Beijo Triplo na Cozinha
Eu estava no ritmo frenético do dia a dia, as corridas no aplicativo não paravam e a meta financeira que estipulo já tinha sido batida e dobrada. O sol brilhava no Rio, mas meu celular não parava de tocar. Recusei quatro vezes para manter o foco no trânsito, mas na quinta insistência, por volta das 15h, decidi atender:
— Mozão, estou com cliente no carro, por isso não atendi. O que minha gata quer?
— Volta para casa agora, Sílvia! — a voz da Kátia veio carregada de urgência e deleite. — A Suzane já está aqui me chupando... Calma, Su! Ela vai passar o final de semana conosco, mas começou mais cedo. Vem logo!
Minha esposa falava com uma voz melosa, entregue ao prazer. Eu mal tive tempo de processar:
— Mas, Kátia, você disse que ela viria na sexta! Hoje ainda é quinta!
— Só vem logo... ela não para de me chupar — respondeu ela, antes de desligar.
Cancelei as corridas e voei para casa. Fui direto para o banheiro, precisava de um banho caprichado para tirar o suor e a poeira das ruas. Parei na porta do quarto, apenas de toalha, ouvindo os gemidos abafados e o balanço rítmico da cama. Antes de entrar na loucura, passei na cozinha para forrar o estômago; a fome era grande e a noite prometia ser longa.
De repente, as duas surgiram no corredor, completamente nuas e abraçadas. A Kátia, minha loira exuberante, estava acompanhada da tal Suzane. E que morena espetacular! Ela era dona de um sorriso magnético, olhar hipnotizante, seios fartos e uma pele morena que parecia brilhar. Kátia aproximou-se, me deu um beijo molhado e nos apresentou.
— Mozão, esta é a Suzane. Mas ela gosta de ser chamada de Su.
Antes que eu pudesse dizer "muito prazer", Kátia selou o encontro com um beijo triplo avassalador. A Su, atrevida, puxou minha toalha, deixando-nos os três nus na cozinha, explorando nossos corpos com toques e carícias. O desejo que elas trouxeram do quarto me contaminou instantaneamente.
Depois de um lanche rápido compartilhado entre beijos, fomos para o quarto. Inicialmente, fiquei como voyeur, assistindo ao chamego profundo entre as duas. A Su realmente tem um "crédito" especial por sua língua: ela trabalha os pontos cardeais do corpo com uma técnica divina. Kátia não exagerou nos elogios.
Transar com ela e ver minha esposa atingindo o ápice foi uma experiência transcendental. O melhor foi perceber a sintonia delas; o carinho e a forma como se tratam me conquistaram. Por mim, a Su pode transformar esse "weekend" em uma temporada permanente. Não que a Kátia não me satisfaça, mas essa pegada diferente, essa boca nova e esse olhar de fogo da morena são o combustível que eu não sabia que precisava.
