Sou a Roberta: casada, mãe de dois filhos e vivendo um momento de profunda transformação no meu casamento com o Jorge. Sempre tivemos uma vida sexual alegre, mas ultimamente o roteiro mudou. O Jorge — um homem alto, branco, magro e muito charmoso — sempre foi fã de um beijo grego caprichado. Eu nunca questionei; afinal, a região anal é altamente erógena e eu estou ali para dar e receber prazer.
Contudo, há cerca de um mês, os pedidos dele ficaram mais intensos. Além da língua explorando cada centímetro do seu anel, ele passou a exigir a inclusão de dedos enquanto eu o chupava — o famoso "fio terra". Ele tem me procurado pouco como ativo; parece preferir a sensação de ser invadido por mim. Confesso que sinto falta do meu "ex-marido", aquele cara que me pegava firme, me prensava contra a parede e me possuía cinco vezes por semana.
Para suprir essa carência de ser dominada, passei a sair com o irmão de uma amiga, um namorado de infância. Ele me atazanou a mente quando eu estava frágil e agora é quem sacia meu desejo de ser "comida" de verdade. Eu gosto de piroca, gosto de ficar ardida, de levar tapa e de me sentir pequena nas mãos de um homem. Meu amante é do tipo bruto e detesta qualquer ideia de inversão, o que equilibra a minha balança.
Recentemente, o Jorge trouxe o que ele chamou de "presentes": duas próteses penianas. Uma grande e grossa; a outra, pequena e fina. No dia em que ele as mostrou, tínhamos acabado de transar como nos velhos tempos. Ele me maltratou, me enforcou e me fez gozar antes mesmo da penetração. No êxtase do pós-sexo, ele abriu a caixa. Disse que a maior era minha, para eu me satisfazer, e a menor era para eu enfiar nele no lugar dos dedos. Fiquei perplexa, mas aceitei o desafio.
Agora, o brinquedo virou protagonista. Enfio a prótese no cu do meu marido enquanto ele geme como um louco sob o meu comando. Às vezes, "erro" o tamanho e uso a maior, especialmente quando ele me perturba durante o dia. No fundo, sinto que ele está descobrindo um lado que não tem coragem de admitir. Tenho quase certeza de que ele está saindo com homens ou, no mínimo, se aventurando sozinho; já encontrei o brinquedo fora do lugar no banheiro. Ele deve estar sentando nele na minha ausência.
Nosso relacionamento esfriou na parte romântica e as crianças já notaram a distância. Enquanto o Jorge se perde no prazer de ser penetrado, eu busco meu fogo na rua. O amante chegou a me deixar uma marca no pescoço que foi um sacrifício esconder, mas quando chego em casa e começo a trabalhar o rabo do Jorge, ele esquece o mundo e foca apenas na invasão que eu proporciono.
A vida segue nessa inversão de posições. O aniversário dele está chegando e já tracei o plano para o presente perfeito: vou comprar um cintaralho de respeito. Vou vesti-lo com um dos meus vestidos, obrigá-lo a usar calcinha e vou esfolar o cu dele como ele parece tanto desejar. Se é para inverter, vamos fazer com estilo e autoridade.
Depois eu conto para vocês como foi essa celebração. Espero que tenham gostado desse meu relato verídico.
