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Sobre minha irmã - "Pare de olhar para minha bunda, você é meu irmão!"

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Um conto erótico de Robson
Categoria: Heterossexual
Contém 1199 palavras
Data: 16/11/2023 17:05:34
Última revisão: 27/07/2026 15:18:30

Depois do final de semana que rolou o primeiro anal, pensei que as coisas seriam mais simples entre minha irmã e eu. No entanto, quando voltamos para casa, minha irmã voltou a me evitar e ficou agindo como se nada tivesse acontecido. Ela também evitava falar com Rodrigo e Paulo porque eles ficavam cobrando que ela pagasse as prendas. Mesmo eles brincando que ia rolar juros e correção nas prendas, ela não deu mole.

Por outro lado, eu não parava de pensar no que havia rolado com minha irmã e ficava imaginando como seria comer o cuzinho dela uma próxima vez.

Minha irmã estava me deixando doido. Ela ficava na maior parte do tempo em casa vestida de top e shortinho. Os shortinhos mais tentadores eram aqueles que ela usava para dormir e que deixavam a polpa do bumbum dela de fora. Minha irmã ficava sexy demais quando usava esses shortinhos. Eu tentava puxar assunto ou ficar mais próximo dela, mas ela ficou me evitando.

No fim de semana seguinte, fomos novamente com nossos pais para a casa de praia. Dessa vez, ficamos a maior parte do tempo todos juntos. Assim, ficou mais difícil tentar alguma investida.

Só me restava ficar vendo a minha irmã desfilar de biquíni. Em uma das caminhadas, ela foi um pouco à frente e eu ia atrás olhando o bumbum dela.

Em alguns momentos, minha irmã percebeu que eu estava olhando para a bunda dela e olhava pra mim com cara de aborrecida.

Depois, no mar, quando ficamos à sós tomando banho, minha irmã disse:

- Para de olhar pra minha bunda, você é meu irmão! Se toca! Se você continuar me olhando assim, todo mundo vai perceber.

Nessa hora, caiu a ficha que eu estava dando muito mole e pedi desculpas para minha irmã. Ela estava com medo que descobrissem que eu havia comido a bunda dela.

Naquele dia, mais tarde, fomos para um almoço, por conta de um aniversário, na casa de praia de um amigo dos nossos pais que ficava relativamente próxima da nossa.

A casa estava cheia e havia uma piscina onde aproveitamos para nos refrescar. Na piscina, alguns caras puxaram assunto com a gente e principalmente com minha irmã, mas ela ficou tímida e não deu muito papo.

Quando ficamos mais sozinhos, fiquei dando beliscões no bumbum da minha irmã por baixo da água. Ela ficou fazendo careta pra mim dizendo que eu era muito bobo e que eu devia parar porque alguém poderia ver. No entanto, eu não quis perder a chance de pegar na bundinha dela e fiz com cuidado para ninguém perceber.

Depois, fora da piscina, os mesmos caras nos chamaram depois para jogar vôlei. Minha irmã resolveu jogar e eu fiquei só observando. Ela se empolgou e estava jogando demais.

Minha irmã estava linda com aquele biquíni vermelho de lacinho que estava usando. As vezes, durante o jogo, o bumbum dela engolia o biquíni na parte de trás e ela as vezes ajeitava e as vezes não. Que delícia!

Dessa vez, eu podia olhar à vontade já que nossos pais não estavam por perto e minha irmã estava concentrada no jogo.

À noite, após o jantar, fui me deitar cedo no beliche do nosso quarto. Quando eu já estava dormindo, minha irmã me acordou dizendo que não estava conseguindo dormir. Perguntei se ela estava ok, ela disse que sim, mas que queria dar uma volta antes de dormir como a gente tinha feito no fim de semana anterior.

Nessa hora, pensei que podia ser uma nova oportunidade de repetir o que rolou na vez anterior. No entanto, eu não estava confiante por conta do comportamento da minha irmã durante a semana.

Já era próximo da meia-noite. Saímos de fininho da casa e fomos até a praia. Em alguns momentos, o caminho era muito escuro. Por isso, fazíamos de mãos dadas e usávamos a lanterna do celular quando era necessário.

Onde ficamos na praia estava bastante escuro. Na areia, deitamos nas toalhas que levamos e ficamos observando o céu e as estrelas como fizemos anteriormente.

De vez em quando, a gente via um vulto ou outro, próximos a uns postes de luz, mas distantes de onde a gente estava. Ficamos mais à vontade para conversar sobre o que tinha acontecido no dia.

Falei para a minha irmã que ela jogava muito e que ela jogando vôlei de biquíni ela era um espetáculo.

Minha irmã falou pra eu deixar de ser tarado. Falei que era sério e disse que eu havia percebido alguns caras observando ela jogar. Minha irmã disse que era conversa fiada minha e que só quem olhava pra bunda dela mesmo era eu. Falei que ela estava errada, pois o que acontecia mesmo era que todo mundo olhava para a bunda dela, inclusive eu, irmão dela.

Ela riu e ficamos alguns minutos em silêncio. Em seguida, minha irmã disse achava que um bicho tinha picado o bumbum dela no escuro. Falei que ia pegar o celular para ver com a lanterna, quando apontei na direção dela tive uma doce surpresa: minha irmã estava deitada nua de bumbum para cima.

Falei: - Nossa! Você está sem roupa! Foi picada? Deixa eu ver melhor. Onde foi?

- Acho que foi aqui. - disse ela apontando para uma das nádegas.

- Parece um pouco vermelho, mas não deve ter sido nada.

Aproveitei para olhar mais um pouco para a bunda dela antes de desligar o celular. Que delícia!

Depois que desliguei, fiquei apalpando as coxas e o bumbum dela com minhas mãos.

- Sabia que ver você assim me deixou muito excitado?

- É? kkkk

- Sim kkkk

- Você está precisando de ajuda?

- Estou.

- Ok, vou te ajudar.

Minha irmã se sentou e foi me apalpando nas coxas e com a mão foi procurando o meu pinto até pegar nele. Depois que ela o segurou com firmeza, ficou esfregando com o polegar na cabeça do meu pau e punhetando ele de cima para baixo.

Nessa hora, minha irmã disse para mim: - Você pode me tocar também.

O convite era irresistível. Percebi que ela havia gostado do momento que tivemos sozinhos à noite na semana anterior.

Comecei fazendo carinho nas coxas da minha irmã procurando a xoxota dela até que encontrei. Passei a mão nos pelinhos dela com muita calma.

Depois, fiquei esfregando de leve a xoxota molhadinha da minha irmã. Ela começou a gemer e parou de bater punheta para mim.

Percebi que minha irmã estava gostando e resolvi esfregar a xotinha dela mais forte e sem parar. Ela não conseguia segurar os gemidos me deixando com muito tesão.

Estava sendo uma delícia esfregar a xoxotinha da minha irmã, pois ela estava muito molhada.

Após alguns gemidos mais altos, minha irmã segurou minha mão na xoxota dela com força parecendo gozar.

Pouco depois, pedi para minha irmã voltar a bater para mim e ela voltou a me masturbar. Ela ficou me punhetando devagar, mas depois acelerou me fez gozar e melar a mão dela.

Ficamos alguns minutos pelados e deitados olhando a Lua e as estrelas antes de colocarmos as nossas roupas e voltar.

Naquela ocasião, um segundo encontro na praia de madrugada com minha irmã pareceu um grande avanço diante daquela semana que passou.

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Comentários

Foto de perfil de Leon-Medrado

Eu continuo gostando desses episódios simples mas carregados de erotismo envolvendo um relacionamento incestuoso, que é considerado tabu, mas está sendo contado com muita simplicidade e delicadeza, que transmite verossimilhança. Parabéns.

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