Enrabada No Desligamento Da Empresa

Um conto erótico de Nata
Categoria: Heterossexual
Contém 752 palavras
Data: 02/05/2024 20:50:02
Última revisão: 21/03/2026 19:34:14

Sou a Nata. Já deixei alguns relatos verídicos e quero deixar mais este que aconteceu comigo nesta semana. Curtia minhas férias e, no retorno, soube de algumas dispensas; fiquei pensando que eu poderia ter sido uma delas caso estivesse trabalhando. Estava um pouco preocupada — quem não fica? Trabalhar é uma necessidade de sobrevivência, embora ter nascido rica fosse mais fácil kkkkk.

​Retorno das férias, sou chamada pela minha chefe para uma reunião e recebo a notícia indesejada. Confesso que não foi tão difícil, porque já imaginava que pudesse acontecer. Abracei minha chefe e, depois disso, iniciou-se a fila dos abraços: choros, desejos de sucesso, blá-blá-blá... até que fui fazer o exame demissional no setor reservado da empresa, onde fica o pilantra com quem eu já dei uns pegas.

​O cafajeste é um negão alto, gostoso, abusado e tem uma pegada, um domínio sobre mim que não consigo explicar. Voltando à narrativa: o cretino estava retornando das suas férias e eu comuniquei por mensagem que fui desligada e que passaria lá para fazer os trâmites. Ele pediu para eu ir até ele; confirmei que iria, até porque um abraço a mais nunca é demais — na verdade, é sempre bom.

​Chego ao local, bato na porta e ele grita para entrar. Pergunto se estava sozinho e o pilantra responde que sim, levantando-se da cadeira. Eu abro os braços e ele segura meu rosto com aquela mão direita enorme; ele sempre faz isso, me domina, me agarra. Passou a mão em mim, apalpou meus seios — me sinto um objeto — e beijou minha boca. Só tive tempo de largar a ficha que precisava preencher em cima do balcão. Não me pergunte como, mas ele enfiou a mão dentro da minha calça e o dedo já estava na minha buceta, dedilhando meu clitóris. Ele vai no ponto certinho, falando putaria, beijando minha boca e meu pescoço, puxando meu cabelo e batendo na minha cara. Vocês não têm noção da celeridade, parece um polvo!

​Eu estava preocupada porque um amigo tinha dito: "não vá embora antes de falar comigo". Vai que esse colega aparece e dá um flagrante? Como todos sabiam que eu estava no setor fazendo o demissional, eu estava num misto de tesão, tensão e medo. Ele abriu o botão da minha calça e me virou (qual mulher que gosta de ser dominada não se delicia com um cara que faz loucuras sem pedir autorização?). Puxou minha calça para baixo, tirou a dele e colocou o pau para fora — já estava enorme. Eu estava completamente entregue, minha buceta estava muito molhada. Ele colocou a calcinha de lado, encostou aquela jeba grande e grossa na entrada da minha buceta e, numa estocada só, entrou tudo.

​Eu gritei! Impossível controlar o grito. Ele segurava minha cintura e minhas mãos estavam apoiadas em uma processadora obsoleta, tentando me equilibrar, enquanto ele dava várias estocadas seguidas, tipo "Dança do Créu" nível máximo. Pessoas transitavam do lado de fora; a sorte é que a porta permite ver quem está fora, mas quem está fora não vê quem está dentro. Mesmo assim, a porta estava apenas encostada, sem tranca. Depois de algum tempo sendo enrabada, ele tirou o pau todo molhado da minha grutinha e ordenou que eu chupasse. Agachei e mostrei que não sou fraca: caí de boca no pau dele. Engoli tudo, mamei... ele até diz que quer ser parabenizado no Dia das Mães porque já "me deu de mamar", e o fdp deu mesmo!

​Chupei, levantei atordoada com tudo. Ele se vestiu, eu me vesti. Ele ficou chupando o dedo e dizendo que minha buceta era saborosa, me deu outro beijo na boca com força. Sentei na cadeira tentando preencher o formulário, mas confesso: esqueci o número do meu celular! Ele ainda me chamou para o "segundo tempo", colocou o pau para fora e ficou balançando, mas eu resisti à tentação. Não me pergunte como, mas aguentei.

​Após essa loucura toda, fui ao banheiro. Minha calcinha estava mega molhada e minha ppk ardida das estocadas secas que levou. Eu estava com cara de safada, óbvio. Amei a despedida; foi a mais marcante diante da notícia ruim que recebi. E ainda recebi um áudio dele dizendo que queria comer meu cu na saleta e que eu fugi.

​Agora que tenho tempo, vou cobrar essa pirocada no meu cuzinho. Primeiro porque minha mãe não me fez fraca, e segundo porque amo tomar no cu de quatro e em pé, sendo enforcada. Ele que lute! Até a próxima, trarei o relato aqui.

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Comentários

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Que delicia !!! Vc deve ser muito gostosa e fude seu cú deve ser maravilhoso !!!

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