​O Aniversário da Gaby: Desejos Revelados

Um conto erótico de Carlos
Categoria: Grupal
Contém 937 palavras
Data: 16/05/2024 08:22:39
Última revisão: 21/03/2026 19:44:24

​Sou o Carlos e confesso que esta é a minha primeira vez escrevendo um relato vivido no meu casamento. Acredito que esta seja uma fantasia masculina compartilhada por muitas mulheres, e me senti privilegiado com o que aconteceu.

​Sou negro, tenho 1,80 m e estou próximo dos cinquenta anos. Sou casado há mais de dez anos com a Alice, uma mulher linda, vaidosa, que gosta de treinar e tem um corpo escultural. Eu que lute para acompanhá-la, mas gosto do desafio. Trabalho em uma corretora de valores e, como gerente, convivo com pessoas mais novas, carismáticas e inteligentes.

​Quero destacar uma pessoa que se tornou o tema desta história verídica que atingiu em cheio o meu casamento: a Gaby. Uma menina linda, branca, de cabelos encaracolados, olhar penetrante, sorriso envolvente e muito comunicativa. Ela morava sozinha em um apartamento alugado na Zona Sul do Rio e sempre foi muito comprometida com o trabalho, contagiando a todos com sua alegria.

​Gaby é do tipo que conta os dias e as horas para o seu aniversário. Como a data estava próxima — início de julho — a turma resolveu sair para uma balada. Fui convidado e levei minha esposa, que se animou bastante com a ideia. Não costumamos frequentar esse tipo de evento, então a Alice comprou um vestido bem justo, que desenhava seu belo corpo, e um salto alto. Mulher nunca tem roupa para sair, não é? E assim chegou o tão esperado dia 3 de julho.

​Ao chegar na boate, com aquelas luzes e efeitos, a turma já estava reunida: cerca de dez pessoas. Alguns estavam na pista, outros na mesa; alguns acompanhados, como eu, e outros sozinhos, como a Gaby. Quando a vi voltando da pista, ela estava eufórica. Estava divina, linda demais, com uma maquiagem impecável — ela entende do assunto, pois já trabalhou na área. Nunca a vi tão encantadora; acredito que o brilho do aniversário ajudava. Ela usava um vestido idêntico ao da minha mulher! Apresentei a Alice, que lhe entregou uma lembrança; Gaby agradeceu com um abraço e, quase arrastando, levou a Alice para a pista de dança. Nem ganhei tchau; elas foram e dançaram muito.

​Fiquei na mesa com a parte mais comedida do grupo. Como eu era o motorista da noite, não bebi — resumi-me a uma água com gás. Cerca de quarenta minutos depois, elas voltaram abraçadas e cansadas, dizendo que foi maravilhoso. Contaram, rindo, que alguns caras as chamaram para dançar e ofereceram drinks, mas elas recusaram, apresentando-se como um casal. Brincamos na mesa e cantamos parabéns com um pequeno bolo. Depois disso, a maioria foi embora, mas Gaby e Alice, já alegres pelas caipirinhas, resolveram que queriam esticar a noite.

​No carro, consegui convencê-las de que já estava tarde. A empolgação da Gaby era porque ela não trabalharia no dia seguinte devido à folga de aniversário. Acabamos indo para a minha casa. As duas foram o caminho todo cantando alto, abraçadas e rindo. Compraram uma cerveja com um ambulante enquanto eu buscava o carro e foram dividindo a bebida.

​Em casa, Alice chamou Gaby para a sala e ligaram o som em um volume tolerável. Começaram a dançar; tinham acabado de se conhecer, mas a interação era de uma amizade de séculos. As duas riam do fato de os vestidos serem idênticos. Eu estava sentado no sofá, bebendo o resto da cerveja e observando a cena, até que Gaby perguntou: "Se os caras pedissem um beijo para provar que éramos casadas, você daria?".

​Achei que Alice responderia apenas "sim" ou "não", mas ela segurou o rosto da Gaby e a beijou na boca. Fiquei paralisado. Gaby beijando minha mulher, as duas se alisando, e eu ali, sentado. Alice levantou o vestido da Gaby, revelando que ela estava sem calcinha e sem sutiã. Ela ficou nua na minha sala. Alice a empurrou para o outro sofá, tirou a própria roupa e voltou a beijá-la por cima. Foi descendo pelos seios, chupando um de cada vez, bem devagar, enquanto Gaby mantinha os olhos fechados. As duas me ignoraram completamente. Jamais imaginei que minha mulher tivesse desejo por outra mulher.

​Alice sentou no chão, puxou a Gaby e começou a chupá-la, alternando com os dedos. Gaby gemia, segurando a cabeça da minha esposa, forçando-a a continuar. Eu fiquei louco com a cena. Meu pau deu sinal; abri a calça e comecei a me masturbar assistindo a tudo. O clima ficou ainda mais quente. Gaby pegou os pés da minha esposa e começou a beijar e chupar os dedos, enquanto Alice também se masturbava. Repito: eu estava sendo completamente ignorado. Gaby parecia já ter tido relações com mulheres; subiu pelas pernas beijo a beijo, pulou a vulva e foi até a boca. Quando voltou, minha mulher gozou. Eu sei quando ela goza, mas desta vez foi diferente: Gaby a fez chegar lá sem penetração.

​Alice me olhava com um semblante de puro prazer. Quando levantei e tirei a roupa, com o pau muito duro, Alice fez um sinal de "não" com os dedos. Sentei de volta. Achei que iria participar, mas elas continuaram ali se chupando. De repente, Gaby ficou de pé, pegou a mão da minha esposa e, de mãos dadas, as duas entraram no meu quarto e trancaram a porta. Eu fui deixado para fora.

​No dia seguinte, o despertador tocou. Levantei, tomei banho no outro banheiro, fiz café e me vesti para trabalhar. Bati na porta e não fui atendido. Fico pensando no que aconteceu lá dentro. Enfim, tentarei descobrir depois, mas agora preciso acordá-las para pegar minha roupa, senão vou me atrasar.

​Até a próxima... Prometo contar o que aconteceu!

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Comentários

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Seu conto está muito bem escrito e bastante exitante, gostei dei três estrelinhas.

Parabéns beijinhos da titia Sueli Brodyaga 😘😘😘😘😘😘😘😘

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