Mamei O Colega No Trabalho

Um conto erótico de Nata
Categoria: Heterossexual
Contém 791 palavras
Data: 21/10/2023 15:58:01
Última revisão: 21/03/2026 07:33:43

Quero começar este conto dizendo que vivo um momento sexual ímpar, indescritível. Jamais sonhei que seria capaz de desfrutar de sensações que nunca imaginei existirem no sexo.

​Há mais de um ano saio com um colega de trabalho. Lembro que a primeira vez foi na véspera do meu aniversário de 2022; tudo aconteceu sem qualquer combinação prévia na casa dele. Fui "atacada" (rs) já no portão e, dentro de casa, fiquei nua sem perceber — tamanha é a agilidade que o canalha tem em despir a presa. Em sua cama, tive squirts que nem sabia que ainda era capaz de ter. Digo isso com todo esse encanto, escrevendo com um sorriso no rosto, porque infelizmente meus relacionamentos anteriores eram baseados no "ele gozou, já está bom". Fiquei inúmeras vezes contando carneirinhos ao som de ronco, já que o "alecrim dourado" já tinha satisfeito sua vontade. Alô, Usain Bolt, seus recordes poderão ser contestados!

​O cretino que me leva ao ápice do prazer mantém contato diário. Vocês conseguem imaginar receber ligações no celular, trabalhando em uma sala com várias pessoas, e o cafajeste começar a falar putaria no seu ouvido? Coisas tipo: "vou te chupar", "você é gostosa, maravilhosa"... Elogios que me levam ao céu; afinal, ser lembrada já é uma excelente preliminar. Eu sou obrigada a fazer caras e bocas enquanto alguns colegas percebem meu sorriso de canto de boca. Enfim, a calcinha molha; já tive até que trocá-la.

​No motel, sou DE-VO-RA-DA. Não dá tempo de respirar; ele ama dominar na "hora H". Até batizada eu já fui (Golden Shower, chuva de prata, o que você preferir), agachada no box enquanto ele me "batizava". Tive squirts de molhar a cama absurdamente por conta de chupadas incríveis; a língua bate no clitóris lindamente e a resposta vem em espasmos.

​Abrindo parênteses: certa vez, fugimos do trabalho com uma desculpa esfarrapada e fomos ao motel na hora do almoço. Voltei desorientada por conta da rapidinha e da dedada. Eu nem gostava de sexo anal, mas hoje eu peço, porque também sei perturbá-lo com mensagens: "quero dar o cu". Ele enfia a mão na minha calcinha e chupa meus seios enquanto eu colo na parede, mais firme que uma lagartixa. No retorno ao trabalho, meu corpo tremia sem parar. Logo depois, ele liga para o "pós-foda" e pergunta: "Como você está, puta?". A voz (se os homens soubessem o poder da voz no ouvido de uma mulher...) entra na minha mente e parece que meu corpo responde com ações involuntárias.

​Já faz algum tempo que ele vinha falando sobre ser chupado no setor dele. Relutei, porque o trabalho é pior que o BBB, com câmeras para todos os lados, mas a ideia era tentadora. Ele insistia: "Você vai chupar meu pau no meu setor". Porta de vidro, pessoas passando a todo momento... mas quem nunca ficou tentada pelo proibido? O perigo de ser descoberto é excitante.

​A ideia foi crescendo e, como tudo ocorre de forma inesperada, no dia 19 de outubro de 2023, estive no setor dele. Fui apenas cumprimentá-lo, mas, quando entrei na sala, ele começou a me beijar, morder meu pescoço e passar a mão como sempre faz. Chupou meu seio direito (o esquerdo ficou triste, rs). Se já não resisto às ligações, imaginem pessoalmente! Ele enfiou a mão dentro da minha calça, foi até a calcinha e o fdp colocou o "Luluzinho" — ele chama o pau desse jeito — para fora. Eu segurei e não resisti: caí de boca. E te digo mais: arrependida de não ter chupado mais!

​A calcinha molhou na hora. Buceta molhada é uma buceta feliz. Naquele momento, senti um mix de tesão e loucura, somado ao medo de chegar alguém. É uma história que jamais sairá da minha cabeça; nem o Alzheimer conseguirá apagar. Me recompus, ele limpou o batom da boca e se despediu — ele só trabalha meio expediente. Eu tentei voltar para as minhas funções.

​Claro que ele ligou depois. Disse que sou a mais linda do trabalho, que sou gostosa e maravilhosa. Para uma mulher de 40 anos, negra e mãe de três filhos, ouvir tudo isso e se sentir a mais desejada faz bem a qualquer momento. Ele costuma dizer que chamei a atenção dele na fila do almoço, de costas... Adoro! O pilantra atinge meu ponto fraco com mordidas, tapas e domínio. Quando ele diz "você é minha preta", vou ao céu.

​Já estamos no próximo propósito: transar na sala dele. Eu estarei debruçada na mesa e ele me pegando por trás. A pior parte? Terei que ficar calada a cada estocada. Ele vai me maltratar, eu já sei. Com certeza trarei meu relato aqui. Vocês já tiveram experiências loucas no trabalho também? Deixem seu relato nos comentários, adoraria ler. Beijos!

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Comentários

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Que conto excitante! Parabéns!

Tive uma experiência no banheiro do trabalho, foi surreal! Te convido para ler! Bjs

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Muito bom. Deixou o juninho de cabeça em pé direto. E você deve ser uma deusa... se puder mandar umas fotos para deixar o coroa feliz... rbns64@outlook.com

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