Olá, sou a Isabela, conhecida como Bella. Sou casada com o Carlos e não temos filhos. Já estamos juntos há quinze anos; começamos a namorar quando éramos bem jovens e hoje estamos com trinta e dois. Temos uma vida matrimonial alegre e saudável; as brigas ocorrem como em qualquer relacionamento, mas no final sempre há uma solução. Sou branca, tenho seios médios e uma bunda grande. Meu marido é um gato: moreno, alto, forte e gostoso.
Tenho muito tesão nele. Ele sempre me "maltrata" quando transamos; adora me dominar, me segura forte, me joga contra a parede, bate na minha cara e na minha bunda, puxa meu cabelo e manda eu chupá-lo agachada. Sinto-me completamente submissa quando ele pede; sempre engasgo, pois o pau é enorme e grosso.
Meu aniversário estava chegando e ele disse que haveria uma surpresa. Muito discreto, não transpareceu nada, até que, no dia, pediu para eu esperá-lo arrumada na hora em que ele costuma chegar do trabalho. Coloquei um vestido vermelho com uma calcinha minúscula, salto alto, uma bela maquiagem e o cabelo em um rabo de cavalo. Quando ele chegou, buzinou e mandou mensagem. Ao me ver, ficou de boca aberta. Entrei no carro, ele me beijou passando a mão nos meus seios e disse que eu estava lindíssima. O som tocava a nossa música e partimos para onde eu nem imaginava.
Perto do local, ele parou o carro no acostamento, colocou uma venda nos meus olhos e algemas nos meus punhos. Fiquei sem entender, mas estava vivendo o momento com meu marido. Ele me passou para o banco de trás e percorremos mais uns cinco minutos. Ouvi-o falar com alguém, e o carro entrou de ré, estacionando.
Ele saiu e eu fiquei. Depois de um tempo, abriu a porta e pediu para eu ter cuidado com a cabeça enquanto me conduzia. Quando tentei falar, ele pediu silêncio. Foi passando a mão na minha bunda, alisando — segundo ele, era para ajudar na condução, rs. Subimos escadas até entrarmos em um local onde ele me prendeu, em pé, a algo. Eu continuava presa e vendada, ao som da nossa banda predileta. De repente, senti algo cortando meu vestido — que eu amo! — de baixo para cima. Fiquei só de calcinha e sutiã, até que a calcinha foi rasgada e o sutiã retirado. Ele colocou a calcinha na minha boca; ali percebi que estava vivendo uma fantasia de ser dominada. Eu estava muito arrepiada. Percebi que era um quarto com características de prisão; ao tatear, sentia apenas o ferro onde estava presa.
Senti um pau grosso roçando na minha bunda e beijos na nuca. Mãos apalpavam meus seios e beliscavam meus mamilos. O beijo era gelado — ele deve ter chupado gelo. Aquele toque gelado nos lábios me arrepiava inteira. Ele desceu até minha bunda, lambia e parava. Eu não podia pedir para continuar por causa da calcinha na boca. Quando ele chegou novamente às minhas nádegas, arreganhou-as e começou a lamber meu cu. Eu empinei, e a língua gelada ia até a minha frente por trás. Fiquei completamente molhada enquanto ele enfiava a língua no meu rabo. Gozei apenas com aquela chupada.
Ele subiu e penetrou meu cuzinho. Começou devagar; eu estava tão excitada que não senti dor, apenas prazer. Depois acelerou; a piroca do meu marido entrava toda. Ele urrava de tesão e gozou ali mesmo. Eu, ainda presa, só sentia. Ele foi tomar banho e, quando voltou, me soltou, tirou a venda e a calcinha da minha boca. Mandou eu chupá-lo. Agachei e chupei com vontade, com o rabo ainda ardido e o sêmen escorrendo pela posição. Olhei para ele com cara de puta; ele disse que ia "pagar pelo serviço". Batia com o pau na minha cara, puxava meu cabelo e me dava tapas, tudo com muita volúpia.
Fui levada até a antessala da suíte, onde havia um bolo pequeno com uma vela. Fiquei de quatro na cadeira, debruçada na mesa, e fui penetrada na buceta. Meu marido estava diferente, mais forte. As estocadas batiam no útero e eu gemia, pedindo para me foder com força, provocando-o. Ele enfiava o dedo no meu cu e eu gozei três vezes seguidas. Como ele já havia gozado antes, demorou mais dessa vez. Quando terminou, mandou eu limpar seu pau com a boca, o que fiz prontamente, tomando o restante do seu leite.
Após um banho, fomos para a hidromassagem. Ele abriu um vinho e ficamos nos olhando. Com a perna esticada no peito dele, ele beijava meus pés, dizendo o quanto eu era linda. Deu-me parabéns e desejou coisas boas. Ainda com tesão, virei a taça e fiquei de quatro novamente. Ele me possuiu pelo cu de novo, mas desta vez foi romântico, ouvindo que eu era a "puta dele".
No dia seguinte, após um belo café da manhã de roupão, voltamos para casa mais apaixonados. Em casa, ele me deu uma nota de cinquenta reais e pediu para eu escrever a data e nossos nomes. Disse para guardá-la como o "pagamento" por eu ter sido a puta dele naquele dia. É um simbolismo que guardo até hoje e que me excita sempre que olho. Voltei para casa apenas de short e o sutiã que sobreviveu à aventura.
Espero que tenham gostado, até a próxima!
