Meu Grande Amigo Comeu a Minha Mulher.
O telefone tocou e a voz de Flávia atendeu do outro lado.
— Oi, Flávia. Em meia hora chego em casa.
— Tudo bem, amor!
— Lembra do Maurício? Aquele alemão careca da nossa adolescência? Encontrei ele aqui no centro. Ele vai ganhar uma carona até em casa para matarmos a saudade.
Maurício, agora com 45 anos, era um grande amigo que não via há três décadas. Aposentado e dono de um escritório de advocacia, ele mantinha o mesmo charme que derretia as mulheres antigamente. Ao chegarmos, o impacto foi imediato. Ao ver Flávia, ele soltou o primeiro elogio: "Você não mudou nada!".
Tomamos café e o clima esquentou com a admiração dele por ela. Maurício interrompeu a conversa por duas vezes apenas para exaltar a beleza da minha esposa. Aquilo me excitava profundamente; sempre gostei de ver outros homens cobiçando o que é meu. Na despedida, um abraço apertado e um beijo no rosto selaram a promessa de uma volta rápida.
— Nossa! Ele não tirou os olhos de você nem um minuto — comentei após ele sair.
— Também gostei dele, amor. Da educação... e do jeito que ele me olha — Flávia respondeu, com um brilho malicioso.
Há anos discutíamos a ideia de ela ter uma experiência extraconjugal, mas a proposta nunca saía do campo da fala. Naquela noite, porém, aos 47 anos, ela parecia decidida.
— Será que chegou a hora de eu virar corno, amor? — provoquei.
— Quem sabe... acho que sim — respondeu ela, já me puxando para a cama.
A foda foi memorável. Gemíamos o nome do Maurício. Eu a incentivava, dizendo que ele iria devorar aquela bucetinha deliciosa e arrombar o seu cuzinho virgem. Flávia gozou duas vezes só com a ideia. No dia seguinte, decidimos convidá-lo para jantar na sexta-feira.
— Maurício, Flávia faz questão da sua presença na sexta. Venha com fome, porque ela preparou algo "diferente" e delicioso apenas para você.
Ele riu, entendendo o código: "Pode deixar".
A Noite do Xeque-Mate
Na sexta, o vinho fluiu e a intimidade cresceu. Flávia usava um vestido curto, sem sutiã, com o decote realçando os seios fartos. Sentada ao lado dele, as coxas ficavam à mostra. Ela tocava o ombro dele; ele descia a mão pela perna dela. Assisti a tudo de pau duro, percebendo a tensão elétrica entre os dois.
Para apimentar, ofereci um "bagulho" dos velhos tempos.
— Lembra do tesão louco que isso dava, Maurício? Que deixava o pau como pedra?
Ele sorriu, o olhar fixo em Flávia.
— Prefiro foder alguém a bater punheta — disparou ele, antes de dar um raio caprichado.
Logo, anunciei que precisava de um banho demorado e que faria o "número 2".
— Não demore, amor! — disse Flávia, fingindo preocupação.
— Vou levar pelo menos uma hora. Maurício, sirva-se bem na minha ausência. Sinta-se em casa... e vocês dois, tenham juízo! Se quiser trocar de roupa, ela te leva ao nosso quarto.
Fui para o banheiro e o que aconteceu lá dentro foi relatado por ela mais tarde:
Mal fechei a porta, ele a abraçou e deu um beijo voraz. As mãos dele desceram rapidamente para dentro da calcinha dela, afagando a intimidade já molhada. Flávia segurou o pau dele por cima da calça e o guiou para a nossa cama. Lá, as alças do vestido caíram e os seios foram devorados. Ela ajoelhou-se e abocanhou aquele pau duríssimo, chupando com uma vontade que parecia acumulada por anos.
Na cama, Flávia sentiu o membro grosso preencher cada espaço da sua bucetinha. Gozou três vezes antes de virem as investidas finais. Mas Maurício queria mais. Começou a investigar o bumbum dela com os dedos.
— Você gosta de comer cuzinho, né? — provocou ela.
— Se for de uma mulher gostosa assim... com certeza.
Ela empinou o bumbum e sentiu a língua dele penetrar o orifício proibido, fazendo-a tremer. Com o gel lubrificante, ele iniciou a penetração anal. O pau branco e grosso entrou centímetro por centímetro no cuzinho virgem até as bolas tocarem suas pernas. Enquanto ele a arrombava por trás, as mãos dele massacravam o clitóris dela. Maurício gozou fundo, declarando o quanto ela era deliciosa.
O Novo Acordo
Saí do banho e encontrei os dois sentados, de mãos dadas, como namorados. Sem cerimônia, a mão dele estava entre as pernas dela — que agora estava sem calcinha.
— Você é um homem feliz por ter uma esposa como a Flávia — disse Maurício.
— Agora ela passa a ser a nossa mulher, sócio — respondi, selando o acordo.
Meu sonho de anos se realizou na nossa própria cama. Maurício virou visita constante. Embora me convidem para o ménage, prefiro o papel de espectador. Deixo a porta entreaberta e assisto discretamente enquanto ele fode aquele cuzinho apertado ou quando ela engole o pau dele até o talo. Bato minha punheta em silêncio, realizado por ser um homem que descobriu o verdadeiro prazer de compartilhar a própria felicidade.
