Treino em uma academia próxima ao meu trabalho há cerca de dois anos. Nesse vai e vem de tentar manter o mesmo horário, é quase impossível reconhecer todo mundo, mas um ou outro rosto acaba gravado na memória, seja por dividir um aparelho ou pelo convívio no vestiário. No fim das contas, a academia, por incrível que pareça, acaba gerando amizades.
Havia um casal jovem que treinava sempre junto. O rapaz, o Bruno, era bem novo, branco, usava óculos, tinha cabelo estilo surfista e um porte magrelo. Já a menina, a Bia, aparentava seus 25 anos; era uma branca de rosto angelical, magra, com seios e bumbum pequenos, mas muito bem desenhados. Quando estavam juntos, pareciam até irmãos.
Nosso primeiro contato foi na esteira. Ela não conseguia ligar o painel e eu a ajudei. O Bruno chegou para ver o que estava acontecendo, ela explicou a situação e ele agradeceu gentilmente. Coloquei meus fones e seguimos o treino. Pouco depois, ela puxou assunto novamente porque não conseguia conectar o bluetooth do celular. Tirei os fones, desliguei meu aparelho e a conversa fluiu sobre marcas e tecnologia. Ao terminarem, despediram-se e saíram juntos, mas logo ela voltou sozinha para buscar uma chave que "esquecera" na esteira.
Cerca de um mês depois, encontrei-os novamente. Dessa vez, Bruno foi quem puxou assunto, enquanto Bia se mantinha mais distante, embora me observasse atentamente. Ele perguntou meu nome, o que eu fazia, minha rotina... uma conversa curiosa para quem só se via na musculação. Quando fui ao banheiro, ele veio atrás de mim e soltou o verbo, sem rodeios:
— Pode parecer estranho, Daniel, mas somos um casal liberal. Minha esposa quer transar com você. Ela estava sem jeito de chegar em você, então resolvi dar um empurrãozinho. Você é hétero?
Respondi que sim. No primeiro momento, achei que fosse pegadinha. Olhei para os lados procurando uma câmera, mas o Bruno, adivinhando meu pensamento, reforçou:
— Não é brincadeira. Minha mulher quer você. Somos casados e liberais.
Perguntei como funcionaria se eu topasse. Ele sugeriu criarmos um grupo no WhatsApp para acertar os detalhes sem atrapalhar o treino. Saí do banheiro e, ao passar pela área de musculação, Bia me lançou um sorriso maravilhoso, enquanto Bruno fazia um sinal de "joinha" para ela. Ele ainda completou que moravam a apenas 500 metros dali. Anotei o número dele e disse que ia pensar.
Dois dias depois, o grupo foi criado. Bruno, em tom jocoso, postou uma foto da Bia de biquíni, deitada de bruços em uma espreguiçadeira, e perguntou se eu havia pensado na proposta. O tesão subiu na hora ao ver aquela imagem. Bia apenas mandou um "bom dia para todos". Respondi que aceitava e perguntei sobre as regras e o local.
Tudo foi marcado para a casa deles. Ao chegar, fui recebido por ela usando exatamente o mesmo biquíni da foto. O marido já estava na sala, bebendo uma cerveja. Bia, completamente voraz, não me deu tempo nem de dizer boa noite. Pegou-me pela mão e me jogou no sofá. Começou a dançar de forma sensual na minha frente, revelando que, sob a parte de baixo do biquíni, usava uma calcinha comestível.
Ela me despiu até eu ficar apenas de cueca e meias. Ajoelhou-se e começou a chupar meu pau por cima do tecido. Ela perguntou ao Bruno se ele queria participar, mas ele respondeu que a noite era dela e que ela deveria aproveitar aquele "belo pau" sozinha. Bia guardou meu membro de volta na cueca e deitou-se no colo do marido, com as pernas abertas para mim:
— Retire a minha calcinha com a boca, se for capaz — desafiou.
Não me fiz de rogado. Comecei beijando seus pés, subindo pelas coxas, explorando seus seios pequenos de mamilos rosados e eretos, até chegar à calcinha de morango. Fui lambendo e devorando o doce enquanto ela gemia, chamando o marido para ver como eu a tratava bem. Bruno servia apenas como almofada para ela.
Quando a calcinha sumiu, revelando um bumbum impecável, ela ficou de bruços, na mesma posição da foto. Pegou uma camisinha no bolso da camisa do Bruno, colocou em mim e sentou-se no meu colo. Enquanto quicava com vontade, ela provocava o marido, dizendo que o meu pau era "de verdade", grosso e grande, e que não precisaria do "brinquedinho fino" dele naquela noite. Ouvir aquilo enquanto sentia o calor dela era absurdamente excitante.
Em seguida, ela se posicionou de quatro, segurando nos joelhos do marido, e ordenou que eu a possuísse por trás. Bruno pedia que eu a "maltratasse", pois ela adorava ser tratada como uma puta. Bia narrava cada detalhe para ele: "Está entrando, mô... é muito grosso, está me machucando!". Eu, sendo um homem negro e bem mais forte que o Bruno, sentia o contraste de poder naquela sala.
No auge do prazer, ela pediu que eu gozasse em seu rosto e seios. Tirei a camisinha e descarreguei tudo. Ela então se aproximou de Bruno e pediu que ele limpasse a sujeira com a boca.
Vesti-me rapidamente. Recusei a comida, mas aceitei os 200 reais que ela me deu "para o táxi". Ela me acompanhou até a porta, nua, e me deu um beijo de tirar o fôlego antes de eu sair. Voltei para casa sem acreditar no que tinha acabado de viver.
Dez dias depois, lá estavam eles na academia, sorrindo como se nada tivesse acontecido. Bia aproximou-se de forma direta: "Daniel, seu final de semana cabe uma viagem?". Respondi que veria minha agenda e avisaria no grupo.
Acho que já sei qual será a minha resposta.
