Fui GP Por Duas Horas

Um conto erótico de Margarida
Categoria: Heterossexual
Contém 919 palavras
Data: 23/05/2024 07:33:03
Última revisão: 21/03/2026 20:10:10

Sempre tive uma fantasia sexual que imaginava que jamais conseguiria realizar. Mas, com a ajuda do meu marido, consegui colocá-la em prática e confesso que foi muito excitante. Sou a Margarida, uma "jovem senhora" — meu homem diz que sou elegante, charmosa, cheirosa e com tudo no lugar. Sou ruiva; já o meu boy é um negão alto, gostoso e sexy.

​Tentarei ser objetiva neste relato verídico, até por ser minha primeira vez escrevendo. Torço para que seja bem aceito; assim, terei coragem de contar mais das minhas aventuras!

​Tenho um relacionamento saudável e feliz, estamos juntos há mais de quinze anos. E, após um sexo gostoso matinal — tem coisa melhor que ser acordada em um final de semana sendo chupada? —, no café da manhã trazido pelo gostoso do meu "chupador", fui indagada: qual seria a fantasia sexual que eu queria realizar? Ele perguntou se eu teria coragem ou se algo me impedia. Respondi no automático: queria me trajar de GP e ficar em uma rodovia, sendo abordada por "clientes".

​O Marcos perguntou por que eu ainda não tinha realizado isso. Endossou a ideia dizendo que passaria depois de um tempo para me pegar, agindo como um cliente: sem beijo na boca (pelo menos na de cima, já que na de baixo seria obrigatório!).

​A ideia foi amadurecendo. Fui a algumas lojas e comprei a roupa perfeita para a ocasião: botas de cano longo, saia jeans curtíssima e meia 7/8 arrastão preta. O top era vermelho e deixava meus seios volumosos (estava sem sutiã), com uma jaqueta do mesmo tamanho do top. Caprichei na maquiagem carregada, prendi o cabelo em um rabo de cavalo e usei acessórios extravagantes. Para completar, uma bolsa na mão e o chiclete para mascar, que não poderia faltar.

​Mostrei tudo para o maridão, que me apoiou totalmente. Decidimos fazer no dia do meu aniversário, primeiro de setembro. Esse evento já tem cerca de cinco anos e deu muito certo porque a data caiu em uma sexta-feira.

​Acordei com ele me dando parabéns; eu estava de folga. Combinamos o horário e, à noite, vesti o figurino. Exigi que ele saísse de casa antes; não mandei foto de como fiquei. Combinei de ficar apenas duas horas em pé antes de ele me resgatar. Mandei a localização e chamei um carro por aplicativo. O motorista ficou louco: elogiou meu perfume e, quando chegamos à Rodovia Presidente Dutra, perguntou se eu tinha certeza de que ficaria ali. Agradeci a preocupação e ele se foi.

​Não bastaram dois minutos para a primeira buzinada e o grito ecoando: "GOSTOSAAAAAAAAAA!". Pensei comigo: "Tá dando certo". Mais alguns minutos e um carro parou. Eram cerca de oito da noite e o local era bem iluminado. Três rapazes no carro foram objetivos: "Quanto é o programa?". Respondi um valor absurdo; perguntaram se tinha desconto para os três. Disse que não, e eles foram embora me xingando. Logo depois apareceu outro: um caminhoneiro. Ele encostou o caminhão e desceu; era um homem alto, obeso e barbudo, com um estilo bem rústico de bermuda e chinelo. "Quanto tá?". Confesso que fiquei assustada. Disse que já estava indo embora e que esperava um Uber. O cara ofereceu uma boa grana, mas recusei. Ele se foi e apenas sessenta minutos haviam se passado.

​Aí veio a melhor parte: um carro com duas mulheres parou. Perguntaram o valor e eu fui até a janela. Repeti o valor alto, mas, para minha surpresa, elas aceitaram! Abriram o porta-luvas, pegaram o dinheiro e mandaram eu entrar. "Fudeu", pensei. Tive que ser sincera: expliquei que era uma fantasia com meu esposo e que ele já estava chegando. Pedi desculpas, e elas disseram que eu estava linda. Deram-me seus números e disseram para marcarmos algo em outro momento. A Suzane era a mais entusiasmada; a outra chamava-se Tamires. Elas se beijaram na minha frente e Tamires tentou me convencer a deixar a Suzane, que estava no volante, chupar meus seios ali mesmo. "Você tem espaço aqui entre nós, pensa com carinho, pagaremos bem", disseram antes de partir. Fiquei excitadíssima com a proposta.

​Os gritos de quem passava eram constantes. Deu o horário e meu esposo chegou. Quando ele encostou o carro, fui até a janela; tenho certeza de que, quando eu inclinava, minha calcinha aparecia sob a saia curta. Ele perguntou o valor do programa e eu entrei. O cretino estava só de cueca! Já entrei alisando o pau dele e, claro, mamando. Fomos direto para o motel. A recepcionista que lute, mas ele escolheu a suíte master e entramos para fazer o sexo mais gostoso das nossas vidas.

​Ele me surpreendeu com um espumante que levou no carro, em um isopor. Eu amo espumante! A primeira garrafa foi usada sobre o meu corpo; que delícia ser chupada com a bebida geladinha escorrendo, e ele, como um cachorro com sede, lambendo cada parte de mim.

​Já na hidromassagem, abrimos a segunda garrafa e contei as abordagens que recebi como "GP". Ele gargalhava, mas ficou enciumado com as meninas que deixaram o número. "Só falta você querer fantasiar com elas também", comentou.

​Já em casa, ele me deu uma nota de dez reais com a data, o local e uma dedicatória. Disse que não era um pagamento, mas uma simbologia para que, sempre que eu olhasse para ela, lembrasse daquele dia. Óbvio que será impossível esquecer.

​Torço para que tenham gostado. Não deixem de realizar suas fantasias! Beijos e até a próxima... Acho que vou ligar para a Su e a Ta, hein?

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Comentários

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Adorei o seu conto e amo tudo isto, minha namorada fez programa com dois amigos meus por 250,00 e adorou, agora quer passar uma noite numa zona, eu tenho 63 e ela 59 anos, adoraria ver estas fotos de puta, deve sim sair com elas e até levar o marido: euamoavida2020@gmail.com

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