Sempre tive uma fantasia sexual que imaginava que jamais conseguiria realizar. Mas, com a ajuda do meu marido, consegui colocá-la em prática e confesso que foi muito excitante. Sou a Margarida, uma "jovem senhora" — meu homem diz que sou elegante, charmosa, cheirosa e com tudo no lugar. Sou ruiva; já o meu boy é um negão alto, gostoso e sexy.
Tentarei ser objetiva neste relato verídico, até por ser minha primeira vez escrevendo. Torço para que seja bem aceito; assim, terei coragem de contar mais das minhas aventuras!
Tenho um relacionamento saudável e feliz, estamos juntos há mais de quinze anos. E, após um sexo gostoso matinal — tem coisa melhor que ser acordada em um final de semana sendo chupada? —, no café da manhã trazido pelo gostoso do meu "chupador", fui indagada: qual seria a fantasia sexual que eu queria realizar? Ele perguntou se eu teria coragem ou se algo me impedia. Respondi no automático: queria me trajar de GP e ficar em uma rodovia, sendo abordada por "clientes".
O Marcos perguntou por que eu ainda não tinha realizado isso. Endossou a ideia dizendo que passaria depois de um tempo para me pegar, agindo como um cliente: sem beijo na boca (pelo menos na de cima, já que na de baixo seria obrigatório!).
A ideia foi amadurecendo. Fui a algumas lojas e comprei a roupa perfeita para a ocasião: botas de cano longo, saia jeans curtíssima e meia 7/8 arrastão preta. O top era vermelho e deixava meus seios volumosos (estava sem sutiã), com uma jaqueta do mesmo tamanho do top. Caprichei na maquiagem carregada, prendi o cabelo em um rabo de cavalo e usei acessórios extravagantes. Para completar, uma bolsa na mão e o chiclete para mascar, que não poderia faltar.
Mostrei tudo para o maridão, que me apoiou totalmente. Decidimos fazer no dia do meu aniversário, primeiro de setembro. Esse evento já tem cerca de cinco anos e deu muito certo porque a data caiu em uma sexta-feira.
Acordei com ele me dando parabéns; eu estava de folga. Combinamos o horário e, à noite, vesti o figurino. Exigi que ele saísse de casa antes; não mandei foto de como fiquei. Combinei de ficar apenas duas horas em pé antes de ele me resgatar. Mandei a localização e chamei um carro por aplicativo. O motorista ficou louco: elogiou meu perfume e, quando chegamos à Rodovia Presidente Dutra, perguntou se eu tinha certeza de que ficaria ali. Agradeci a preocupação e ele se foi.
Não bastaram dois minutos para a primeira buzinada e o grito ecoando: "GOSTOSAAAAAAAAAA!". Pensei comigo: "Tá dando certo". Mais alguns minutos e um carro parou. Eram cerca de oito da noite e o local era bem iluminado. Três rapazes no carro foram objetivos: "Quanto é o programa?". Respondi um valor absurdo; perguntaram se tinha desconto para os três. Disse que não, e eles foram embora me xingando. Logo depois apareceu outro: um caminhoneiro. Ele encostou o caminhão e desceu; era um homem alto, obeso e barbudo, com um estilo bem rústico de bermuda e chinelo. "Quanto tá?". Confesso que fiquei assustada. Disse que já estava indo embora e que esperava um Uber. O cara ofereceu uma boa grana, mas recusei. Ele se foi e apenas sessenta minutos haviam se passado.
Aí veio a melhor parte: um carro com duas mulheres parou. Perguntaram o valor e eu fui até a janela. Repeti o valor alto, mas, para minha surpresa, elas aceitaram! Abriram o porta-luvas, pegaram o dinheiro e mandaram eu entrar. "Fudeu", pensei. Tive que ser sincera: expliquei que era uma fantasia com meu esposo e que ele já estava chegando. Pedi desculpas, e elas disseram que eu estava linda. Deram-me seus números e disseram para marcarmos algo em outro momento. A Suzane era a mais entusiasmada; a outra chamava-se Tamires. Elas se beijaram na minha frente e Tamires tentou me convencer a deixar a Suzane, que estava no volante, chupar meus seios ali mesmo. "Você tem espaço aqui entre nós, pensa com carinho, pagaremos bem", disseram antes de partir. Fiquei excitadíssima com a proposta.
Os gritos de quem passava eram constantes. Deu o horário e meu esposo chegou. Quando ele encostou o carro, fui até a janela; tenho certeza de que, quando eu inclinava, minha calcinha aparecia sob a saia curta. Ele perguntou o valor do programa e eu entrei. O cretino estava só de cueca! Já entrei alisando o pau dele e, claro, mamando. Fomos direto para o motel. A recepcionista que lute, mas ele escolheu a suíte master e entramos para fazer o sexo mais gostoso das nossas vidas.
Ele me surpreendeu com um espumante que levou no carro, em um isopor. Eu amo espumante! A primeira garrafa foi usada sobre o meu corpo; que delícia ser chupada com a bebida geladinha escorrendo, e ele, como um cachorro com sede, lambendo cada parte de mim.
Já na hidromassagem, abrimos a segunda garrafa e contei as abordagens que recebi como "GP". Ele gargalhava, mas ficou enciumado com as meninas que deixaram o número. "Só falta você querer fantasiar com elas também", comentou.
Já em casa, ele me deu uma nota de dez reais com a data, o local e uma dedicatória. Disse que não era um pagamento, mas uma simbologia para que, sempre que eu olhasse para ela, lembrasse daquele dia. Óbvio que será impossível esquecer.
Torço para que tenham gostado. Não deixem de realizar suas fantasias! Beijos e até a próxima... Acho que vou ligar para a Su e a Ta, hein?
