Cuckold Day: O Batismo do Meu Marido Garçom
Olá, sou a Cris. Seis meses após nossa primeira experiência no clube de swing, resolvi concretizar a loucura que planejei no meu conto anterior: transar com três homens na minha própria casa, com meu esposo, Roberto, servindo apenas como garçom.
Não comentei nada com ele de antemão. Enquanto ele pesquisava sites de swing, eu passei a frequentar sites de acompanhantes. Meu objetivo era encontrar o trio perfeito para me "maltratar" com vigor. Consegui enviar meus filhos para a casa de familiares fora do estado e tudo começou a fluir conforme a minha fantasia.
Comprei um uniforme completo de garçom, inclusive com gravata borboleta. Economizei durante 180 dias para pagar o cachê dos três rapazes: um negro, um branco e um moreno. Criei um grupo no WhatsApp com eles e deixei claro: meu marido não sabia de nada e atuaria como nosso garçom. Seria a estreia dele como cuckold.
No dia escolhido, eu estava animadíssima. Cheguei cedo, me depilei, me perfumei e vesti o mesmo modelo ousado que usei no clube de swing. Quando o Roberto chegou, perguntou para onde iríamos. Como de costume, deixei-o sem resposta e apenas apontei para a roupa em cima da cama. Ele voltou do quarto em segundos, confuso, segurando o uniforme e perguntando o que era aquilo. Apenas ordenei: "Tome banho e vista-se".
Eu estava ansiosa. O combinado era que os rapazes chegassem logo após o meu marido, e ele ainda relutava em vestir o figurino. Seria o seu Cuckold Day, querendo ele ou não. Meu celular apitou com a confirmação da chegada do trio. Pedi que o Roberto fosse ao portão recepcioná-los, mas, antes, tirei a calcinha na frente dele, entreguei-a em sua mão e sentenciei:
— "Hoje ela não será sua."
Foi impagável ver a cara dele trazendo os rapazes para dentro, com uma expressão de "o que está acontecendo?". Marcos, André e Henrique entraram e me cumprimentaram. Minha primeira exigência foi um beijo na boca de cada um. Apresentei o Roberto como nosso garçom e pedi que trouxesse cerveja e água na bandeja.
Quando ele voltou, com a cara completamente amarrada, os meninos já estavam me "trabalhando". Eu estava na poltrona; o Marcos beijava meus pés, o André minha boca e o Henrique apalpava meus seios. O Roberto passou com a bandeja, eles pegaram os copos e eu ordenei que o garçom aguardasse na porta da cozinha. Reclamei do calor e mandei que ele ligasse o ar-condicionado.
O trio me levantou e começou a retirar meu vestido. Extasiada com tanto vigor, senti quando um deles começou a lamber minha intimidade enquanto o outro explorava meu rabo. O Henrique continuava nos meus seios. Eu olhava fixamente para o meu esposo, parado na porta, apertando o próprio membro por cima da calça, em silêncio.
Falei que queria chupar os três. Mandei o garçom trazer um banco e os meninos tiraram a roupa dançando para mim. Sentei e fui um por um, enquanto gritava: "Garçom, sirva outra rodada!". O tesão só aumentava o calor. Sentei no colo de um, depois no de outro, fazendo DP e sendo penetrada de todas as formas possíveis — de quatro, em fila indiana, revezando bocas e fendas. Gozei horrores e recebi a semente deles no meu rosto, com o garçom atendendo a todas as nossas necessidades.
Passadas as duas horas contratadas, os meninos anunciaram o fim do tempo. Pedi que o Roberto trouxesse lenços umedecidos e fizesse a assepsia de cada um. O maridão segurava as ferramentas e limpava tudo direitinho antes de acompanhá-los até a saída.
Quando ele retornou, mandei que me desse um banho, pois eu estava coberta de esperma. No chuveiro, meu corpo acusava a intensidade da noite. Avisei a ele:
— "Isso que você assistiu foi o seu batismo como cuckold. Teremos outros encontros assim."
O Roberto confessou que, apesar de não ter sido consultado, ficou extremamente excitado — o que eu já tinha percebido pelo volume na calça dele. Ele acabou se masturbando até gozar, pois não deixei que ele me tocasse. Ficou literalmente na mão, implorando para me comer enquanto eu negava. É excitante vê-lo apelar para a própria mão após me ver com outros.
Sigo com meus pensamentos pecaminosos. A próxima aventura promete ser ainda mais surpreendente.
Até a próxima!
