Sou a Cris, uma mulher de 45 anos, loira e com o corpo precisando de alguns ajustes (dieta, risos). Sou casada há vinte e cinco anos com o Roberto e temos dois filhos adolescentes. Trabalho fora e meu esposo é um vendedor dedicado à família. Minha única reclamação é que, no cotidiano agitado, os prazeres sexuais acabam ficando de lado por conta do cansaço e da rotina.
Certo dia, notei que o histórico de navegação do nosso notebook tinha vários sites de clubes de swing. A princípio, achei que pudessem ser meus filhos, mas fui pesquisando e analisando sem alarde. Jamais imaginei que fosse meu esposo, já que ele sempre foi muito ciumento.
Uma noite na cama, comentei que um "casal de amigos" tinha ido a um clube de swing — uma encenação para avaliar a reação dele. Impressionantemente, ele disse: "Legal". Tentei aprofundar o assunto, mas ele me deixou falando sozinha e dormiu. No dia seguinte, após a nossa transada semanal (sim, a rotina limitou o sexo a uma vez por semana), voltei ao tema. Ele repetiu que achava legal. Fiquei tão animada que cheguei a me masturbar pensando na possibilidade.
Casei muito nova e nunca imaginei tocar nesses assuntos, mas o swing virou a pauta da semana. Fiquei elétrica com a ideia de transar em um lugar com pessoas assistindo. Pesquisei e encontrei uma casa recém-inaugurada a 50 km de distância. Numa sexta-feira, com as crianças indo acampar, decidi que era a hora.
Comprei uma lingerie nova, caprichei na depilação, escolhi o vestido mais ousado do armário e fiquei à espera dele. Quando o Roberto chegou do trabalho, tomou um susto. Perguntou onde eu ia, e eu respondi: "Onde nós vamos". Apontei a roupa dele em cima da cama e mandei que tomasse banho e assumisse a direção. Ele relutou, perguntou se eu tinha certeza, mas eu já estava no carro esperando. Fomos o caminho todo sem trocar uma palavra.
No estacionamento do clube, tirei a calcinha e entreguei na mão dele. Estava ensopada. Olhei nos olhos dele e disse:
— "Hoje eu sou de quem eu quiser; amanhã serei tua novamente."
Entramos e já pedi vodca e tequila. A casa estava lotada. Beijei meu marido como nunca e o fogo só crescia. Algumas pessoas vieram falar conosco; dissemos que era a primeira vez. Fomos para uma área com vários sofás, debrucei e mandei o Roberto me chupar ali mesmo, agachado. Ele hesitou por vergonha, mas eu avisei: "O que não falta aqui é gente louca para fazer o serviço".
Enquanto ele me chupava, vi uma mulher fazendo o mesmo com um cara ao lado. Minha boca encheu de água. Um homem alto parou perto de mim; passei a mão na ferramenta dele e comecei a mamar. Meu marido só percebeu depois e ficou louco. Mandei ele me comer por trás enquanto eu continuava com o estranho. Quando o Roberto gozou nas minhas costas, pedi para o outro cara comer meu cu. Ele colocou o preservativo e foi com tudo. Chamei meu marido: "Olha, ele está comendo meu rabo!". Mandei o Roberto buscar mais bebida e, quando ele voltou, eu estava ardendo de prazer.
O Roberto acabou trazendo um outro homem, um negão chamado Pedro. Pedi para o Pedro me possuir; ele segurou minha anca com firmeza e mandou ver. Enquanto isso, eu mamava o meu esposo. O Pedro gozou, levei uma gozada na boca e decidimos voltar para casa.
Ao chegar, tirei o vestido e, sem tomar banho, ordenei que o Roberto me chupasse para sentir o cheiro e o gosto daquela noite. Ele reclamou, mas obedeceu. Dormimos e, no dia seguinte, voltei a ser a "esposa do Roberto", mas com pensamentos pecaminosos. Minha próxima meta? Transar com três homens na minha própria casa, enquanto o Roberto nos serve apenas como garçom.
Espero que tenham gostado. Até a próxima!
