Sobre minha irmã - Ficando mais íntimos

Um conto erótico de Robson
Categoria: Heterossexual
Contém 2885 palavras
Data: 06/11/2023 11:35:04
Última revisão: 08/06/2026 16:10:41

Depois que minha irmã topou pagar as prendas de biquíni, as coisas começaram a mudar. Nos dias seguintes, Rodrigo e Paulo vieram em nossa casa jogar dominó quando minha irmã e eu estávamos sozinhos e estudando.

Como o intuito do jogo era ver a minha irmã de biquíni, o jogo logo começou a ficar repetitivo. Quando um de nós ganhava, minha irmã sempre era a escolhida para pagar a prenda. Quando ela ganhava, escolhia um de nós, de preferência, o Rodrigo.

Assim, decidimos mudar a prenda. Ao invés de polichinelos, a prenda passou a ser fazer alguma coisa que fosse pedida pelo ganhador, durante cinco minutos, desde que fosse algo que a pessoa escolhida concordasse.

Por conta disso, minha irmã pagou várias prendas. Sempre de biquíni, ela teve que ler em voz alta, cantar, rolar no chão, ficar equilibrada em uma das pernas, equilibrar um livro na cabeça... A melhor que achei foi quando ela teve que carregar alguns livros nas costas, andando de quatro de biquíni de um lado para o outro da sala, uma excelente ideia do Paulo.

As prendas estavam sendo descontraídas e não havia um cunho sexual. Embora minha irmã tenha pago muitas prendas, ela não estava aborrecida. Parecia haver deixado a timidez de lado e estava mais à vontade em relação aos meus amigos, mesmo ficando a maior parte do tempo na frente deles apenas de biquíni.

Por outro lado, não rolou mais encoxadas após meus amigos irem embora. Confesso que a culpa foi minha. Depois de haver ficado pela primeira vez nu na frente da minha irmã e de até ter mostrado meu pinto todo melado para ela, inventei de ficar novamente nu na frente dela.

Quando cheguei pelado de pau duro no quarto da minha irmã, ela se assustou e inventou que ia tomar banho. Nos outros dias, quando eles saíram, ela já foi dando desculpa e indo direto para o banheiro, não me dando qualquer oportunidade de tentar alguma coisa.

Na sexta-feira, à noite, minha irmã foi na festa de aniversário de uma amiga. Dessa vez, ela arranjou carona para ir e para voltar. Nossos pais foram para a casa de praia e deixaram a gente com dinheiro para passarmos o fim de semana. Era uma nova oportunidade de ficar bastante tempo sozinho em casa com minha irmã e confesso que isso me deu expectativas.

Nesse dia, minha irmã combinou com nossos pais que voltaria no máximo 1h da manhã. Entretanto, passou a hora e nada dela voltar. Fiquei com receio de nossos pais me ligarem e eu não ter notícias dela para dar. Assim, liguei para o celular dela algumas vezes, mas nada dela atender. Isso me deixou bastante preocupado.

Limpei a barra da minha irmã com nossos pais, mas somente após às quatro horas da manhã ela me ligou. Na ligação, a voz dela estava um tanto embargada. Ela falou que a carona tinha dado errado e me pediu para eu pegar um táxi e buscá-la porque tinha medo de voltar sozinha.

Chamei o táxi e fui até lá. Minha irmã estava em pé em frente a uma farmácia 24h em um bairro diferente do local da festa. Achei estranho. Sem dizer nada, ela entrou no táxi com a maquiagem borrada e permaneceu calada. Parecia que ela havia chorado. Perguntei se tinha havido algum problema e ela só respondeu que não.

No caminho para casa, quando passamos por uma lanchonete que estava aberta, ela quebrou o silêncio me perguntando se dava para a gente fazer um lanche. Disse que estava com muita fome. Concordei e pedi para o táxi parar.

Na lanchonete, pedimos um lanche. Minha irmã começou a chorar. Perguntei a ela o que estava acontecendo. Falei para minha irmã que ela podia confiar em mim. Eu não falaria nada para os nossos pais. Mesmo assim, ela só chorava e ficava em silêncio enquanto lanchava.

Pouco depois, minha irmã resolveu desabafar. Disse para mim que, na festa, ela havia ficado com um amigo de uma amiga dela e que ele a convidou para ir na casa dele e que depois ele a deixaria em casa. No entanto, quando ela já estava na casa dele, ele mudou de ideia e deixou ela em frente a essa farmácia perto de onde ele morava.

Achei a conversa da minha irmã muito estranha. Assim, fiz perguntas e insisti para saber mais detalhes. Ela acabou me dizendo que eles saíram após a festa para dar alguns amassos na casa dele, sem ninguém por perto, mas tudo mudou quando ele perguntou se ela ainda era virgem e ela respondeu que sim.

Minha irmã disse que, depois disso, ele começou a tratar ela friamente, dizendo que esqueceu que havia combinado de ir na casa de um amigo dele e que deixaria ela no caminho. Ela disse que ficou com medo de ficar sozinha em um lugar desconhecido e que me ligou para buscá-la.

Falei que ela havia feito certo em ligar para mim. Além disso, ela não tinha que se sentir culpada de nada. Disse a ela que o cara provavelmente achou que poderia ter algum problema em tirar a virgindade dela.

Acrescentei que o cara deveria ser um grande idiota, pois qualquer cara se sentiria privilegiado em tirar a virgindade dela. Nessa hora, acabei falando mais do que eu devia e disse que se fosse eu no lugar desse ficante, eu teria ido até o fim.

Minha irmã se assustou e falou:

- Como assim? Você está louco? Você é meu irmão, esqueceu? Perder a virgindade com irmão não tem graça nenhuma.

Tentei consertar dizendo: - Calma! Falei hipoteticamente, se você não fosse minha irmã.

- Ah, mesmo assim...

- Além disso, você é nova. Não precisa ter pressa. Não precisa perder sua virgindade de uma vez.

- Como assim?

- Você já fez anal?

- Claro que não, né!?

- Já chupou uma pica?

- Também não, né.

- E chupada, você já foi?

- Também não!

- Então!

- Então o que?

- É isso o que estou dizendo, é melhor você ir aos poucos.

- Ele te viu nua?

- Não.

- Por isso.

- Por isso, o que?

- Por isso que ele não te comeu.

- Hã? Como assim?

- Nada. Você já conhecia esse cara?

- Não, mas ele é amigo da minha amiga.

- Ué? E você ia perder a virgindade com um estranho? O que foi que deu em você?

Minha irmã ficou vermelha com a minha pergunta e respondeu: - Ah, não sei.

- Isso foi loucura.

- Foi.

- E se tivesse acontecido alguma coisa com você?

- É...não pensei. Fiz bobagem.

- Fez mesmo.

- O que foi que deu em você?

- Ah, não sei...

- Não sabe?

- Talvez porque tenho tido alguns sonhos estranhos.

- Sonhos? Como assim?

- Ah, deixa pra lá...

- Não, por favor, fala.

- É tipo uns sonhos que fico sem roupa...

- Hã? Você tem sonhos eróticos?

- É... tipo isso...

- Mas e o que rola nesses seus sonhos?

- É... Nada não. Melhor a gente ir para casa.

- Ok, vamos.

Minha irmã acabou se sentindo encurralada com minhas perguntas e tratou logo de mudar de assunto.

Pedimos um táxi e fomos para casa quando já estava amanhecendo. Quando chegamos, minha irmã tomou um banho e fomos dormir.

Acordamos já depois do meio-dia. Mais tarde, fomos na academia do condomínio e Rodrigo apareceu lá depois de um tempo. Minha irmã e ele ficaram conversando e ela convidou ele para tomar café em nossa casa no dia seguinte, dizendo que era para retribuir a vez que ele levou o café em nossa casa. Ele confirmou que ia.

Durante o dia, rolou pouca conversa entre minha irmã e eu. Talvez pelo papo que tivemos de madrugada.

Fiquei o tempo todo pensando na conversa que tivemos. Por muito pouco, minha irmã não havia perdido a virgindade com um cara quase desconhecido para ela. Confesso que fiquei excitado com a ideia que ela estava querendo ser fodida e deixar de ser virgem e até estava tendo sonhos eróticos.

Por outro lado, o fato da minha irmã haver me dito que que perder a virgindade com o próprio irmão não ter graça nenhuma me deixava fora do páreo. Talvez explicasse ela ter passado a me evitar após eu ter ficado totalmente pelado perto dela. Talvez ela tivesse com medo.

À noite, comemos uma pizza e depois ficamos vendo TV na sala. Depois de um tempo, minha irmã se deitou no sofá como na vez em que ficamos tarde da noite assistindo filme, deitada de lado, de frente para a TV com o bumbum virado para mim e parte das pernas no meu colo.

Fiquei na minha aguardando minha irmã buscar um cobertor para se cobrir como havia feito anteriormente. No entanto, passaram alguns minutos e nada dela ir. Como estávamos sozinhos em casa, não havia risco de alguém nos ver se acontecesse alguma coisa.

Minha irmã me pediu para colocar em um filme e permaneceu na mesma posição. Ela esfregou um pouco um dos pés dela no meu colo e olhou rapidamente para mim.

Isso me deixou excitado. Era sinal que minha irmã queria carinho. Passei a alisar as pernas dela e fui subindo pelas coxas, em direção ao shortinho que ela estava usando. Depois comecei a alisar ela na frente e atrás por cima do shortinho.

Atrás, fiz o que já havia feito em outra oportunidade. Coloquei uma das mãos por dentro do short e da calcinha da minha irmã até sentir o cuzinho dela com o dedo. Com a outra mão, fiquei alisando a xoxotinha dela na frente por cima do shortinho. Fiquei fazendo movimentos leves e observando o rosto da minha irmã que parecia estar gostando enquanto ficava concentrada vendo o filme.

Depois de alguns minutos assim, minha irmã disse que precisava ir ao banheiro. Fiquei frustrado, pensei que a nossa brincadeira havia terminado e fui para o meu quarto.

Lá, tirei minha roupa, deitei na minha cama e comecei a bater uma punheta pensando na minha irmã. Fiquei lembrando da bunda dela nas vezes que ela ficou de costas para mim para tirar o biquíni, de quando ela ficou totalmente nua por conta do jogo de dominó, da xoxotinha dela quando esqueceu de levar as calcinhas para a casa de praia...

Deixei a porta do meu quarto aberta. Eu estava tão excitado que no fundo eu queria que minha irmã me visse batendo uma pensando nela, mas não achava que ela fosse aparecer.

Pouco tempo depois, minha irmã colocou a cabeça na porta do quarto e me surpreendeu. Ao me ver pelado, deitado na cama, ela me perguntou o que eu estava fazendo. Respondi que eu estava me masturbando porque não estava mais me aguentando de tesão por causa dela.

Minha irmã riu e me perguntou se eu não queria voltar para a sala para continuar vendo um filme na TV. Nessa hora, achei que ela estava zombando de mim e pensei em recusar, mas mudei de ideia quando minha irmã entrou no meu quarto e vi que ela, sem nenhuma explicação, estava vestida apenas de calcinha e sutiã. Que delícia!

Falei que queria sim assistir e que eu já estava indo. Fiquei sem saber como agir segurando meu pau duro com a mão e resolvi ir para sala sem roupa mesmo.

Minha irmã estava sentada no sofá, vestindo calcinha e sutiã brancos. Sem dizer nada, me sentei ao lado dela. Ela se assustou ao perceber que eu ainda estava sem roupa e de pau duro e me perguntou:

- Você não se masturbou?

- Não, né. É por isso que ainda estou assim - falei apontando para o meu pinto, que estava duro que nem pedra.

- E continua com muito tesão por minha causa? kkkk

- Sim. Olha só! - falei novamente apontando para o meu pinto.

- Estou vendo kkkk

Quando minha irmã olhou para o meu pinto, perguntei:

- Quer chupar?

- Não kkkk

- Tem certeza?

- Tenho.

- Nem uma chupadinha...

- Não kkkk

- E pegar, você quer?

- Também não.

- Você já pegou em algum assim ao vivo?

- Não, né.

- Nem no pau do cara de ontem?

- Não.

- Mas você já queria transar com esse cara que você nem conhecia sem nunca ter pego em um pinto antes?

- É... bobagem minha.

- Pega aqui vai...bobagem...

- Não.

- Não vou contar para ninguém... Confia em mim... Só um pouquinho... Por favor! - implorei para tentar convencer minha irmã a pegar no meu pau.

Minha irmã olhou no meu rosto, estendeu a mão, pegou no meu pau, mas o largou muito rapidamente.

Falei que ela não precisava ter pressa e peguei a mão dela e coloquei sobre o meu pinto.

- Calma... segura assim... - minha irmã passou a segurar o meu pau com mais firmeza.

Com a mão dela segurando o meu pinto, segurei a mão dela e fui fazendo um movimento subindo e descendo.

- Vai fazendo assim...

- Assim?

- É... assim... continua... delícia...

Minha irmã começou fazendo o movimento com minha mão, mas depois ficou só com a mão dela sozinha. Enquanto me punhetava, ela olhava para o meu pau com um sorriso que parecia haver gostado bastante da novidade.

Isso me deixou ainda mais excitado e após alguns minutos acabei gozando.

Minha irmã se assustou quando gozei, mas não largou o meu pau. Os jatos de esperma espirraram na minha barriga e melaram bastante a mão dela.

Depois que parei de ejacular, minha irmã ficou olhando para meu esperma na mão dela como se tivesse curtindo a novidade. Falei que precisava ir ao banheiro e ela disse que precisava ir também para lavar a mão.

Quando voltamos para a sala, minha irmã me perguntou se eu não ia me vestir. Respondi que não. Não sei porque, mas parecia que ela estava incomodada com o fato de eu continuar totalmente pelado. Apesar disso, sentamos normalmente no sofá.

Minha irmã escolheu um filme e começamos a ver. Após alguns minutos, com ela sentada, fiquei alisando as coxas dela e, em seguida, a xota por cima da calcinha.

Nessa hora, minha irmã resolveu se sentar em uma posição que ficava com os joelhos levantados e as pernas meio abertas. Entendi que a nova posição era um convite para esfregar melhor a xota dela por cima da calcinha.

Enquanto minha irmã olhava para a TV, fui, aos poucos, afastando a calcinha dela para o lado para esfregar a xoxotinha diretamente sem nada por cima.

Hum... A xoxotinha dela estava linda aparadinha. Quando a toquei, senti que a xotinha dela estava muito molhada. Que delícia!

Tentei enfiar meu dedo, mas minha irmã deu um pequeno grito e reclamou:

- Ei! Eu sou virgem! Você se esqueceu?

Imediatamente, pedi desculpas para minha irmã, mas ela tirou a minha mão e ajeitou a calcinha escondendo outra vez a xotinha.

Logo depois, minha irmã olhou para meu pau e percebeu que eu já estava duro novamente.

- Nossa...Você já está com tesão de novo?

- Já... Por que? kkkk

- Por nada. kkkk

- Quer pegar? kkkk

- Eu não...

- Vem... Senta aqui no meu colo... kkkk - falei para ela apontando para o meu pinto.

- Com você assim? Nem pensar kkkk

- Por que? kkkk

- Eu não...

Apesar de recusar, minha irmã ficava olhando para o filme e olhando para o meu pau duro perto dela.

Após algum tempo, ela disse: - Tá...

- Tá, o que?

- Tá legal, mas sem você tirar minha roupa, tá?

- Sim, claro!

Depois que concordei, minha irmã se levantou do sofá para se sentar no meu colo. Eu estava totalmente pelado e ela só de calcinha e sutiã.

Minha irmã ficou de costas para mim. Nessa hora, olhei para a calcinha entrando na bunda dela e disse para ela ir se sentando devagar em cima do meu pau. Ela ficou olhando para o meu pau e foi sentando em cima dele. Fiquei mais excitado ainda quando meu pau encostou nas nádegas dela e ficamos procurando a melhor posição.

Com minha irmã sentada no meu colo, comecei a segurar e a apertar os seios dela e, em seguida, com uma das mãos, passei a esfregar a xoxota dela por cima da calcinha.

Era uma delícia esfregar a minha irmã enquanto a encoxava e ralava o meu pinto nas nádegas dela.

Posicionei o meu pau o mais no meio possível para ficar encaixado entre as nádegas da minha irmã, mas a calcinha dela enfiada na bunda atrapalhava.

Nessa hora, eu estava com muito tesão. Se não fosse a calcinha, meu pau entraria todinho no cuzinho da minha irmã. Passamos a fazer um rala rala como se a gente estivesse realmente transando e era quase isso que estava acontecendo.

Minha irmã passou a gemer loucamente enquanto eu a encoxava atrás e esfregava a xotinha dela na frente com a mão. Que tesão!

A coisa foi esquentando e esquentando enquanto minha irmã gemia, até que eu acabei gozando e melando a bunda e a calcinha dela com o meu leite.

Minha irmã permaneceu no meu colo descansando do rala rala e quando se levantou, olhou para mim e para a bunda dela. Ela viu que meu leite estava escorrendo da bunda dela para as coxas. Ela passou a mão por cima, sentiu meu esperma com os dedos e disse para mim olhando para o meu pau que ela precisava ir ao banheiro tomar um banho.

Enquanto minha irmã fazia isso, permaneci sentado no sofá com meu pau todo melado olhando para ela nua indo ao banheiro ainda sem acreditar no que havia acabado de rolar.

Depois disso, desistimos de ver o filme e fomos dormir.

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Comentários

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Melhor conto do site, nao pare por favor

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Assim, que é bom, a evolução gradual da cumplicidade entre os amigos e irmãos, as descobertas, os segredos e os desejos que pouco a pouco vão motivando as ações e os fatos desta história muito bem contada. Se acelerar, perde a graça. 3 estrelas e com louvor.

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