Meu Marido Me Levou Pro Programa

Um conto erótico de Margarida
Categoria: Grupal
Contém 980 palavras
Data: 24/05/2024 06:38:26
Última revisão: 21/03/2026 20:21:58

Torço para que tenham lido o meu outro conto — refiro-me ao que tem o título "Fui GP por duas horas". Se a resposta for não, convido-os a ler; lá conto uma fantasia que realizei com meu esposo, que, além de incentivador, me ajudou bastante. Já este relato verídico existe justamente por conta do anterior. Sou a Margarida, casada com o Marcos. No dia em que realizei a fantasia de ser GP, entre inúmeras investidas, recebi o número de telefone da Suzane e da Tamires, que me convidaram para ficar com elas. Confesso que aquilo mexeu comigo. Nunca tinha imaginado na vida que um dia ficaria com uma mulher, mas acendeu uma vontade que não era apenas curiosidade, era desejo.

​Meu marido ficou com ciúmes quando comentei sobre elas — não dos marmanjos da estrada, mas delas. No decorrer da semana, eu não parava de pensar nas duas. Fiquei excitada lembrando-as se beijando e vendo a Suzane chupar os seios lindos da Tamires. Não nego que queria estar com elas e, obviamente, fiz a ligação sem que meu esposo soubesse.

​Decidi que iria ao encontro. Para ele, disse que seria um "Clube da Luluzinha": só entram mulheres e ele ficaria no carro esperando. Como sou ruiva, escolhi um vestido preto curto e justo, salto vermelho e uma bolsa pequena de mão. Deixei o cabelo solto, usei meu melhor perfume e depilei tudo. Fui sem calcinha e sem sutiã. Chamei uma amiga, a Gaby, para fazer minha make — uma menina linda e dedicada. O maridão pagou reclamando que era desnecessário, dizendo que sou linda de qualquer jeito.

​Ele não parava de fazer perguntas; nunca o vi assim, tão cismado. Mas já estava tudo combinado com as meninas. "Papo de calcinha, amor, você está fora", eu dizia. Enquanto eu terminava de me arrumar, o "cachorro" passava a mão na minha bunda e perguntava pela lingerie. Respondi que não cabia naquele vestido, que iria marcar.

​No horário combinado, o Marcos me levou até a casa da Suzane. A casa é maravilhosa! Dei um beijo nele ainda no carro. A porta da garagem abriu, ele estacionou e a Tamires veio me buscar. Dei um abraço gostoso nela, que elogiou na frente do meu marido: disse que eu estava linda, gostosa e cheirosa. Apresentei o Marcos e ela logo avisou que, infelizmente, ele não poderia entrar. Ele pediu que cuidassem de mim e ela confirmou: "Será muito bem cuidada". Dei tchau para o meu amor jogando um beijo.

​Quando entrei na sala, fiquei deslumbrada. Do lado de dentro eu conseguia ver meu esposo, mas ele não me via. A Su veio ao nosso encontro vestindo apenas uma camisa. Demos um beijo triplo. As duas começaram a passar as mãos pelo meu corpo; a Suzane, muito ousada, levantou meu vestido e começou a alisar minha ppk, enquanto a Tamires acariciava meus seios até os mamilos ficarem enrijecidos. Eu estava perdida: duas mulheres me tocando ao mesmo tempo! A Su agachou para me chupar e a Ta levantou meu vestido por completo. Fiquei nua e amando aquele momento. Sentia toques que jamais imaginei sentir: dedadas e beijos delicados. Elas faziam tudo diferente — e perdoem a repetição, mas era realmente outra sensação. Tenho muito tesão no Marcos, mas com elas a experiência era leve, fluida. A Ta começou a chupar meus seios me olhando nos olhos, enquanto minha perna direita descansava no ombro da Su, que me chupava divinamente. Que língua!

​De repente, elas pararam e se afastaram. Começaram a se beijar e a tirar a roupa uma da outra. Eram lindas e gostosas. Pegaram-me pela mão e me levaram até a piscina nos fundos da casa. O dia estava lindo. Havia uma espécie de cama externa e uma mesa com frutas e quitutes. Me deitaram; a Su me chupava enquanto a Ta veio pela minha cabeça, abriu as pernas e agachou sobre minha boca. Foi a primeira vez que chupei uma mulher. Que buceta macia e cheirosa! Ela gemia, rebolava no meu rosto e esfregava a xaninha na minha cara. Senti que ela estava toda arrepiada. Eu chupava seu clitóris enquanto a outra me devorava por baixo. Gozei inúmeras vezes.

​Depois, me puseram em pé. A Ta ficou agachada na minha frente, enfiando o dedo e me chupando, enquanto a Su, atrás de mim, afastava minhas nádegas e lambia meu cuzinho. Meu marido raramente faz isso; que delícia sentir aquelas lambidas e dedadas ali! Tive uma sensação de querer gritar, voar, chorar... meu corpo pegava fogo. Gemi muito alto.

​A Tamires foi até o freezer e trouxe uma garrafa de espumante. Como ela sabia que eu amo essa bebida? Ela abriu e bebemos no gargalo. A Su jogou o líquido no meu corpo e a Ta ia lambendo tudo. Depois, a Ta jogou nas minhas costas e a Su lambia divinamente. As duas me saboreavam enquanto eu bebia, sentindo-me literalmente nas nuvens. A Su também deixou que eu a chupasse, enquanto a Ta nos banhava com espumante. Eu só tinha bebido em taça; no corpo foi a primeira vez!

​A hora passou tão rápido que nem percebemos. Meu celular começou a tocar: era meu esposo. Elas entenderam que já estava tarde e me convidaram para um próximo encontro. E ainda me pagaram uma bela grana! Aceitei, afinal, eu estava "trabalhando", né?

​Voltei para o carro descabelada, sem maquiagem e com o salto na mão. Meu marido queria saber tudo o que tinha acontecido. Eu disse a verdade, mas ele não acreditou. "Estávamos transando!", eu disse rindo. Ele achou que era brincadeira e disse que eu devia ter bebido muito, pois sentia o cheiro do álcool.

​Fomos para casa e ele nem imagina que realizei uma nova fantasia e que, pela segunda vez, ele me ajudou sem saber. Acho que vou usar esse dinheiro e investir para ganhar mais como GP. Contarei tudo no próximo conto.

​Até a próxima, beijos!

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Comentários

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A pessoa põe em risco uma relação boa por um capricho manipula mente e trai o esposo que aparentemente faz tudo por ela tomara que fique sozinha ae e pra trair pq.nao.separa e deixa ele viver a vida com quem realmente o ama traição nunca e uma opção

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