Encontrei a Suzane no Centro do Rio; ela estava indo para o trabalho e eu voltando para casa. A Su é uma mulher maravilhosa, linda e exala uma atração magnética. Sempre que nossos caminhos se cruzam, algo acontece, e desta vez não foi diferente. Ela me viu, me chamou e, apesar de estar em cima da hora para o plantão, não hesitou:
— Não vamos fazer nada para marcar esse encontro inesperado? — perguntou com aquele olhar que me despe.
Olhei para um lado, para o outro, calculando o risco. Sem perder tempo, ela me arrastou para o banheiro masculino da estação. Entrei primeiro para conferir se estava vazio e se as cabines tinham tranca. Estava limpo. Ela entrou logo atrás, agindo com naturalidade, mas com o fogo nos olhos. Tranquei a porta e o mundo lá fora, com todo o barulho dos trens, desapareceu.
Ela sentou-se direto no vaso e eu libertei meu pau. A Suzane caiu de boca como uma bezerra desmamada, sugando com uma voracidade que me deixou sem ar. De vez em quando, ela parava, me olhava com aquela cara de puta que só ela tem e ordenava:
— Não demora... eu quero o seu leite agora!
Ouvimos alguém entrar no banheiro, provavelmente para urinar. O som da descarga e da torneira batia contra a porta da cabine enquanto ela continuava o trabalho: mamando, masturbando e chupando minhas bolas com vontade. De repente, o celular dela tocou. Era o namorado. Sem interromper o boquete, ela atendeu, intercalando as palavras com o barulho da sucção.
— Oi, amor... já estou chegando... o trânsito está uma loucura, algumas intercorrências, mas já estou perto — disse ela, com a voz levemente abafada pelo meu mastro.
Desligou o aparelho e voltou ao ataque, exigindo o gozo. Quando descarreguei na boca dela, ela tomou tudinho, sem desperdiçar uma gota. Limpou o que sobrou no rosto com os dedos, chupou-os com volúpia e, ficando em pé, arriou a calça.
— Marcos... enfia um pouco no meu cuzinho?
Aquela cachorra é viciada em dar o rabo. Não perdi tempo: posicionei e dei algumas estocadas secas e profundas. Ela precisou morder a própria mão para abafar os gemidos que queriam ecoar pelo banheiro público. A sensação de que podíamos ser surpreendidos a qualquer segundo era viciante.
Nos vestimos rápido. Ela saiu na frente e eu logo atrás. Demos de cara com o senhor da limpeza passando pano no chão. Ele ficou estático, sem reação. Só restou desejar um "boa noite e bom trabalho" e sair caminhando como se nada tivesse acontecido.
Já na plataforma, pronta para embarcar, ela mandou mensagem para o colega de plantão avisando o atraso. Mas o melhor veio depois: já no vagão, recebi um WhatsApp dela: "Meu cuzinho ficou com carência, querendo mais piru. Você pode ajudá-lo? Só acho que você deveria ter me machucado mais..."
Fiquei louco na hora. Respondi que vou curar essa carência com ela de quatro, sem dó. A cadela só respondeu com risadas maliciosas.
Até a próxima!
