Sou Sílvia, casada há seis anos com a Kátia. Minha esposa tem 28 anos e é a definição de exuberância: loira de olhos verdes, seios médios e firmes, bunda farta e uma intimidade rosada que é o meu vício. Temos uma vida perfeita; sou motorista de aplicativo e ela vendedora, e nunca tive motivos para ciúmes. Mas recentemente, a calmaria deu lugar a algo que ainda estou tentando processar.
Cheguei em casa e ouvi gargalhadas altas vindas da sala. Aproximei-me na ponta dos pés, como uma sombra no corredor. O que vi paralisou meus sentidos: Kátia estava nua, com o celular apoiado, completamente entregue a uma chamada de vídeo. Ela massageava os seios com urgência e se masturbava diante da câmera, esfregando o clitóris com uma excitação que eu raramente via. Não havia áudio, apenas os gemidos dela enquanto seus dedos trabalhavam freneticamente em sua "siririca". A pessoa do outro lado, com certeza, estava se deliciando com o show.
Fiquei ali, imóvel, por uns quatro minutos. Ela finalizou a cena chupando o dedo que acabara de usar para se tocar, um gesto de puro exibicionismo. Recuei, fiz barulho como se estivesse chegando naquele momento e fui para o banheiro. Quando saí, ela já estava de vestido, mas o olhar era de pura safadeza.
Fomos para a cozinha e o clima estava elétrico. Aproveitei a adrenalina e a debrucei sobre a mesa, agachando para devorar sua buceta que ainda estava estranhamente úmida. Quando perguntei o motivo daquela umidade, ela mentiu com a maior naturalidade do mundo: "Estava pensando em você, amor".
Ela se despiu novamente, banhando-se na luz da cozinha. Pegou um iogurte na geladeira, derramou sobre o próprio corpo e ordenou: "Cala a boca e me chupa inteira". Deitou-se na mesa e eu a obedeci com adoração. Limpei cada gota do iogurte de sua pele, massageando seu clitóris enquanto ela se contorcia, pedindo que eu enfiasse dois dedos bem fundo nela. O prazer foi intenso, mas o melhor estava por vir.
Ainda nua pela casa — eu amo quando ela fica assim —, Kátia me lançou a isca:
— Já imaginou uma terceira pessoa conosco? Um final de semana inteiro, de sexta a domingo, só nós três?
— Que pessoa? — perguntei, tentando manter a calma.
— Outra mulher, é claro — respondeu ela, encostada na parede com o dedo indicador na boca, estudando minha reação.
Naquele momento, tive a certeza de que ela falava com uma mulher no vídeo. Ela revelou o nome: Suzane. Uma antiga amiga, morena, sexy e "muito gostosa", que acabara de voltar ao Brasil.
— Quero vocês duas me chupando ao mesmo tempo. Sem cenas, sem ciúme. Naqueles dias, ninguém trabalha. Só nós três, perdidas no prazer.
Aceitei o desafio com um beijo. O jogo começou, e agora só me resta esperar por esse encontro que promete mudar tudo.
