Sou o Rivaldo, esposo e produtor da Su. Após o sucesso estrondoso do vídeo dela com os cinco rapazes, decidimos diversificar o canal e contratamos um casal para um ménage de alto nível. O objetivo era oferecer novos ângulos e dinâmicas para os nossos assinantes, mas trabalhar com profissionais exige um controle emocional que pouca gente imagina.
Durante a gravação, a Su começou a trabalhar no membro do rapaz, mas a cena estava fria, sem entrega. Como diretor, parei tudo:
— Su, mais ênfase! Quero que você engula, olhe para a lente e mostre quem manda.
Ela obedeceu com maestria. Passou a devorar a piroca do ator, alternando olhares profundos para a câmera com caras e bocas de puro prazer. Enquanto isso, a moça contratada se perdia entre as pernas da minha mulher, explorando sua bucetinha e seu "cuzinho" com uma voracidade que me deu um tesão absurdo. É um martírio profissional: você quer largar a câmera e se jogar na ação, mas precisa estar atento a cada detalhe técnico.
Na pausa para o descanso, não aguentei. Puxei a Su para o banheiro e ali mesmo, em uma rapidinha furiosa, ela mamou meu pau até eu gozar na boca dela. Foi o alívio necessário para eu conseguir voltar ao set e continuar assistindo minha mulher sendo possuída por outros.
Retornamos com o cronômetro correndo — o horário do estúdio estava no fim. A cena evoluiu para um círculo de prazer: Su chupava a moça, o rapaz devorava a Su, e a moça se entregava ao rapaz. No quadrante final, o roteiro pedia que o rapaz deitasse enquanto a Su ficava de "sessenta e nove" com ele e a outra quicava em seu membro. Mas o imprevisto aconteceu: o ator gozou antes da hora e perdeu a ereção. Cena paralisada, estúdio quase fechando e o prejuízo batendo à porta.
Oportunista e ainda pulsando de tesão, aproveitei que eu e o ator tínhamos um biotipo muito parecido.
— Segura a câmera no mesmo ângulo — ordenei a ele.
Deitei no lugar dele. A sensação da Su agachada sobre minha boca, enquanto a contratada rebolava com força no meu pau, foi transcendental. As duas se beijavam, trocando saliva e gemidos, enquanto eu "salvava" a produção com uma ereção de ferro. Finalizamos a cena com um jato duplo, cobrindo as duas, que trocaram meu esperma em um beijo cinematográfico.
Já em casa, durante a edição, perguntei à Su o que ela sentia vendo aquilo tudo, longe das câmeras.
— Rivaldo, sinto tesão, é óbvio. Mas prefiro você. O ator não aguentou o ritmo, e você sustentou a cena mesmo depois de já ter gozado. Aquilo é trabalho; aqui é vida real.
O clima pesou. Ela se livrou da roupa, apoiou-se na cadeira na posição de cachorrinha e sussurrou:
— Esquece o trabalho. Põe no meu cuzinho... agora. Sem pomada, sem carinho. Só você.
Trabalho pausado com sucesso. Foi uma pena a câmera não estar ligada; aquele teria sido o melhor making of da história do nosso canal.
