo como aço, fazia pressão na virilha dela: queria furar aquele jeans para roçar naquela bucetinha: que já estava encharcada, por sinal, e ela suspirava: nossos hálitos se confundiam ao derradeiro beijo.
Como sou boa pinta, não tive problemas com a mãe dela (o pai fugiu). Digo isto porque pra pegar novinha é interessante ter aval dos pais/responsáveis. Não é obrigatório, mas em todo caso é melhor que os pais saibam que tu arrebenta a filha deles. Em matéria de relacionamento, foda mesmo era o avô e a irmã. Esta burra e aquele rabugento. A irmã era intelectualmente inferior, apesar de formada (se bem que, no Brasil, praticamente um País de Semianalfabetos, isso não é lá grande coisa). Discutia um assunto comigo e perdia sempre. Por isso, me odiava. Já o velho era o pratriarca da família e não gostava de macho alienígena defronte ou dentro da casa dele. Mas foda-se. Minha determinação foi essa: Vou comer tua neta na tua casa e pronto! E comi. Comi no banheiro, no quarto… Depois do trabalho passava na casa dela pra fazer a novinha gozar e ter a boca cheia de leite.
Abrindo um parênteses para um desses rendez-vous: foi assim: conversava com ela no quarto depois de uma boa foda. Ajeitei o cabelo no espelho. Peguei a mochila. Disse que tinha que ir.
- Já vou.
E ela soergueu aquele bem desenhado rabo, aqueles peitos e disse com os óculos abaixo da linha dos olhos:
- Não...
- Não o quê? Inquiri, arqueando as sobrancelhas, realmente querendo saber.
- Tu não vai embora...
Trancou a porta. Apagou a luz. Olhei-a de cima-baixo, baixo-cima. Larguei a mochila. Arreou minhas calças sem pressa: sorrateiramente, olhando-me fundo nos olhos. Essa faísca no olhar de um quarto escuro... Sedenta, me deu uma mamada profissional. Nossa... Que boqueteira. Chupou devagar, devagar... passava a língua na cabeça, em torno, abocanhava, ia até o talo, parava, diminuía, acelerava o ritmo, engasgava, não tossia porque não podia fazer barulho: o quarto da porra da irmã era do lado. Lambeu meu saco. Sugou as duas bolas com vontade. Levantei a camisa até o peito, expondo o abdomen, o qual ela lentamente passou a mão enquanto gemia com o pau na boca. Eu enterrava meu caralho na bochecha dela e dava tapas na protuberância (ela piscava os olhinhos a cada tapa e soltava um "humm"). Tirei-o de sua boca e ela rapidamente o agarrou, como que esfomeada; lá estava ela: dando aquela mamada. Eu, enquanto fazia aquele "sisssss" repetiliano, que só brasileiro faz na hora de fuder, acariciava o cabelinho ondulado. O estralo do sobe-desce do boquete foi tão bom a ponto de embassar a visão. Senti minha essência prestes a sair. Gozando já, agarrei-lhe firme a nuca, afundei-lhe os dedos no cabelo. Cerrando os olhos, mordendo os lábios, disse a ela baixinho:
- Engole tudo, engole tudo...
Povoei aquela goela de porra.
- Deixa eu ver...
Espremi a bochecha. Olhei. Mostrou a linguinha, submissa. Missão cumprida. Meti o pé. Naquele sereno, enfiei-me numa rua. Olhei pro lado - uma menina olhou-me do portão e corou. Ri pra ela, que entrou vermelha. Daí a pouco chegava em casa, saciado.
Fechando o parentêses, enquanto o bonde não vinha, ficamos naquele canto cego, sufocando-nos um ao outro no promíscuo amasso de lábios. Eu contra a parede e atrás dela, enfiei a mão por baixo do sutien e apertei os biquinhos daquelas tetas de vaca, macias-macias... Enquanto isso, meu pau roçando naquele cu enorme. E o bonde veio. Ela subiu sorrindo — a calcinha toda molhada...
Continua.
