​A Fantasia que Travou o Cunhado

Um conto erótico de Lu
Categoria: Grupal
Contém 601 palavras
Data: 24/05/2024 10:01:58
Última revisão: 21/03/2026 20:26:49
Assuntos: Fetiches, Grupal, Oral, Voyeur

Sou a Lu, uma morena de trinta anos, mãe de dois filhos e solteira. Atualmente, tenho um caso com um colega de trabalho que mora perto da minha casa. Ele é um moreno da minha idade, mora com o irmão e, embora não tenhamos compromisso oficial, somos "namorados para a sociedade" (risos).

​Ele frequenta minha casa, conhece meus filhos e nos damos muito bem, apesar de eu acreditar que não teremos um futuro sério. Quando saímos, sempre bebemos e transamos loucamente. Adoro como a bebida me deixa acesa! Quase sempre isso acontece na casa dele, já que o irmão geralmente não está ou, quando está, fica no quarto — com certeza ouvindo meus gemidos, coitado (risos).

​Recentemente, meu "crush" sugeriu que o irmão dele participasse das nossas festinhas. Fiquei receosa e disse que ia pensar, mas, na verdade, não tinha interesse. Ele é bem novinho, "Mucilon" como dizem por aí, e eu gosto de homem que me pega firme; ele parecia ser meio fraquinho. Porém, as investidas do meu boy cresceram e ele sempre tocava no assunto. Meu desejo acabou desabrochando e passei a olhar para o cunhado de forma diferente, notando o volume no short e sondando as possibilidades.

​Certo final de semana — acredito que o ocorrido já tenha quatro anos — almoçamos na minha casa e depois fomos para um pagode que rolava na minha rua. Meus filhos estavam com o pai e eu resolvi esticar a noite; afinal, para isso servem as férias! Bebemos além da conta. Quando fomos para a casa dele, comecei a chupá-lo agachada ali mesmo na sala e pedi para chamar o Roberto. O Marcos, meu boy, ficou em pé gritando: "Roberto, Roberto, venha aqui na sala!".

​Meu cunhado apareceu e ficou estatelado, assistindo à cena. Fiz sinal para ele se aproximar; puxei seu short para baixo e vi uma ferramenta pequena e fina. Fiquei massageando-o enquanto continuava com o Marcos. Troquei de alvo e passei a dar atenção ao meu cunhado, que não esboçava nenhuma reação.

​O Marcos tirou a roupa, me levantou e tirou minha bermuda e o top. Fiquei peladinha na frente dele — acredito que era a primeira vez do rapaz com uma mulher. Sentei no sofá de pernas abertas, o Marcos sentou no chão para me lamber e eu continuei com o Roberto, que só sabia fazer carinho na minha cabeça. O membro dele não passava da "meia bomba".

​Visivelmente desconfortável com a situação, o Marcos pediu para o Roberto me chupar e colocar as mãos nos meus seios. O que recebi foram umas lambidas sem graça e o contato do Roberto, enquanto o Marcos assumia o controle com mais força. Levantei, sentei no colo do Marcos e tentei novamente com o Roberto, mas nada. Até que ele pediu desculpas, disse que estava sem graça, que não estava conseguindo, e sentou no outro sofá.

​Fiquei de quatro e pedi para o Marcos me comer com força. Eu gemia e olhava para o cunhado, esperando que ele reagisse, mas ele ficou de voyeur literalmente; nem se masturbava. O Marcos gozou, eu limpei tudo, nos beijamos e fomos dormir os três pelados na mesma cama.

​Até hoje não sei por que o Roberto não reagiu; deve ter "colado as placas". O Marcos me pediu desculpas depois, disse que não sabia explicar. Eu estava louca para realizar a fantasia dele, mas infelizmente não deu certo. Agora, o Marcos prometeu me levar a uma casa de swing. Já disse que sim! Quero ver a reação dele quando eu estiver com outros na frente dele.

​Até a próxima! Brochar é um ato involuntário, fazer o quê, né?

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Comentários

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Olá negão, gostei de seu texto, sobre broxar, eu não sei o que diria pro parceiro, talvez eu até pensasse que a culpa era minha. Então não, nunca aconteceu com parceiros meus.

Aliás, se vc puder dê uma passada no meu texto" Sou corna, relato real da vida real" seu comentário ou o simples votos(estrelas) é importante para mim que sou participante do desafio de escrita proposto pelo site.Abraços

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