O Segredo que a Porta Entreaberta Revelou
Fui criada em uma família tradicional e cresci vendo meus pais como referência. Meus irmãos seguiram a profissão do meu pai, e eu me casei com o Xavier. Estamos juntos há quinze anos; no início era perfeito, e decidimos não ter filhos.
Ultimamente, no entanto, não tenho sido procurada. Meu esposo sempre inventa uma desculpa. Sou uma mulher linda, loira, com 1,60m, seios médios e um bumbum que sempre atrai cantadas na rua. Diante da rejeição em casa, passei a dar atenção ao meu vizinho, o Carlos. Ele mora sozinho no nosso condomínio e sempre solta uma gracinha quando passo por ele.
Não nego que saí com ele algumas vezes. O cara me "bagunça"! Carlos tem 1,80m, é negro, tem um corpo atlético e insiste muito em fazer sexo anal. Eu amo, mas ainda não tinha cedido a ele, embora ele sempre explore a região com os dedos enquanto estou cavalgando em seu pau. Todas as vezes que saímos, ele me leva ao motel. É impossível não sair satisfeita, com aquela sensação de ter sido "bem comida" — algo que meu esposo tem me privado.
Trabalho na administração de uma escola infantil. Em um dia que deveria ser de expediente normal, houve um confronto entre polícia e bandidos na região e as aulas foram suspensas. Voltei para casa sem avisar ao Xavier; imaginei que faria uma surpresa e que ele estaria dormindo, já que estava de férias.
Quando cheguei ao meu andar, ouvi gemidos no corredor. Confesso que pensei: "Esse povo adora foder". Mas, ao abrir a porta, vi calçados e roupas masculinas no chão da minha sala. Fiquei sem entender nada. Os gemidos vinham do meu quarto. Fui caminhando passo a passo e vi a porta entreaberta. O Carlos, meu vizinho e amante, estava em pé, de costas para a porta. O Xavier estava agachado, mamando o mesmo pau que eu mamo.
Quase tive um troço. Não sei há quanto tempo estavam naquilo, mas logo o Carlos mandou que ele ficasse de quatro na cama. Eu me escondi atrás da parede e fiquei assistindo. O Carlos cuspiu no alvo e penetrou o "Xavier" — que ali atendia pelo nome de "Michele". O Carlos era agressivo, e a "Michele" pedia: "Mete com força na sua puta, maltrata sua vadia, quero leite na boca!". Assisti à cena por cinco minutos e saí de casa sem ser percebida, completamente atônita.
Na entrada do condomínio, fui até uma padaria e liguei para o Xavier (ou melhor, para a Michele). Avisei que estava voltando e perguntei se ele estava dormindo. Ele mentiu, dizendo que tinha acabado de chegar da academia e ia tomar banho. Dei tempo para o "casal" se despedir. Quando entrei, cruzei com o Carlos na portaria; ele ainda teve a audácia de me chamar de gostosa e perguntar quando sairíamos de novo. Eu disse que marcaria.
Entrei em casa e não toquei no assunto. Xavier saiu do banho todo meloso, tentando me seduzir e querendo que eu o chupasse. Usei as mesmas desculpas que ele sempre usa comigo e recusei.
Continuei saindo com o Carlos. No nosso encontro seguinte, finalmente dei o cu para ele e perguntei, como quem não quer nada, se ele teria coragem de sair com homens. Ele riu e disse que "dependia da proposta". Naquela mesma semana, consegui transar com meu marido após dez dias de jejum. Falei que queria realizar uma fantasia para o nosso aniversário de casamento: queria outro homem na nossa cama. Citei que poderia ser alguém com o físico do vizinho, o Carlos.
Meu marido arregalou os olhos e disse... Bom, no próximo capítulo vocês saberão.
