Sou Penélope, uma mulher negra, linda, atraente e com aquele "bundão" que não passa despercebido. Sou mãe de dois filhos, profissional da saúde e moradora da Baixada Fluminense. Trabalho em escala 6/1 e enfrento diariamente a loucura do trânsito do Rio, tanto na ida quanto na volta. Afinal, a vida de quem corre atrás não é fácil, e cada trajeto é uma aventura.
É exatamente nessas idas e vindas que narro a experiência que quero reportar: algo picante, nascido no flagra cotidiano do transporte lotado. Para chegar ao Centro do Rio, opto pela van legalizada, já que o ônibus demora e o risco de assalto é constante. O veículo, obviamente, vai lotado. Eu sigo em pé, tentando me segurar da forma mais confortável possível enquanto mexo no celular.
Quase sempre vou falando com meu "PA" (pau amigo). A viagem é desconfortável, mas a rede social e o chat ficam sempre atualizados (risos). Eu lia as mensagens pornográficas dele, que me deixam louca, e respondia uma a uma. Enquanto a van enchia — quebrando as leis da física onde dois corpos não ocupam o mesmo espaço ao mesmo tempo — percebi que o homem atrás de mim estava com maldade. Provavelmente estava lendo minhas mensagens; quem nunca deu aquela espiada na tela alheia no transporte público?
Eu estava com uma roupa simples de trabalho: calça jeans, t-shirt e rasteirinha, mas sempre perfumada e com uma maquiagem leve para disfarçar as olheiras. O safado encostou na minha bunda. Eu olhava para trás e ele me encarava como quem diz: "Não tem para onde ir". O balanço da van era o convite perfeito para ele sarrar mais. No tesão das mensagens que eu recebia, relaxei, entrei no clima e fui ficando excitada. Percebi que o membro dele estava ficando duro e, nessa hora, cheguei mais para trás e dei uma balançadinha. Minha calcinha ficou molhada na hora.
Enviei uma mensagem para o meu PA: "Estou levando uma roçada na van e o cara está de pau duro". Tenho certeza de que o "negão" atrás de mim leu. Ele era forte, com cara de peão de obra, uma delícia. Meu PA respondeu por áudio: "E você está gostando, deve estar molhada!". Não consegui responder, apenas soltei uma gargalhada alta. O povo sentado, que tentava cochilar, me olhou de cara feia, mas ele estava certo.
O motorista seguia como se fosse tirar o pai da forca, o carro balançava e eu era literalmente "enrabada" pelo movimento. Foram uns trinta minutos assim até o Centro, sendo instigada pelo WhatsApp e pela pressão física ali atrás às 5h da manhã.
Ao chegar ao meu destino, desci linda e bela. Eu estava ensopada, e o abusado, com certeza, louco para me devorar. Nem olhei para trás; não queria prolongar nada, apenas curtir a sensação. Peguei o próximo transporte, cheguei ao serviço, troquei a calcinha (sempre carrego uma reserva na bolsa!), vesti meu uniforme e trabalhei leve e feliz. Às vezes, uma safadeza matinal deixa o dia muito mais colorido.
Contarei minhas próximas aventuras em breve. Se você gostou e quer compartilhar histórias ou criar uma amizade legal, deixe seu contato!
Beijos, até o próximo relato.
