​O Presente de Aniversário: Entrega em Domicílio

Um conto erótico de Suzane
Categoria: Heterossexual
Contém 548 palavras
Data: 28/05/2024 17:16:29
Última revisão: 21/03/2026 20:46:40

Sou perturbada diariamente com mensagens logo pela manhã: "Quero te chupar, quero te pegar na minha cama, vou gozar na tua boca". Eu sempre respondo que também quero viver todas as promessas; essas frases são a minha dose de Tentação Matinal.

​Finalmente chegou o dia do aniversário do meu "tentador". Eu precisava entregar o presente dele. Sou a Su: morena linda, atraente e sexy. Meu perturbador é um negão gostoso com quem já fiquei algumas vezes, mas desta vez seria diferente: eu tinha decidido dar o cu para ele na casa dele. Como a esposa não estaria — já que estava ocupada no plantão de 24h — resolvi incrementar a surpresa.

​Vesti um vestido vermelho matador, salto plataforma, prendi o cabelo em um rabo de cavalo e coloquei uma calcinha minúscula. Parei na porta do condomínio e enviei a mensagem: "Seu presente chegou, está na portaria". Ele desceu para me buscar e subimos. Assim que entrei, me senti um brinquedo novo nas mãos de uma criança ansiosa.

​O vestido foi levantado e ele caiu de boca nos meus seios. A calcinha foi estraçalhada. Fui conduzida ao quarto entre beijos vorazes e jogada na cama. Ele me colocou de quatro e começou um ritual: beijou meus pés, subiu pela panturrilha, trilhou a coxa e enterrou a língua no meu cu e na minha buceta. De frente para a janela, eu sentia aquela língua quente me explorando enquanto o aniversariante soltava elogios pesados: "Puta, vadia, cadela...". Eu rebolava na cara dele, sentindo que a festa estava apenas começando.

​Depois de um tempo, ele passou a "comer" o presente. Enfiou o pau no meu cuzinho com tudo. A exigência era essa: sexo anal na cama dele. Ele me pegou sem pena, contando cada estocada até chegar aos 48 (a idade dele), embora eu tenha certeza de que ele roubou na conta para me dar mais. Eu não peço arrego; meu cu fica esfolado, inchado, destruído, mas eu não mando parar.

​Depois, ele me fez chupar seu pau e me levou até a cozinha. Lá, agachada, levei uma gozada na boca com a ordem de deixar tudo limpo. Teve tapa na cara, mão no pescoço e uma intensidade deliciosa. Voltamos para a cama e fizemos todas as posições possíveis. O celular dele tocou — era um familiar dando parabéns — e eu continuei chupando ele enquanto ele atendia, fingindo normalidade na voz.

​Saímos para almoçar em um shopping próximo. Na hora de ir embora, ele chamou um carro de aplicativo para mim. Nos despedimos com um beijo gostoso e eu entrei no carro ainda em êxtase. O motorista, um gatinho, começou a me comer pelos olhos através do retrovisor, tentando conseguir meu número. Eu resolvi ser cruel: "sem querer", levantei o vestido, esquecendo que estava sem calcinha, e deixei a alça cair para mostrar parte do seio.

​O motorista ficou louco, queria me levar para o motel na hora. Eu o trouxe de volta à lucidez lembrando que o solicitante da corrida saberia se ele saísse da rota. Me masturbei de leve ali mesmo no banco de trás, sentindo o olhar dele fixo em mim pelo espelho. Na porta de casa, trocamos telefones e deixei que ele cheirasse meus dedos, ainda marcados pelo meu prazer.

​Será que eu vou sair com ele?

​Beijão, até a próxima!

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