Pneu Furado, Desejo Calibrado

Um conto erótico de Rosanny
Categoria: Heterossexual
Contém 810 palavras
Data: 27/06/2024 07:19:36
Última revisão: 14/03/2026 15:19:13

Meu nome é Rosany. Sou branca, dona de um corpo que sei que chama atenção e, embora seja uma profissional da saúde dedicada, sou também uma mulher de desejos intensos. O relato que registro agora foi uma das maiores satisfações da minha vida, pois realizei uma fantasia antiga sem qualquer planejamento. Tudo fluiu de forma tão orgânica que o prazer foi multiplicado.

​Saí do plantão às 19h, exausta. O hospital estava agitado e meu único plano era chegar em casa, abrir um vinho e relaxar sob o chuveiro. No meio do caminho, porém, o destino interveio: um pneu furou. Por sorte, parei quase em frente a uma borracharia. Levei o carro devagar até lá. O borracheiro logo avisou que o estrago era duplo: o pneu traseiro esquerdo também estava no chão.

​Eu estava irada, mas o cenário começou a mudar quando foquei no rapaz. Gilson era um monumento: negro, alto, de braços definidos e um cavanhaque que lhe dava um ar cafajeste irresistível. Enquanto ele trabalhava, o céu desabou. Uma chuva torrencial alagou a rua em minutos, e o vento soprava com fúria.

​— Com esse temporal, é melhor a senhora esperar — disse ele, com uma voz grave que vibrou no meu peito. — O trânsito vai parar e a senhora vai ficar presa no carro. Fique aqui, façamos companhia um ao outro.

​Aceitei. Ele foi preparar um café e voltou usando um short de malha tactel, claramente sem cueca. A piroca dele desenhava um volume obsceno que eu não conseguia parar de encarar. Gilson percebeu. Ele estava sem camisa, os mamilos enrijecidos pelo frio da chuva, mas o corpo emanava um calor que eu sentia de longe. Entre provocações sobre eu ser "gata demais" para ser apenas uma massoterapeuta, ele estendeu a mão suja de graxa: "Prazer, sou o Gilson". Segurei aquela mão enorme, sentindo a textura rústica, e disse meu nome.

​A maldade dele ficou clara quando dispensou outro cliente, dizendo que não havia borracheiro disponível. Estávamos sozinhos. Tirei minha blusa branca, ficando apenas de top, alegando que o calor estava abafado. Gilson avisou que ia tomar banho nos fundos para encerrar o expediente. Não pensei duas vezes: fui atrás dele para espiar.

​O banheiro não tinha porta. De costas, vi uma bunda esculpida e, quando ele se virou, a visão daquela piroca mole, mas já monumental, me deixou sem fôlego. Pensei: "Como vou chupar isso tudo?". Ele voltou para o balcão enrolado na toalha, e ao deixá-la cair para vestir a bermuda, exibiu-se propositalmente para mim.

​— Que bunda linda... — soltei, no automático.

​O cretino sorriu e ofereceu: "Quer passar a mão?". Minhas mãos percorreram sua pele preta, subindo pelas costas largas até o peito definido. O beijo aconteceu ali, regado ao som do temporal lá fora. Ele arriou as portas de ferro da oficina. O clima de "cativeiro erótico" estava completo.

​Fiquei apenas de calcinha e sutiã. Gilson me pegou no colo com uma facilidade absurda e me deitou em uma pilha de pneus que serviu como a cama mais excitante da minha vida. Ele não perdeu tempo: mergulhou o rosto entre minhas pernas. A língua dele era firme e faminta; ele me fez gozar duas vezes apenas na base da chupada, ignorando qualquer suor ou sujeira do dia de trabalho.

​Depois, sentei nos pneus e o mamei com devoção. Ele pegou uma camisinha que já estava estrategicamente na mesa — aquele lugar era um verdadeiro matadouro de luxúria. Gilson me penetrou com as pernas no meu peito. Ele era rude, agressivo, as mãos enormes apertando meu pescoço enquanto ditava um ritmo violento. De repente, ele me virou de bruços, me debruçando sobre os pneus, e começou a me possuir por trás.

​O que veio a seguir foi o ápice da minha perversão: entre as estocadas fundas, ele desferia socos controlados, mas firmes, nas minhas costelas. Eu nunca tinha sido penetrada e agredida dessa forma, sendo xingada de todas as formas sujas possíveis. A dor aguçava o prazer.

​Ele trocou a camisinha, cuspiu no meu cu e me tomou sem qualquer carinho. Puxava meu cabelo com força enquanto os socos nas costelas continuavam. Eu gozei gritando, em um transe de dor e êxtase. Ele terminou derramando o sêmen sobre minhas costas nuas.

​O banho foi gelado e rápido. Usei a toalha dele, impregnada com seu cheiro de homem. A chuva deu uma trégua e eu entrei no carro apenas de calcinha e blusa, sentindo meu corpo moído. Ele não cobrou o conserto, apenas desejou que meu pneu furasse de novo.

​— Eu voltarei com certeza — prometi.

​Cheguei em casa, abri meu vinho e senti cada centímetro da ppk e do cu ardendo. A costela doía, mas minha mente só conseguia repassar as cenas. Quem diria que eu gozaria tanto sendo enforcada e levando socos de um estranho em uma borracharia?

​Acho que amanhã vou passar lá só para "calibrar o step".

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