Convite Surpreendente - Cuckold na Vizinhança

Um conto erótico de Daniel
Categoria: Grupal
Contém 927 palavras
Data: 24/06/2024 10:17:55
Última revisão: 14/03/2026 15:48:57

Treino em uma academia próxima ao meu trabalho há cerca de dois anos. Nesse vai e vem de tentar manter o mesmo horário, é quase impossível reconhecer todo mundo, mas um ou outro rosto acaba gravado na memória, seja por dividir um aparelho ou pelo convívio no vestiário. No fim das contas, a academia, por incrível que pareça, acaba gerando amizades.

​Havia um casal jovem que treinava sempre junto. O rapaz, o Bruno, era bem novo, branco, usava óculos, tinha cabelo estilo surfista e um porte magrelo. Já a menina, a Bia, aparentava seus 25 anos; era uma branca de rosto angelical, magra, com seios e bumbum pequenos, mas muito bem desenhados. Quando estavam juntos, pareciam até irmãos.

​Nosso primeiro contato foi na esteira. Ela não conseguia ligar o painel e eu a ajudei. O Bruno chegou para ver o que estava acontecendo, ela explicou a situação e ele agradeceu gentilmente. Coloquei meus fones e seguimos o treino. Pouco depois, ela puxou assunto novamente porque não conseguia conectar o bluetooth do celular. Tirei os fones, desliguei meu aparelho e a conversa fluiu sobre marcas e tecnologia. Ao terminarem, despediram-se e saíram juntos, mas logo ela voltou sozinha para buscar uma chave que "esquecera" na esteira.

​Cerca de um mês depois, encontrei-os novamente. Dessa vez, Bruno foi quem puxou assunto, enquanto Bia se mantinha mais distante, embora me observasse atentamente. Ele perguntou meu nome, o que eu fazia, minha rotina... uma conversa curiosa para quem só se via na musculação. Quando fui ao banheiro, ele veio atrás de mim e soltou o verbo, sem rodeios:

​— Pode parecer estranho, Daniel, mas somos um casal liberal. Minha esposa quer transar com você. Ela estava sem jeito de chegar em você, então resolvi dar um empurrãozinho. Você é hétero?

​Respondi que sim. No primeiro momento, achei que fosse pegadinha. Olhei para os lados procurando uma câmera, mas o Bruno, adivinhando meu pensamento, reforçou:

​— Não é brincadeira. Minha mulher quer você. Somos casados e liberais.

​Perguntei como funcionaria se eu topasse. Ele sugeriu criarmos um grupo no WhatsApp para acertar os detalhes sem atrapalhar o treino. Saí do banheiro e, ao passar pela área de musculação, Bia me lançou um sorriso maravilhoso, enquanto Bruno fazia um sinal de "joinha" para ela. Ele ainda completou que moravam a apenas 500 metros dali. Anotei o número dele e disse que ia pensar.

​Dois dias depois, o grupo foi criado. Bruno, em tom jocoso, postou uma foto da Bia de biquíni, deitada de bruços em uma espreguiçadeira, e perguntou se eu havia pensado na proposta. O tesão subiu na hora ao ver aquela imagem. Bia apenas mandou um "bom dia para todos". Respondi que aceitava e perguntei sobre as regras e o local.

​Tudo foi marcado para a casa deles. Ao chegar, fui recebido por ela usando exatamente o mesmo biquíni da foto. O marido já estava na sala, bebendo uma cerveja. Bia, completamente voraz, não me deu tempo nem de dizer boa noite. Pegou-me pela mão e me jogou no sofá. Começou a dançar de forma sensual na minha frente, revelando que, sob a parte de baixo do biquíni, usava uma calcinha comestível.

​Ela me despiu até eu ficar apenas de cueca e meias. Ajoelhou-se e começou a chupar meu pau por cima do tecido. Ela perguntou ao Bruno se ele queria participar, mas ele respondeu que a noite era dela e que ela deveria aproveitar aquele "belo pau" sozinha. Bia guardou meu membro de volta na cueca e deitou-se no colo do marido, com as pernas abertas para mim:

​— Retire a minha calcinha com a boca, se for capaz — desafiou.

​Não me fiz de rogado. Comecei beijando seus pés, subindo pelas coxas, explorando seus seios pequenos de mamilos rosados e eretos, até chegar à calcinha de morango. Fui lambendo e devorando o doce enquanto ela gemia, chamando o marido para ver como eu a tratava bem. Bruno servia apenas como almofada para ela.

​Quando a calcinha sumiu, revelando um bumbum impecável, ela ficou de bruços, na mesma posição da foto. Pegou uma camisinha no bolso da camisa do Bruno, colocou em mim e sentou-se no meu colo. Enquanto quicava com vontade, ela provocava o marido, dizendo que o meu pau era "de verdade", grosso e grande, e que não precisaria do "brinquedinho fino" dele naquela noite. Ouvir aquilo enquanto sentia o calor dela era absurdamente excitante.

​Em seguida, ela se posicionou de quatro, segurando nos joelhos do marido, e ordenou que eu a possuísse por trás. Bruno pedia que eu a "maltratasse", pois ela adorava ser tratada como uma puta. Bia narrava cada detalhe para ele: "Está entrando, mô... é muito grosso, está me machucando!". Eu, sendo um homem negro e bem mais forte que o Bruno, sentia o contraste de poder naquela sala.

​No auge do prazer, ela pediu que eu gozasse em seu rosto e seios. Tirei a camisinha e descarreguei tudo. Ela então se aproximou de Bruno e pediu que ele limpasse a sujeira com a boca.

​Vesti-me rapidamente. Recusei a comida, mas aceitei os 200 reais que ela me deu "para o táxi". Ela me acompanhou até a porta, nua, e me deu um beijo de tirar o fôlego antes de eu sair. Voltei para casa sem acreditar no que tinha acabado de viver.

​Dez dias depois, lá estavam eles na academia, sorrindo como se nada tivesse acontecido. Bia aproximou-se de forma direta: "Daniel, seu final de semana cabe uma viagem?". Respondi que veria minha agenda e avisaria no grupo.

​Acho que já sei qual será a minha resposta.

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