Abastecida por um Sorriso - Parte 2

Um conto erótico de Perla
Categoria: Heterossexual
Contém 729 palavras
Data: 25/06/2024 15:31:28
Última revisão: 14/03/2026 15:36:12

Abastecimento de Alto Risco

Como prometi na história em que deixei o frentista louco no banheiro do posto, não demorei a realizar meu sonho. Contei para o Marconi sobre a minha fantasia da mangueira e marcamos o encontro. Parei o carro estrategicamente a duzentos metros do posto; ele, sempre pontual e educado, entrou com aquele cheiro característico de combustível que, naquele momento, em vez de me incomodar, serviu como um afrodisíaco. O frentista estava no meu carro, e o destino era o motel logo à frente.

​No quarto, preparei o cenário. Enquanto ele tomava banho, eu me transformei: usei um espartilho preto rendado, daqueles que apertam a cintura e levantam os seios, deixando-os prontos para o banquete. Com uma taça de vinho branco na mão, eu me sentia uma sereia urbana esperando o pescador. Nem precisei cantar para seduzir; o visual já dizia tudo.

​Quando Marconi saiu do banheiro, ficou estático. A cara de espanto e desejo dele foi o meu maior troféu. Aproximei-me com um olhar fatal e o beijei com a fome de quem esperou meses por aquilo. Ele me puxou pela cintura com força, colando nossos corpos. A toalha dele caiu, e eu fui "condenada" a roçar minha pele naquela piroca preta, grossa e monumental. Desta vez, não precisei de esforço: ela já estava a ponto de bala, pulsando contra meu ventre.

​Ele assumiu o controle de um jeito rude e delicioso. Começou a sussurrar putarias no meu ouvido, puxando meu cabelo com força enquanto me chamava de "perfeita" e "delícia" — aquele elogio que acabava com a minha pose de executiva. Ele tomou a taça da minha mão, virou o vinho gelado sobre o meu colo e me empurrou contra a parede. Com as mãos enormes, me deu um tapão na bunda que ecoou no quarto, me fazendo arquear as costas de prazer. Ele me lambeu inteira, rasgando o que restava do meu figurino. Eu já estava em chamas.

​O que se seguiu foi uma performance de tirar o fôlego. Ele me pegou no colo como se eu não pesasse nada e me jogou na cama. Com a perícia de quem conhece cada curva, ele me obrigou a uma "abdominal infra" de puro prazer: sua língua transitava entre minha buceta e meu rabo, me fazendo gozar intensamente antes mesmo da penetração. Depois, me virou de cabeça para baixo, me transformando em seu brinquedo favorito em um 69 em pé. Eu me dediquei àquela mangueira preta como se fosse minha última missão na terra.

​Foi quando o celular tocou. Ignorei. Tocou de novo. O mundo lá fora não existia enquanto eu estava ocupadíssima com o Marconi. Mas ele, precavido, pediu para eu ver se era importante. Era o Carlos, meu marido. Mensagens e ligações perdidas. O Marconi insistiu que eu desse sinal de vida para não levantar suspeitas. Joguei o celular na cama e decretei:

— Esquece isso. Realiza meu sonho agora, Marconi. Completa com álcool!

​Fiquei de quatro na beira da cama, oferecendo o que eu tinha de melhor. Ele agachou, deu duas lambidas profundas na minha intimidade, como um predador antes da caça, e posicionou a cabeça do pau na minha entrada apertada. Quando ele empurrou, senti cada milímetro me preenchendo. Ele segurava minha cintura com firmeza, dando pauladas ritmadas que faziam minha pele tremer em espasmos que eu não conseguia controlar.

​No auge do vaivém, o celular tocou de novo. Era o Carlos. Atendi sob o olhar atento e o corpo pulsante do Marconi.

— Oi, Carlos... — minha voz saiu embargada.

— Onde você está? Estou preocupado! — ele disse do outro lado.

— Estou no ginecologista... — respondi, enquanto o Marconi completava meu tanque com jatos de porra quente dentro de mim. Eu lutava para não gemer, e o Marconi tapava a própria boca para não urrar de prazer. Desliguei dizendo que a médica estava chamando.

​Minha buceta parecia pegar fogo, transbordando o sêmen dele. Ainda de quatro, limpei o pau do meu frentista favorito com a boca, um ritual de agradecimento. Tomamos banho, nos vestimos e ele, em um último gesto de virilidade, me levou no colo até o carro.

​Em casa, a briga com o Carlos foi feia. Ele sentiu que algo estava errado, mas eu me mantive firme na minha mentira. Dormi no quarto de visitas, exausta e satisfeita, esperando pelo próximo sonho. Afinal, sonhos foram feitos para serem realizados — e abastecidos com o combustível certo.

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Comentários

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Tomara que seu esposo descubra e te dê uma lição pois traidores sempre tem que pagar se não está bom termina e deixa de ser vagabunda tenho vergonha de ser mulher igual a vc

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