Liberdade na Lapa: Minha Noite de Rainha Pós-Vingança
Larguei a "Michele" e o meu agora ex-amante, Carlos, na suíte reservada para o que deveria ser o nosso aniversário de casamento. Peguei a chave do carro e, ao passar pela recepção, avisei que o casal continuaria lá. Já fora do hotel, dei uma gargalhada alta; me senti finalmente vingada.
O celular ficou esquecido na bolsa dentro do carro. O Xavier não ia me encontrar tão cedo. Eu estava em uma boate LGBTQIA+ na Lapa, de vestido longo e pronta para causar. Comprei uma bebida que, somada às taças de espumante que já tinha tomado, garantiu que a noite ficasse interessante.
Dançando, encontrei a Mayara, uma colega de trabalho que sempre me convidava para sair. Ela levou um susto ao me ver ali. Resumi a situação dizendo que tinha "largado a vida de casada em casa" e que queria apenas diversão. Ela me puxou para uma roda, me apresentou ao pessoal e logo eu estava bebendo gim e curtindo o clima. A noite prometia.
Já meio tonta, fui ao banheiro e a Sílvia, que estava no nosso grupo, se ofereceu para me acompanhar. Enquanto eu resolvia minha vida no box, ela esperava na pia. Quando saí, o clima pesou — de um jeito bom. Nos beijamos ali mesmo, um beijo gostoso e explorador. Ela sugeriu que saíssemos de lá e eu não pensei duas vezes. Avisamos à turma que eu estava cansada e saímos de mãos dadas.
No carro, uma surpresa: uma multa fixada bem na janela do motorista (o guarda não perde tempo, né?). Azar o dele, sorte a minha que não fui rebocada por estacionar em lugar proibido. Partimos para um motel na Tijuca. A suíte era linda, com pista de dança e tudo. Enquanto a Sílvia tomava banho, ajustei as luzes, a música e abri uma garrafa de Adolfo Lona Brut. Fiquei a postos.
Sílvia saiu do banheiro nua. Que mulher! Uns 42 anos, corpo escultural de academia. Ela veio até mim, nos beijamos e eu sussurrei no ouvido dela: "Depois do meu striptease, quero que você me lamba inteira". Entreguei a taça dela e a empurrei para a cama.
Comecei a dançar ao som de Madonna, tirando a roupa com classe. Acho que a bebida ajudou na performance. Quando joguei o vestido para ela, foi o clímax; ela sentiu meu perfume e, quando me viu de lingerie preta, ficou louca. Cheguei perto, ela tentava me tocar e eu a empurrava de volta para a posição, mantendo o controle. Tirei o sutiã e a calcinha. Peguei o espumante, enchi a boca e deixei o líquido escorrer pelo meu pescoço, fazendo "gangorra" nos meus seios e descendo pelo abdome.
A Sílvia largou a taça e veio desesperada me lamber, de baixo para cima. Ela era experiente; seus dedos sabiam exatamente onde era o ponto certo da minha intimidade. Eu rebolava na ponta dos dedos dela enquanto a música ditava o ritmo. Nunca tinha ficado com uma mulher antes, mas não fiz isso como punição ao Xavier (quem não leu "Flagrei meu esposo mamando meu amante", precisa ler para entender!). Fiz por mim.
Fomos para a cama e fizemos um "69" maravilhoso. Nunca tinha sido chupada com tanto capricho. Nem o Carlos, nem o Xavier chegavam aos pés dela. Gozei como nunca. Ela me fez chegar ao ápice de quatro, explorando meu clitóris e me beijando em lugares que eu nem sabia que eram tão sensíveis. Me senti mulher, fêmea, plena.
Apagamos de cansaço. Acordamos às 10 h da manhã, tomamos o café do motel e paguei a conta com o cartão do Xavier que tenho no celular via NFC. A notificação deve ter chegado no visor dele na mesma hora (risos). Deixei a Sílvia em casa e voltei para a minha, toda descabelada e com o vestido amassado. Acho que a lingerie ficou por lá, porque eu estava sem nada por baixo.
Cheguei, tomei um banho e deixei o Xavier falando sozinho enquanto eu ligava o ar-condicionado para dormir de novo. Tivemos a DR depois, claro... mas isso fica para o próximo relato.
Beijos, até a próxima!
