Aquele dia estava sendo diferente. Ainda não era meio-dia e eu já tinha visto minha irmã sem roupa duas vezes. Além disso, ela já havia batido uma punheta deliciosa para mim. Estávamos voltando a ter intimidade.
Logo após o almoço, minha irmã inventou novamente de ir para praia. Colocou o outro biquíni que havia comprado, o verde-claro. Acho que ela queria estrear logo ele, por isso quis dar uma volta com ele, mesmo estando muito quente.
Fui com ela até a areia. Fizemos uma pequena caminhada e tomamos banho no mar. Por conta do calor, no percurso de volta, paramos para tomar sorvete, foi quando novamente percebi que ela estava atraindo alguns olhares.
Ao chegar na casa de praia, resolvemos tomar um banho no chuveirão que fica atrás da casa. Dessa vez, eu de sunga e ela de biquíni. Não havia outra alternativa, pois nossos pais estavam em casa. Nos secamos com uma toalha e ficamos descansando na varanda da casa.
Lá havia uma rede, algumas cadeiras e um colchonete que ficava próximo a uma parede. Minha irmã ficou deitada na rede lendo um livro e eu no colchonete fazendo palavras cruzadas.
Comecei a me coçar, pois estava me sentindo queimado por conta do sol que tomamos. Busquei um hidratante e comecei a passar em mim. Quando minha irmã viu, me pediu emprestado e começou a passar nela. Perguntei se ela queria ajuda e ela disse que sim. Ela sentou-se na rede e eu passei um pouco do hidratante nos ombros e nas costas dela.
Pensei em pedir para passar em outras partes do corpo da minha irmã, mas era muito arriscado por conta da presença dos nossos pais dentro de casa.
Pouco tempo depois, nossos pais resolveram dar uma volta e perguntaram se a gente queria ir novamente à praia com eles. Minha irmã disse que não queria, pois achava que havia se queimado bastante. Assim, nós dois resolvemos ficar.
Depois que ficamos sozinhos, pensei que era a hora de tentar alguma coisa. Eu não parava de lembrar da minha irmã nua tomando banho no chuveirão pela manhã e da mão amiga que ela me deu.
Perguntei para ela o que ela estava lendo e resolvi me sentar ao lado dela na rede para ver o livro. Ela ficou dizendo que eu estava atrapalhando ela de ler e que a rede ia cair com nós dois. Por conta disso, fiquei provocando ela balançando a rede com força, até que realmente caímos.
Voltei para a rede e me sentei. Quando minha irmã foi novamente se sentar na rede, puxei ela pela cintura e fiz ela se sentar no meu colo. Ela se assustou e acabamos nos desequilibrando e outra vez caindo.
Minha irmã reclamou e foi até o colchonete se deitar, enquanto eu voltei para a rede e a fiquei observando.
Realmente, minha irmã estava muito gostosa com o biquíni verde-claro. Deitada de barriga para cima no colchonete, permanecia concentrada lendo o livro. Era uma tentação, especialmente quando ela cruzava as pernas apoiando uma perna por cima do outro joelho.
Depois de alguns minutos, perguntei para ela sobre o livro e pedi para ela ler um pouco em voz alta para mim. Nesse momento, resolvi me aproximar da minha irmã e me sentei no colchonete ao lado dela.
Enquanto a minha irmã lia em voz alta, comecei a alisar as pernas dela. Aos poucos, fui com minhas mãos subindo para as coxas em direção à xota. Minha irmã estava agindo da forma que costumava agir e continuava lendo como se nada estivesse acontecendo.
Percebi que minha irmã estava arrepiada. Quando cheguei na xota, comecei a esfregar um pouco mais forte por cima do biquíni.
A voz da minha irmã ficou mais trêmula e por um momento ela parou de ler o texto. Nessa hora, pensei que ela faria alguma coisa. Pensei que ela reclamaria ou tiraria a minha mão, mas ela acabou voltando a ler. Por outro lado, deixou as pernas mais coladas, impedindo que eu fosse mais longe e esfregasse a xota dela entre as pernas.
Como minha irmã não disse nada, resolvi ser mais ousado. Passei a alisá-la na virilha, ao lado do biquíni. Aos poucos, fui colocando meus dedos por baixo do biquíni dela até tocar na xotinha da minha irmã.
Senti que a xoxotinha da minha irmã estava muito molhadinha. Isso me deixou com mais tesão e com uma vontade louca de ver a xoxotinha dela. Assim, afastei o biquíni dela com meus dedos, colocando ele um pouco de lado e deixando uma parte da xotinha da minha irmã de fora.
A xoxotinha da minha irmã estava peludinha, mas não tanto quanto na vez que ela teve quer ficar nua por conta do jogo de dominó.
Nesse momento, minha irmã parou de ler e ficou olhando para mim. Sem saber o que fazer, olhei para ela e depois para xotinha dela.
Não sabia se deveria falar alguma coisa, mas como ela também não disse nada, resolvi alisar a xotinha molhada dela com o dedo.
Nessa hora, minha irmã segurou a minha mão. Olhando novamente para mim, ela reclamou dizendo que eu estava atrapalhando ela de ler o livro e tirou a minha mão da xoxota dela.
Em seguida, minha irmã ajeitou o biquíni e se virou, passando a ler deitada de bruços sobre uma almofada e apoiando-se no chão com os braços e cotovelos.
Foi um balde de água fria. Fiquei sem graça e acabei voltando para a rede e deixando minha irmã para lá. No entanto, depois de um tempo olhando para ela de biquíni naquela posição, fiquei novamente com meu pau babando, ainda mais depois de sentir o cheiro da buceta dela que ficou nos meus dedos.
Pensei em me masturbar ali mesmo na rede e fiquei pegando no meu pau dentro da sunga enquanto olhava para a bunda da minha irmã.
Após alguns minutos, procurei novamente conversar com minha irmã. Falei que ela estava com as costas bastante queimadas, pois havia esquecido de passar o protetor solar quando fomos à praia de manhã e também a gente tinha ido em uma horário muito quente logo após o almoço. Minha irmã, sendo branquinha, não se bronzeava fácil e geralmente ficava vermelha quando tomava muito sol.
Perguntei se ela queria que eu passasse mais hidratante nos ombros e nas costas dela enquanto ela lia. Ela parou de ler, olhou para mim e respondeu que sim. Entendi que poderia ser uma nova oportunidade de tentar alguma coisa.
Passei hidratante devagarzinho nos ombros da minha irmã. Depois, pedi para tirar o laço do sutiã dela para passar melhor nas costas. Ela reclamou dizendo que não precisava, mas depois aceitou.
Minha irmã ficou um pouco atrapalhada tentando segurar o sutiã com uma das mãos enquanto a outra segurava o livro no chão para não sair da página. Depois, resolvi passar hidratante nos pés dela e fui subindo para as pernas e coxas enquanto não parava de olhar para a bunda dela que engolia um pouco do biquíni.
Percebi que havia ficado mais difícil para minha irmã ler o livro, mesmo assim ela não ficou reclamando e parecia mais relaxada.
Resolvi pedir para minha irmã parar de ler um pouco e relaxar para eu fazer uma massagem nela. Embora ela estivesse interessada na história do livro, aceitou o meu pedido e parou de ler.
Minha irmã colocou o livro de lado e parou de segurar a parte de cima do biquíni. Permaneceu deitada de bruços, fechou os olhos e deitou a cabeça de lado sobre a almofada.
Melhor impossível. Era a oportunidade que eu estava esperando. Fiz um pouco de massagem nos ombros e desci para as costas da minha irmã. Em seguida, puxei a parte de baixo do biquíni dela para ficar logo abaixo do bumbum.
Nessa hora, minha irmã se assustou e perguntou o que eu estava fazendo. Disse que era para facilitar eu fazer uma massagem com o hidratante no bumbum dela.
Fiquei sentado por cima das pernas da minha irmã e comecei a fazer elogios dizendo que ela tinha uma bunda linda e que a marquinha do biquíni deixava a bunda dela ainda mais sexy.
Minha irmã ficou calada e voltou a deitar a cabeça e relaxar, curtindo a massagem enquanto eu passava hidratante nas nádegas dela. Percebi que ela começou a ficar novamente arrepiada.
Com a bundinha dela nas minhas mãos, fiquei abrindo e fechando as nádegas dela com a intenção de ver o cuzinho dela enquanto a massageava.
Como minha irmã não reclamou, fiquei segurando as nádegas dela para ver melhor o cuzinho. Que delícia!
O cuzinho da minha irmã não parava de piscar. Eu nunca tinha visto um cuzinho de perto e o cuzinho dela parecia estar esperando por mim. Fiquei com muito tesão.
Não dava para perder essa oportunidade. Eu precisava fazer alguma coisa e tentar comer aquele cuzinho. Assim, resolvi ser mais ousado e passar hidratante entre as nádegas da minha irmã até chegar exatamente no cuzinho.
Fui primeiro alisando de cima para baixo entre as nádegas da minha irmã até passar meu dedo por cima do cuzinho dela, depois fui tocando com mais força e enfiando meu dedo mais para dentro.
Quando enfiei meu dedo com mais vontade no cuzinho da minha irmã, ela deu um pequeno grito e me perguntou o que eu estava fazendo. Falei que estava apenas passando hidratante.
Minha irmã disse que não precisava passar onde não havia levado sol. Comecei a rir do que ela falou e ela acabou rindo também.
Na hora, fiquei surpreso com a naturalidade da minha irmã, afinal de contas ela estava com a bunda de fora e eu estava ali enfiando o dedo no cuzinho dela enquanto a gente ria.
Embora tenha reclamado, minha irmã não fez nada para se vestir ou sair da situação em que estava. Isso me deixou mais à vontade para arriscar. Assim, me levantei rapidamente e tirei a minha sunga.
Pelado, sentei novamente sobre as pernas da minha irmã. Falei para ela que eu estava muito excitado e não estava aguentando a sunga apertando o meu pinto.
Minha irmã ficou assustada com a minha atitude, me perguntou se eu estava louco e falou para eu colocar a minha sunga de volta. Disse para ela que ela não precisava se preocupar porque nossos pais não voltariam logo e que no local onde a gente estava não dava para ninguém nos ver. Ela ficou insistindo para eu colocar de volta a minha sunga, mas permanecia deitada de bruços sem se mexer ou se levantar.
Era a minha chance de ir em frente. Comecei a esfregar meu pinto por cima dos tornozelos da minha irmã, depois nas pernas e nas coxas. Minha irmã disse que meu pau estava molhando um pouco ela. Falei que era porque eu estava muito excitado.
Quando encostei e passei a esfregar o meu pau por cima das nádegas da minha irmã, percebi que ela ficou novamente arrepiada. Foi quando ela resolveu me perguntar se eu queria que ela batesse novamente uma punheta para mim. Respondi que dessa vez não e falei para ela que eu estava pensando em algo melhor.
Minha irmã me perguntou: - No que você está pensando?
- No seu cuzinho.
- De jeito nenhum! Eu sou tua irmã, pô. Esqueceu?
- Claro que não esqueci. Isso não é problema. Deixa de frescura.
- Nem pensar!
Nesse momento, tive uma ideia. Sentei novamente por cima das pernas da minha irmã na altura dos joelhos dela e comecei a apertar as nádegas dela com as minhas mãos.
Enfiei novamente o meu dedo no cuzinho dela e falei:
- É a mesma coisa de colocar o dedo. Está doendo?
- Agora não, mas as vezes dói um pouco.
- Então, vai ser a mesma coisa. Deixa vai, só um pouquinho?
- Não.
- Vai, por favor. Rapidinho. Ninguém vai saber. Eu não estou aguentando de tanto tesão. Tua bunda está me deixando louco.
- Louco? kkkk
- Sim, meu pau está babando aqui e molhando você. Só dessa vez, vai. Por favor!
Minha irmã ficou calada por um tempo enquanto eu aproveitava para foder o cuzinho dela com meu dedo.
Pouco tempo depois, ela disse:
- Ok. Mas só um pouquinho, hein? Vai com calma, ok?
Não acreditei quando minha irmã concordou e pedi para ela repetir o que ela havia falado de falar. kkkk
Minha irmã repetiu que era só por um pouquinho e disse para eu ir logo antes que ela se arrependesse. Falei para ela ficar tranquila que ela não iria se arrepender.
Passei um pouco de hidratante no meu pinto e fui colocando a cabecinha dele entre as nádegas da minha irmã. Aos poucos, fui enfiando ele no cuzinho dela.
Nessa hora, eu fiquei tenso e meio sem jeito e senti que meu pau não estava entrando direito na bunda da minha irmã. Seria mais fácil com a ajuda dela.
Pedi para minha irmã ficar segurando as nádegas dela com firmeza enquanto eu outra vez tentava enfiar. Ela não disse nada, mas arregaçou bastante as nádegas dela. Segurou tão firme que deu para ver novamente o cuzinho piscando. Que delícia!
Assim, ficou mais fácil para enfiar. Quando senti que meu pau estava dentro do cuzinho da minha irmã, me empolguei e comecei a socar com vontade.
Minha irmã deu alguns gritinhos e ficou dizendo para eu ir com mais calma.
Nesse momento, eu não estava acreditando que estava com minha pica socando o cuzinho da minha irmã. Estava muito gostoso sentir o meu pau invadindo o cuzinho dela. Foi a primeira vez que comi um cuzinho e sendo o da minha irmã, isso era ainda mais especial.
Fiquei socando meu pau no cuzinho da minha irmã por alguns minutos, mas não muito, pois eu estava muito excitado e acabei gozando logo. O cuzinho dela ficou todo melado com meu leite.
Em seguida, me deitei ao lado da minha irmã no colchonete. Ela olhou para mim e me perguntou se eu estava ok. Respondi que sim.
Minha irmã permaneceu deitada de bruços com o cuzinho cheio de porra olhando para mim. Perguntei de ela estava ok e ela me respondeu que sim.
Depois, minha irmã resolveu se levantar e acabou se melando toda nas pernas com o meu esperma que escorreu. Ela ficou meio sem saber como agir para se limpar. Disse para ela ir se lavar no chuveirão.
Olhamos se havia alguém vindo e fomos pelados até o chuveirão. Além do primeiro anal, foi a primeira vez que tomamos banho pelados juntos.
No banho, percebi que minha irmã estava muito pensativa enquanto se ensaboava. Perguntei novamente para ela se estava tudo ok com ela e ela respondeu que sim.
Eu não esperava comer o cuzinho da minha irmã, mas confesso que foi muito gostoso.
Com certeza, dessa vez a gente havia ido longe demais.