Menage diferente

Um conto erótico de Hero
Categoria: Heterossexual
Contém 1762 palavras
Data: 11/05/2024 21:08:11
Última revisão: 07/05/2026 00:01:05

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O INÍCIO DE UMA NOVA FANTASIA: O MÉNAGE.

Eu sou o Cláudio, tenho 39 anos, 1,80m de altura e sou muito atlético. Minha esposa, Mirella, está com 40 anos, mede 1,70m e tem um corpo escultural, definido, resultado de anos de academia. Nos conhecemos justamente na faculdade, enquanto malhávamos, e desde então somos inseparáveis. Ela tem cabelos tingidos, um par de seios durinhos e uma bunda perfeita que faz qualquer homem perder a razão.

Nossa vida sexual sempre foi incrível, mas o que mais gostamos é de falar de fantasias. Adoramos imaginar situações, conversar sujo enquanto estamos transando. Já falamos de tudo: voyeurismo, troca de casais, dupla penetração... tudo o que pudesse apimentar ainda mais a relação.

Até que em uma noite especial, depois de ela me dar uma das melhores chupadas da minha vida, com muito carinho e devoção, ela ficou me olhando, com aquele sorriso maroto e safado no rosto, enquanto eu ainda recuperava o fôlego.

— E então, amor... — disse ela, passando a mão devagar no meu peito — você realmente quer colocar alguma das nossas fantasias em prática um dia? Ou é só conversa?

— Claro que quero! — respondi, já duro de novo só de pensar. — Qualquer uma delas! O que já conversamos mil vezes!

— Mas qual especificamente? Ou quer todas de uma vez? — provocou ela, se aproximando mais.

— Quero fazer um ménage à trois! — falei firme.

— Com homem ou com mulher?

— Primeiro com uma mulher, amor! Quero muito ver você com outra mulher gostosa, se beijando, se tocando... tenho certeza que eu gozaria muito forte só de assistir minha rainha sendo comida por outra boca.

Ela sorriu, sabia tudo.

— Eu já percebi, Cláudio... sempre que você fala disso enquanto a gente fode, o seu pau fica mais duro que pedra, quase saindo pela cueca. Eu sabia que essa era a sua maior vontade.

— É verdade... às vezes fico excitado só de imaginar. Você é tão gostosa que ver você com outra seria o paraíso.

— E o que você imagina exatamente que nós faríamos? — perguntou ela, mordendo o lábio.

— Imagino vocês duas se agarrando, se beijando com língua, chupando os peitos uma da outra, brincando com as bucetas... e eu lá, vendo tudo. Eu imaginaria você de quatro, com a cabeça entre as pernas dela chupando muito, enquanto eu venho por trás e te fodo gostoso.

— Achei que diria isso... — riu ela. — Mas me responde: você só quer me ver com ela ou quer foder ela também?

Senti que ela estava me testando, mas fui sincero.

— Se você topar, eu faço tudo o que você quiser. O importante é a nossa diversão.

— Tudo bem, Cláudio... eu topo. Mas tem um acordo. Se você quer ver eu com outra mulher, primeiro temos que realizar a MINHA fantasia.

— Qual é a sua? — perguntei curioso.

— Eu quero um ménage também... mas com outro homem. Nós dois e mais um cara forte. Se você fizer o meu primeiro, eu faço o seu depois.

Aquilo me pegou de surpresa, mas senti um tesão diferente, uma mistura de ciúmes e excitação.

— Tudo bem... mas quem você tem em mente?

— Alguém que conhecemos bem, de confiança. Alguém forte, alto, atlético, careca... muito gostoso. Nós dois conhecemos ele há anos.

Pensei, pensei, e caiu a ficha. Ela estava falando do Robson, meu grande amigo e irmão de criação, que hoje é como se fosse da família.

— Nossa, Mirella... o Robson? Eu nunca imaginei que você olhava para ele desse jeito!

— É que vocês são parecidos, amor... mas ele é ainda maior, mais forte. Seria perfeito.

Eu sabia que o Robson era folgado, vivia olhando para ela, e o melhor de tudo: eu sabia que ele era aberto, já tínhamos feito várias loucuras juntos no passado, então ele com certeza iria aceitar.

— Fechado então! Se é ele que você quer, eu converso com ele amanhã mesmo. Mas lembre-se: na minha fantasia, você manda.

O CONVITE

No dia seguinte, liguei para o Robson e marquei de encontrar ele longe de casa. Fomos no barzinho da esquina tomar umas e conversar.

— E aí, parceiro! Tudo bem? — disse ele, me abraçando forte.

— Tudo na paz, irmão. E a família?

— Tudo bem. E a Mirella? Como está? Cada dia mais gostosa, heim kkkk! — falou ele, já com aquele olhar de desejo.

— Cara, tenho que te falar uma coisa muito louca, mas é segredo absoluto.

— Pode falar, Cláudio! Tu sabe que pode confiar em mim pra tudo.

— Eu e a Mirella vamos fazer um ménage.

— SÉRIO? Kkkkk! Nossa, que louco!

— É sério, cara! E ela quer fazer com dois homens. E adivinha quem ela escolheu pra ser o segundo? Você, irmão! Foi ela quem pediu por você!

Ele arregalou os olhos e sorriu muito, todo safado.

— Nossa... então a Mirella me quer? Ela sempre me olhou diferente, eu sentia!

— Sim, cara! Ela te acha o máximo. Mas a regra é clara: nós dois nela, mas ela quem manda em tudo.

— Puta que pariu, Cláudio! Claro que eu topo! Você tá me convidando pra comer uma mulher que eu já bati muita punheta pensando? Aquela buceta deve ser uma delícia, aquela bunda então... nem se fala! Quando vai ser?

— Hoje à noite! Ela vai estar lá em casa esperando.

— Fechou! Eu chego lá e vou dar o que ela merece!

A NOITE

Por volta das 20h, o celular tocou.

— Alô? E aí, Cláudio? Tô chegando aí em 20 minutos. Tudo certo? Ela tá lá? Tá molhadinha?

— Sim, Robson, vem logo que a gente tá te esperando.

Ele chegou, entramos na sala, servimos umas bebidas. Logo a Mirella apareceu, linda, cheirosa, com um vestido que deixava tudo à mostra. Ele se levantou, cumprimentou ela, e ela foi direta:

— Nossa, Robson... você tá muito gostoso hoje, heim.

— Sério, Mirella? Então deixa eu provar doce que você é... — brincou ele, todo sem vergonha.

— Espera um pouco... ainda tem hora pra tudo — disse ela, sorrindo maliciosamente.

Ela então virou as costas, olhou para nós dois profundamente, e começou a subir as escadas devagar, balançando a bunda a cada passo, como quem diz: "Espero vocês lá".

Mal ela sumiu lá em cima, o Robson me chamou:

— Vamo lá, parceiro, bota esse copo pra cá. Vamo fazer umas linhas pra ficar ligado pra caralho.

Ele abriu a bolsa, fez várias linhas grossas na mesa.

— E enquanto a gente cheira, bota um filmezinho de porno pra gente ir esquentando.

Colocamos o vídeo, e nós dois ficamos ali, sentados, bebendo, cheirando, cada vez mais ligados. Eu percebia que ele não tirava o olho de mim. E o pior: ele estava com o pau duro, marcando muito na calça, e ele nem tentava esconder.

A tensão foi crescendo, o clima ficou pesado de tesão. Em um momento, ele se levantou para pegar algo e ficou de costas pra mim, bem perto.

Foi aí que eu perdi o controle.

Fiquei olhando para a bunda dele. Meu Deus, que coisa mais perfeita! Dura, durinha, branca, peluda, bem redondinha, uma bunda de homem que deixaria qualquer um louco de vontade. Senti meu pau crescendo rápido, ficando uma rocha. Naquela hora, eu não pensava em mais nada, só pensava em como seria bom meter naquele lugar, apertar aquela carne, fuder ele pelo menos uma vez na vida.

Ele sentiu meu olhar queimando, virou devagar e viu eu todo duro e assustado.

— Bora fazer mais uma linha, parceiro? Tá fraco isso aí...

Fui, ele ficou atrás de mim, colado no meu corpo, e eu senti a mão grande dele passar discretamente na minha bunda, apertando de leve, testando. Eu não recuei, eu queria aquilo.

Depois de cheirarmos, ele olhou para as escadas e perguntou com a voz grossa:

— E aí, Cláudio... tu vai subir pro quarto ou vai ficar aqui curtindo comigo? Ela já deve estar dormindo, né?

— Acho que sim... eu também não estou com sono nenhum, irmão. Estou ligado pra caralho.

— Então fica aqui... porque eu ainda tenho muita energia pra gastar com você...

A BRINCADEIRA NA SALA

O clima explodiu. Nós dois nos olhávamos como animais no cio. Ele fez sinal para eu me aproximar. Sentei no chão, entre as pernas dele, que estava no sofá.

— Você é muito safado mesmo, cunhado... muito gostoso... — disse ele, pegando na minha cabeça e empurrando devagar para a sua virilha. — A gente precisa relaxar junto, de homem pra homem...

Eu não disse nada, abri a boca e comecei a chupar suas bolas grandes, lambi todo o pau dele por cima da roupa, sentindo ele latejar, e com a outra mão eu não resisti: comecei a apalpar, acariciar aquela bundinha perfeita que eu tanto desejei.

— Tira isso daí! — ordenou ele. — Deixa eu ver essa bundinha gostosa que você tem também...

Puxei a cueca dele para baixo, e aquele pauzão enorme saltou na minha cara, roxo, grosso, cheio de veias. Encaixei na boca e chupei com toda vontade, fazendo movimento, engolindo o máximo que podia.

Ele ficava ali, de pernas abertas, me olhando, sorrindo, todo poderoso. De vez em quando ele fazia uma linha na mesa, e segurava o espelho para mim, me ajudando a ficar ainda mais ligado, mais doido.

— Chupa esse pau direito, safado... chupa mesmo...

Eu chupava, lambia, apertava sua bunda, até que ele não aguentou mais. Ele apertou minha cabeça, gozou muito na minha boca, uma porção enorme de porra quente. Eu tentei engolir, mas era muita coisa, escorreu tudo pela minha boca e queixo mesmo.

Ficamos ali, suados, realizados, até que ouvimos barulho. A Mirella tinha acordado e desceu. Viu nós dois na sala, agora com a roupa posta, fingindo que estávamos assistindo um filme qualquer.

Ela sorriu, deu um beijo demorado na minha boca, depois deu um beijo nele também, bem de leve, mas com malícia.

— Vocês são uns safados... vou na casa da minha mãe, já volto. Fiquem à vontade aqui.

Mal ela fechou o portão, o Robson já me puxou.

— Vem aqui, seu gostoso... agora é a nossa vez.

Ele me mandou ficar de quatro no sofá, de rosto virado para o encosto. Ele veio por trás, todo grande, todo forte.

— Agora quem vai foder sou eu...

Ele encaixou aquele pauzão enorme na minha bunda e meteu com tudo de uma vez só. Socava com força, tirava todo e metia de novo, fazia um barulho de pele se chocando que enchia a casa.

— Nossa, que bundinha boa... apertadinha... — gemia ele.

Ficamos ali, curtindo, fodendo muito, parando só para descansar e fazer mais linhas, até o dia clarear, até às 16h da tarde seguinte, vivendo o maior prazer da nossa vida, sem culpa, sem vergonha, só homem com homem, sentindo prazer de verdade.

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Comentários

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Cara continua por favor.. está muito bom.

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